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sábado, 31 de outubro de 2020

INGLATERRA: CONFINAMENTO DE UM MÊS ANUNCIADO POR BORIS JOHNSON

 


No dia em que o Reino Unido ultrapassou o milhão de casos de covid-19, o primeiro-ministro deu uma conferência de imprensa na qual confirmou que as restrições rigorosas à economia e à vida quotidiana começam na quinta-feira e durarão até 02 de dezembro.

Boris Johnson disse que "nenhum primeiro-ministro responsável" poderia ignorar os números negros da pandemia.

"Sem agirmos, poderemos ver as mortes neste país chegarem a vários milhares por dia", afirmou o primeiro-ministro, que foi ele próprio hospitalizado no início da pandemia com um caso grave de covid-19.

Com as novas restrições, os bares e restaurantes só podem estar abertos para 'take-away', comércio não essencial deve encerrar e as pessoas só podem sair de casa por razões contidas numa pequena lista, na qual se inclui o exercício físico. Atividades que vão desde ir cortar o cabelo ou ir de férias para o estrangeiro ficam de novo canceladas.

Ao contrário do primeiro confinamento de três meses no Reino Unido, no início do ano, as escolas, universidades, empresas de construção e indústria continuarão a funcionar.

Boris Johnson tinha decretado um conjunto de restrições regionais no início de outubro, mas não foram suficientes. Consultores do Governo preveem que na atual trajetória do surto a procura de camas hospitalares excederá a capacidade até à primeira semana de dezembro, mesmo que os hospitais temporários criados no primeiro pico da pandemia sejam reabertos.

O Governo britânico anunciou hoje que foi ultrapassado o milhão de casos de covid-19, chegando-se a 1.1011.660 de pessoas contaminadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas foram registados 21.915 novos casos.

O número total de óbitos com covid-19 é agora de 46.555 (326 nas últimas 24 horas), fazendo do Reino Unido o país mais enlutado da Europa, por causa da pandemia.


MOTO GP PORTUGAL NÃO VAI TER PÚBLICO

 



O Primeiro-Ministro, António Costa, informou, após o Conselho de Ministros extraordinário onde foram debatidas as novas medidas de combate à propagação do Covid-19, que o Grande Prémio de Portugal em Moto GP, agendado entre 20 e 22 de novembro em Portimão, não terá público nas bancadas.

Esta decisão, informou António Costa, está baseada no recente mau exemplo do Grande Prémio de Portugal em Fórmula 1, onde foram amplamente criticados os ajuntamentos sem o devido distanciamento social nas bancadas do Autódromo algarvio. «Ficou revelada a incapacidade de organizar eventos deste tipo com público. O que aconteceu com a Fórmula 1 é inaceitável e irrepetível. Já foi comunicado ao promotor que o Grande Prémio de motociclismo não terá público. Não podemos voltar a correr riscos», disse o Primeiro-Ministro.

Costa revelou ainda que o futebol vai continuar a ter adeptos nas bancadas e afirmou ainda que as pessoas devem frequentas espetáculos culturais, como concertos ou teatro, desde que as medidas de segurança sejam cumpridas.

COVID-19: VEJA OS 121 CONSELHOS ABRANGIDOS PELAS NOVAS MEDIDAS DO GOVERNO

 



Cento e vinte e um municípios vão ficar abrangidos, a partir de quarta-feira, pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos e teletrabalho obrigatório, salvo "oposição fundamentada" pelo trabalhador, devido à Covid-19, anunciou hoje o Governo.

Os estabelecimentos comerciais terão de fechar, na generalidade, às 22h00 e ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

Pode consultar a lista dos 121 conselhos abrangidos pelas medidas do governo além de ( Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira).

