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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

"CALMA DONALD, CALMA" RESPODE GRETA THUNBERG A TWEETER DE TRUMP

 


Aproveitando a ira com que Trump tem reagido no Twitter ao processo de contagem dos votos – em particular dos votos por correio –, a jovem ambientalista sueca devolve agora o mimo com que o ainda Presidente a brindou em Dezembro de 2019.

HĂĄ um ano, a revista Time distinguia Greta Thunberg com o tĂ­tulo de personagem do ano. Trump reagiu com estas palavras: “TĂŁo ridĂ­culo. Greta tem de tratar do seu problema para Controlar a Raiva, e depois ir a um filme clĂĄssico com um(a) amiga/o! Calma Greta, Calma!”.

So ridiculous. Greta must work on her Anger Management problem, then go to a good old fashioned movie with a friend! Chill Greta, Chill!
Citar Tweet
Roma Downey
@RealRomaDowney
·
Congrats @GretaThunberg twitter.com/TIME/status/12…


A reacção de Trump à distinção de Greta ocorreu apenas um par de meses depois de os dois se terem cruzado na cimeira para o clima das NaçÔes Unidas, em Nova Iorque, um momento captado pelos fotógrafos com a sueca a lançar um olhar gelado a Trump quando este passou por ela.

Mas a vingança é um prato que se serve frio e Greta Thunberg, face às reacçÔes destemperadas de Trump nesta recta final de contagem de votos, respondeu ao Presidente norte-americano na mesma moeda e também através do Twitter, rede social que é como uma casa para Trump.
Ao tweet inicial de Trump, escrito em letra capital “PAREM A CONTAGEM”, comentou a ambientalista: “TĂŁo ridĂ­culo. Donald tem de tratar do seu problema para Controlar a Raiva, e depois ir a um filme clĂĄssico com um amigo! Calma Donald, Calma!”.


So ridiculous. Donald must work on his Anger Management problem, then go to a good old fashioned movie with a friend! Chill Donald, Chill!
Citar Tweet
Donald J. Trump
@realDonaldTrump
·
STOP THE COUNT!

O sentido de humor da ambientalista sueca jĂĄ se havia revelado apĂłs o tweet em que Trump a aconselhava a relaxar. Nessa altura, Greta Thunberg mudou a bio que faz a sua descrição na rede Twitter para “uma jovem adolescente a tratar do seu problema de controlo da raiva (…) a relaxar e a ver um filme clĂĄssico com um(a) amiga/o”.

Os ambientalistas tĂȘm contudo poucos motivos para sorrir. Numa derradeira assinatura do que tem sido este mandato de Donald Trump, os Estados Unidos deixaram oficialmente esta semana o Acordo de Paris para o clima. Com a corda dos nĂșmeros ao pescoço e a asfixiar cada vez mais qualquer possibilidade do Presidente de garantir por mais quatro anos a chefia da sala Oval e do paĂ­s, Trump consegue ainda assim reverter um dos feitos mais assinalĂĄveis do seu antecessor, Barack Obama, quando adicionou os Estados Unidos ao grupo de paĂ­ses que se comprometeram em 2015 com uma acção concreta em nome do clima e do futuro do planeta.
Trata-se de uma retirada norte-americana com a chancela típica do presidente Trump, quando o decorrer do processo eleitoral ameaçava jå uma continuidade à frente dos destinos do país. Entretanto, Joe Biden, a quem a ambientalista endossou o seu apoio formal nestas presidenciais de 2020, jå deixou a promessa de retomar o Acordo de Paris no seu primeiro dia como presidente dos Estados Unidos.

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