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sábado, 7 de novembro de 2020

"NENHUM REPUBLICANO TEVE HIPÓTESE DE OLHAR PARA OS VOTOS": ADVOGADO DE TRUMP AINDA INSISTE EM FRAUDE

 


Rudy Giuliani, advogado de Donald Trump, tomou a palavra numa conferência de imprensa minutos após Joe Biden ter sido declarado o 46.º presidente dos Estados Unidos.

O ex-autarca de Nova Iorque, que falou nas traseiras de uma pequena empresa nos subúrbios de Filadélfia, voltou a reforçar a tese de que os votos contabilizados na Pensilvânia - e em vários outros estados norte-americanos - são fraudulentos.

Não houve nenhuma inspeção feita aos votos antecipados. Podem ter sido votos de qualquer um", sublinhou o apoiante de Donald Trump, sublinhando que "nenhum republicano teve hipótese de olhar para os beletins de voto, alguns pareciam suspeitos, de longe, mas não podemos dizer porque não conseguimos ver”, afirmou o advogado de Trump.

A mensagem de Giuliani surge na mesma linha das últimas declarações de Donald Trump, que colocaram o estado da Pensilvânia no epicentro de uma polémica relativa à contabilização fraudulenta de votos.

Houve muitas irregularidades na Pensilvânia, incluindo funcionários eleitorais que impediram os nossos observadores jurídicos voluntários de terem acesso significativo aos locais de contagem de votos”, acusou o conselheiro geral da campanha republicana Matt Morgan, na sexta-feira.

Segundo Rudy Giuliani, "não houve inspeção de um único boletim enviado por correio", acrescentando que a vantagem de cerca de 700 mil votos de Donald Trump no estado da Pensilvânia "desapareceu", considerando que é "matematicamente impossível" isso ter acontecido.

Rudy Giuliani disse que a campanha de Trump suspeita de 600 mil boletins em Filadélfia e 300.000 mil em Pittsburgh, também na Pensilvânia, estado cujos 20 votos do colégio eleitoral permitiram a Joe Biden ser anunciado Presidente segundo projeções da imprensa dos Estados Unidos.

O advogado de Trump disse ainda que a candidatura do ainda Presidente verificou alegadas "irregularidades" em mais 10 estados, pelo que os processos serão nacionais.

É uma fraude, uma fraude absoluta, os boletins enviados por correio são altamente suspeitos", considerou.

Segundo o The Guardian, não há evidências de fraude generalizada em nenhum estado, e os conselheiros de Trump foram autorizados a observar o processo de contagem de votos na Pensilvânia. A campanha tem sido geralmente vaga sobre a definição de “acesso significativo”.

Trump, que precisava de vencer a Pensilvânia para manter viva a ideia de se manter na Casa Branca, pediu na quarta e quinta-feira para se parar a contagem de votos no estado.

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