  • Alcácer do Sal
  • Alcochete
  • Alenquer
  • Alfândega da Fé
  • Alijó
  • Almada
  • Amadora
  • Amarante
  • Amares
  • Arouca
  • Arruda dos Vinhos
  • Aveiro
  • Azambuja
  • Baião
  • Barcelos
  • Barreiro
  • Batalha
  • Beja
  • Belmonte
  • Benavente
  • Borba
  • Braga
  • Bragança
  • Cabeceiras de Basto
  • Cadaval
  • Caminha
  • Cartaxo
  • Cascais
  • Castelo Branco
  • Castelo de Paiva
  • Celorico de Basto
  • Chamusca
  • Chaves
  • Cinfães
  • Constância
  • Covilhã
  • Espinho
  • Esposende
  • Estremoz
  • Fafe
  • Figueira da Foz
  • Fornos de Algodres
  • Fundão
  • Gondomar
  • Guarda
  • Guimarães
  • Idanha-a-Nova
  • Lisboa
  • Loures
  • Macedo de Cavaleiros
  • Mafra
  • Maia
  • Marco de Canaveses
  • Matosinhos
  • Mesão Frio
  • Mogadouro
  • Moimenta da Beira
  • Moita
  • Mondim de Basto
  • Montijo
  • Murça
  • Odivelas
  • Oeiras
  • Oliveira de Azeméis
  • Oliveira de Frades
  • Ovar
  • Palmela
  • Paredes de Coura
  • Paredes
  • Penacova
  • Penafiel
  • Peso da Régua
  • Pinhel
  • Ponte de Lima
  • Porto
  • Póvoa de Varzim
  • Póvoa do Lanhoso
  • Redondo
  • Ribeira da Pena
  • Rio Maior
  • Sabrosa
  • Santa Comba Dão
  • Santa Maria da Feira
  • Santa Marta de Penaguião
  • Santarém
  • Santo Tirso
  • São Brás de Alportel
  • São João da Madeira
  • São João da Pesqueira
  • Sardoal
  • Seixal
  • Sesimbra
  • Setúbal
  • Sever do Vouga
  • Sines
  • Sintra
  • Sobral de Monte Agraço
  • Tabuaço
  • Tondela
  • Trancoso
  • Trofa
  • Vale da Cambra
  • Valença
  • Valongo
  • Viana do Alentejo
  • Viana do Castelo
  • Vila do Conde
  • Vila Flor
  • Vila Franca de Xira
  • Vila Nova de Cerveira
  • Vila Nova de Famalicão
  • Vila Nova de Gaia
  • Vila Pouca de Aguiar
  • Vila Real
  • Vila Velha de Ródão
  • Vila Verde
  • Vila Viços
  • Vizela


MENINA DE 13 ANOS GRÁVIDA MORRE NO INTERIOR DO PARÁ BRASIL

 


Mais um caso envolvendo o abuso sexual de uma criança está ganhando repercussão no país. No interior do Pará, uma menina de 13 morreu grávida de 31 semanas no último sábado (24). Ela morava em Uruará, no Sudoeste do estado, e faleceu em Medicilândia, cidade vizinha. 

De acordo com o jornal O Liberal, a criança morreu ao dar a luz e o bebê também não resistiu. A revista Época informa que ela deu entrada no hospital com sintomas de Covid-19.

A criança teria engravidado de um homem de 41 anos, identificado como Francinaldo Moraes. Eles moravam juntos e, nas redes sociais, ambos exibiam o status de casados. Também postavam fotos abraçados e se beijando.

De acordo com O Liberal, a “relação” entre os dois foi oficializada em 2019, quando a menina tinha 12 anos. Os abusos, no entanto, tiveram início quando ela tinha apenas 9 anos. Aos 13, a família consentiu que os dois ficassem juntos. 

Segundo a Época, o delegado Walyson Damasceno, da Superintendência da 11ª RISP (Xingu), diz que Francinaldo está sendo investigado por estupro de vulnerável. Também de acordo com o veículo, o conselheiro tutelar de Uruará, Ricardo Kael, informou que o órgão já havia sido acionado para averiguar o “relacionamento” entre a criança e o homem. O conselho tutelar teria recebido uma ligação anônima há 20 dias e, segundo Kael, chegou a ir até a casa indicada pelo denunciante, mas encontrou a mesma vazia.

Estupro de vulnerável: entenda o que diz a lei

Qualquer adulto que pratica ato sexual com uma criança ou adolescente menor de 14 anos pode responder pelo crime de estupro de vulnerável. O consentimento da vítima e dos pais é irrelevante, de acordo com a lei. “Os Tribunais Superiores entendem que a vulnerabilidade do menor de 14 anos possui caráter absoluto”, diz Tatiane Moreira Lima, juíza de direito do Tribunal de Justiça de São Paulo.

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Ela aponta que “o crime de estupro de vulnerável se configura com a conjunção carnal ou prática de ato libidinoso com menor de 14 anos, sendo irrelevante eventual consentimento da vítima para a prática do ato, sua experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso com o agente”.

Em casos como o da menina do Pará, os pais também podem ser condenados por estupro de vulnerável, uma vez que deram autorização ao agressor. “Havendo o dever legal de zelo dos responsáveis do menor de 14 anos, os pais que diretamente consentem que os filhos menores de 14 anos tenham relação sexual estão cometendo o delito por omissão imprópria”, explica a juíza.

Tatiane conversou com CLAUDIA no início da semana, por conta de um outro caso que gerou grande repercussão nas redes sociais: o do namoro entre uma menina de 13 anos e um rapaz de 19. Famosos no TikTok, os dois anunciaram aos fãs que estavam namorando, mas desmentiram o relacionamento depois da repercussão negativa. Segundo ambos, tudo não passou de uma trollagem – termo usado para definir “pegadinha”.

Independentemente da pouca diferença de idade, qualquer pessoa com mais de 18 anos pode ter que responder à Justiça por estupro de vulnerável, caso pratique atos sexuais com um menor de 14 anos.

Meninas casadas: uma realidade mais comum do que se pensa

Em 2016, CLAUDIA publicou uma reportagem sobre o casamento precoce no Brasil. Até hoje ela gera repercussão, uma vez que a maioria das pessoas não faz ideia da dimensão do problema. Na época, apuramos que 554 mil garotas de 10 a 17 anos estavam casadas no país e que o Brasil ocupava o quarto lugar no mundo em número absoluto de crianças casadas.

E os dados chocantes não param por aí. À época da reportagem, as esposas de 10 a 14 anos somavam 65 709 meninas. Dessas, 2,6 mil firmaram compromisso em cartório e/ou igreja. Tais números foram publicados num estudo sobre casamento infantil, realizado pelo Instituto Promundo.

“O fenômeno é rural e urbano, está nas capitais, nos rincões, não tem geografia específica”, afirma a especialista em gênero e segurança humana Alice Taylor, uma das autoras da pesquisa.

Além de falar com especialistas no assunto, CLAUDIA conversou com sete meninas que se casaram antes dos 18 anos. Uma delas, Ivonete Santos da Silva, juntou-se aos 12 anos com o primo de 21. “Espero que minha filha case bem tarde, só com 17 anos”, disse ela na entrevista. Com 14 anos na época da reportagem, Ivonete já tinha uma filha de 1 ano e havia largado os estudos para se dedicar à vida de casada.

PADRE BALEADO NA CIDADE FRANCESA DE LYON

 



Um padre foi baleado na tarde deste sábado à porta de uma igreja no centro de Lyon, França. Segundo os meios de comunicação locais, o atacante conseguiu fugir.

O padre foi atingido por dois tiros no momento em que se preparava para fechar a igreja. Estará em estado grave.

Segundo testemunhas no local, citadas pela Reuters, a igreja em causa é grega ortodoxa. 

O incidente ocorre dois dias depois do ataque em Nice, onde três pessoas foram mortas - uma delas decapitada -, e duas semanas após a decapitação de um professor em Paris, assassinado depois de ter mostrado caricaturas de Maomé numa aula. 

   

BRIGADA ESTUDANTIL EXIGE QUE AUTORES DE MENSAGENS DE ÓDIO SEJAM PUNIDOS

 


Os atos de vandalismo aconteceram durante a madrugada desta sexta-feira e foram retirados durante a manhã.

A Brigada Estudantil, grupo que defende os direitos dos estudantes, exigiu hoje que todas as faculdades e estabelecimentos de ensino afetadas por mensagens de ódio e xenófobas apresentem queixa no Ministério Público para que os autores sejam punidos.

Num comunicado, o grupo de coletivos de estudantes que procura trazer para as ruas, para os movimentos e para as lutas uma visão coesa e determinada do movimento estudantil, sustenta que as mensagens, sob a forma de "graffitis", são "absolutamente inaceitáveis e não podem ter espaço numa sociedade que se quer democrática".

"Reivindicamos que todas as faculdades afetadas apresentem queixa junto do Ministério Público, impedindo que os perpetuadores destes atos intoleráveis saiam impunes. É necessária uma demarcação pública e forte destes atos, cuja índole não pode ser tolerada", lê-se no documento.

Para a Brigada Estudantil, quem gere as instituições e academias "tem de as querer como palcos de experimentação democrática, fortes no combate às assimetrias sociais".

"São precisas políticas vigorosas para combater o discurso de ódio, tornando os espaços seguros e inclusivos", acrescenta-se no documento, em que se lembra que se vivem "tempos de insegurança e instabilidade" que permitem que "o ódio ganhe mais espaço para se espalhar na sociedade".

"Sabemos, no entanto, que o racismo está entranhado nas nossas culturas e que, por isso, deve ser estruturalmente combatido. Os nossos currículos perpetuam a desresponsabilização histórica, O que nos impede de estabelecer a conexão entre o passado e o presente", refere a associação.

Nesse sentido, a Brigada Estudantil defende uma "educação descolonizada e antirracista", que "lute contra os entraves que, todos os anos, marginalizam estudantes afrodescendentes, afastando-os da ascensão social".

"Como Brigada Estudantil, cá estaremos, intransigentemente, a defender os interesses dos estudantes e a apelar para que as nossas instituições façam o mesmo", termina o comunicado.

Pelo menos duas universidades, a Católica e o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, e várias instituições de ensino secundário em Lisboa e Loures foram vandalizadas com frases racistas e xenófobas.

A Universidade Católica Portuguesa já fez saber que avançou com uma denúncia ao Ministério Público.

Sexta-feira, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, repudiaram as mensagens no Parlamento, considerando-as "um nojo" e escritas por "tristes".

Tiago Brandão Rodrigues começou por classificar de "tristes" quem escreveu as mensagens para depois saudar todos os alunos que rejeitaram tais atitudes.

"Hoje [sexta-feira], tristemente, aqui em Lisboa, uns tristes resolveram pichar escolas com frases racistas, xenófobas, e foi de coração cheio, e também com um olhar atento, tanto como ministro como cidadão, que vi os alunos daquelas escolas responderem de forma imediata, com rejeição imediata, a este insulto à sua condição de cidadãos, todos eles da República Portuguesa ou migrantes que vivem cá, e todos eles repudiaram automaticamente aquilo que estava a acontecer", salientou o ministro.

Tiago Brandão Rodrigues saudou estes alunos por terem dado "a melhor lição" e serem "a melhor prova de que o exercício pleno de cidadania democrática é sempre a melhor obra" que se pode doar às novas gerações.

"Eu gostava de deixar aqui - e sei que me acompanham, todos - a minha homenagem a estes estudantes e a estas comunidades educativas, quer sejam do ensino básico, secundário e universitário, porque são eles que todos os dias nos dão lições a nós. Só temos de agradecer as lições que nos dão", concluiu.

Também o secretário de Estado repudiou as atitudes racistas, considerando-as um "ato de cobardia e fraqueza".

"A mim só me mete uma coisa: nojo. E este nojo só contrasta com a vitalidade", sublinhou João Costa, lembrando que os alunos das instituições em causa se recusaram a entrar nas escolas e que "foram eles próprios pintar" e assim apagar as mensagens.

MORREU O ATOR SEAN CONNERY

 



Sir Sean Connery morreu aos 90 anos, disse sua família.

O ator escocês ficou mais conhecido por sua interpretação de James Bond, sendo o primeiro a levar o papel para a tela grande e aparecendo em sete dos thrillers de espionagem.

Sua carreira de ator durou décadas e seus muitos prêmios incluíram um Oscar, dois prêmios Bafta e três Globos de Ouro.

Outros filmes de Sir Sean incluem A Caçada ao Outubro Vermelho, Indiana Jones e a Última Cruzada e A Rocha.

Ele foi amplamente considerado como o melhor ator a interpretar 007 na franquia de longa duração, muitas vezes sendo citado como tal nas pesquisas.

Seu Oscar veio em 1988, quando foi eleito o melhor ator coadjuvante por seu papel como policial irlandês em Os Intocáveis.

Ele foi nomeado cavaleiro pela Rainha no Palácio de Holyrood em 2000.

Em agosto, ele comemorou seu 90º aniversário.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

FRASES RACISTAS EM MUROS DE UNIVERSIDADE EM LISBOA

 


Os muros da Universidade Católica Portuguesa (UCP) e de uma instituição de ensino secundária em Lisboa foram pichados com insultos racistas e xenofóbicos na madrugada desta sexta-feira, 29. As inscrições falam em uma “Europa branca” e pedem que os imigrantes brasileiros “voltem para as favelas”.

Uma das pichações faz referência direta aos imigrantes brasileiros. “Zucas, voltem para as favelas. Nos vos queremos aqui”, diz a inscrição, usando o apelido pelo qual os brasileiros são conhecidos em Portugal.


Outras mensagens de conteúdo racista também fora identificadas, como “Viva a raça branca” e “Fora com os pretos”. Segundo alunos da instituição, os muros da universidade amanheceram com as pichações. As paredes de uma escola secundária de Lisboa também foram vandalizadas.


Esta não é a primeira vez que alunos da Católica Portuguesa relatam casos de racismo e xenofobia entre os portugueses da instituição. Em junho, conteúdos da mesma natureza foram postados em um grupo nas redes sociais formado por estudantes do curso de Direito.

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Na época, a universidade afirmou que abriu um processo disciplinar interno para investigar os responsáveis. “Do mesmo modo, irá apresentar uma queixa ao Ministério Público por crime de discriminação racial”, afirmou a instituição em nota.

“Desde que cheguei em Lisboa já tinha passado várias situações complicadas por ser brasileira, por exemplo, um queridíssimo professor falou para eu tomar cuidado para não passar nenhuma doença tropical para a sala”, relata a estudante de direito Ana Luisa Tinoco. Segundo a brasileira natural de São Paulo, situações como essa se tornaram recorrentes.

Em nota sobre o caso desta sexta, a reitoria da UCP afirmou que foi realizada uma queixa e que as imagens da pichação estão sendo analisadas. Uma denúncia formal foi protocolada no Ministério Público português.

A universidade rejeita este ato, que atenta contra os princípios basilares do que a universidade enquanto espaço de abertura e diálogo representa e reafirma que continuará, firmemente, a desenvolver a sua ação educativa assente no respeito pela dignidade da pessoa, nos valores da liberdade e do diálogo”, afirmou a instituição na nota enviada a VEJA.


Em abril de 2019, um caso semelhantes aconteceu na Universidade do Porto. Um caixote de madeira com pedras amanheceu em um corredor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) com a seguinte frase: “Grátis se for para atirar em um ‘zuca’ (que passou na frente no mestrado)”. A inscrição foi interpretada como um convite ao apedrejamento dos brasileiros.

ANDRESSA URACH PEDE AS DOAÇÕES DE VOLTA AO AFASTAR-SE DA IGREJA

 


Andressa Urach utilizou a sua rede social na madrugada desta sexta-feira (30) para fazer um desabafo. Ela, que voltou a trabalhar como modelo e recebeu muitas críticas de evangélicos, contou a razão por ter se afastado da igreja.

“Gente eu não escondo nada de ninguém. Nos últimos meses passei por uma deceção tão grande, que literalmente rasgou meu coração, não consegui nem estudar, vou ter que trancar a faculdade de jornalismo, pois não tenho cabeça para pensar sobre isso”, começou ela.

“Dediquei meus últimos 6 anos da minha vida para Jesus como todos sabem, mas acabei me sentindo como um objeto descartável, nunca me senti assim nem no tempo da prostituição. Sei que Jesus não tem nada a ver com isso e a obra de Deus é feita por pessoas falhas. Fui excluída de grupos fazendo eu me sentir como se eu tivesse “demônios” por deixar de fazer parte da instituição. Se eu falasse tudo que aconteceu cmg nesses últimos anos vocês se escandalizariam e eu teria virado ateia. Mas graças a Deus no hospital em 2014 estive de frente com a morte e passei por uma experiência pessoal com Deus e sei que Jesus é vivo”, revelou a modelo.

“Hoje como todos sabem tenho contrato com a Record aqui no Rio Grande do Sul e dependo financeiramente do meu salário e o mesmo vai até março do próximo ano. (Se eles não me demitirem até lá), como já fizeram da outra vez que estava em São Paulo quando desobedeci a orientação que recebi e casei com o pai do meu filho. A questão em pauta é… amo a igreja, mas não consigo mais ir na igreja, peguei ranço, pois falam que uma vez afastado ficamos 7 vezes piores do que quando chegamos. Então não quero ficar ouvindo isso! Isso está me fazendo mal. Não quero e não vou voltar a ser quem eu era”, pontuou Andressa.

“Estou voltando aos meus tratamentos psiquiátricos, pois sou uma boderline controlada. Enquanto estava na igreja estava tudo sobre controle, mas agora que não estou mais indo na igreja, voltei a tomar uns remédios para me acalmar e controlar minhas crises de ansiedade que voltaram essa segunda-feira. E preciso controlar minha impulsividade e principalmente a minha raiva! Conversei amigavelmente com a igreja para eles me devolverem as doações que fiz nos últimos anos, mas infelizmente não tive retorno ainda, não queria entrar na justiça. Mas não estou bem, estava vulnerável na época e não pensei no futuro do meu filho e muito menos no meu, estava em uma fase muito frágil e ainda estou, então vou voltar aos meus tratamentos”, declarou.


4 MESES DE PRISÃO PARA PORTUGUÊS QUE RECUSOU USAR MÁSCARA EM ESPANHA

 


Homem foi condenado pelo crime de desobediência, depois de se recusar repetidamente a colocar a máscara.

Um tribunal de Pamplona, no nordeste de Espanha, condenou um português a quatro meses de prisão pelo crime de desobediência, ao ter-se recusado no passado sábado, de forma reiterada, a usar a máscara obrigatória que protege contra a covid-19.

Na sentença lida na quinta-feira e que é citada pela agência espanhola Efe, afirma-se que, por volta das 10:15, o condenado caminhava pelo bairro de Ripagaina de Pamplona, sem levar a máscara, "cuja utilização é obrigatória em virtude das medidas sanitárias impostas, uma circunstância observada por uma patrulha da Polícia Regional".

Os agentes abordaram o indivíduo, perguntaram-lhe porque não usava a máscara e pediram-lhe que a pusesse, refere o auto do juiz.

O condenado começou por afirmar que vinha de Portugal, onde a utilização da proteção contra a pandemia na rua não era obrigatória, e mais tarde alegou que tinha asma e um certificado passado no seu país.

Em seguida, revelou que não tinha máscara e, tendo em conta esta última declaração, os polícias deram-lhe uma, que o arguido colocou no seu bolso.

Tendo-lhe sido ordenado que colocasse a máscara no rosto em várias ocasiões e, devido ao facto de não o ter feito, foi preso pela sua "reiterada recusa".

Os factos declarados e provados configuram um crime de resistência ou de desobediência à autoridade.

O homem foi condenada à pena prevista reduzida em um terço, conforme previsto no Código Penal espanhol. Os quatro meses de prisão foram suspensos com a condição de o infrator não reincidir no crime no prazo de dois anos.

"ESTRANHO. MUITO ESTRANHO..." DIZ ANA GOMES SOBRE A MORTE DE SINDIKA DOKOLO

 


Pouco depois de ter vindo a público a notícia da morte de Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos, Ana Gomes reagiu nas redes sociais: "Estranho. Muito estranho..."

reação foi publicada na rede social Twitter, onde a candidata à Presidência da República partilhou a publicação de João Cordeiro, que dava conta da morte de Sindika no mar.

Momentos depois, Ana Gomes destacou que, "o que realmente mais importa em Angola, é que Laura Macedo, corajosa ativista pela transparência e anticorrupção, está presa. E não devia estar. #FreeLauraMacedo!".

Recorde-se que, de acordo com a imprensa internacional, Sindika Dokolo morreu no Dubai, enquanto praticava mergulho. Outras fontes angolanas indicaram que a causa da morte foi uma embolia.


Mas o que realmente hoje mais importa em #Angola é que #LauraMacedo, corajosa activista pela transparência e #anticorrupção, está presa. E não devia estar. #FreeLauraMacedo!
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Ana Gomes
@AnaMartinsGomes
·
Estranho. Muito estranho... twitter.com/ortoirlandes/s…


RICARDO SALGADO PROPÕE PAGAR 11 MILHÕES DE EUROS PARA ARQUIVAR O PROCESSO

Ricardo Salgado está disposto a pagar para que seja arquivado o processo que teve origem na Operação Marquês e que o vai levar a julgamento ...