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domingo, 31 de janeiro de 2021

VÁRIOS ADVOGADOS ABANDONAM TRUMP A POUCOS DIAS DO PROCESSO DE DESTITUIÇÃO


Vários advogados do ex-Presidente norte-americano Donald Trump abandonaram a equipa de defesa a poucos dias do processo de destituição, noticiou a cadeia de televisão CNN e outros media dos Estados Unidos.

Cinco advogados, incluindo Butch Bowers e Deborah Barbier que deviam dirigir a equipa dos advogados do milionário norte-americano, renunciaram à defesa na sequência de divergências sobre a direção do caso, indicou no sábado a CNN, que citou fonte anónimas.

A cadeia de televisão norte-americana indicou que Trump pretendia que os advogados continuassem a defender a tese da existência de uma fraude maciça nas eleições presidenciais, ao invés de se concentrarem na legalidade do processo de um processo contra um Presidente que já não se encontra em funções.

"Trabalhámos muito, mas ainda não tomámos uma decisão definitiva sobre a nossa equipa legal. Vamos fazê-lo em breve", escreveu na rede social Twitter Jason Miller, assessor de Donald Trump, em resposta a estas notícias.

O processo de Donald Trump por "incitação à insurreição", na sequência da invasão do Capitólio, em 6 de janeiro, por apoiantes do ex-Presidente, deve começar em 8 de fevereiro.

Para fazer avançar o processo é necessária uma maioria de dois terços, ou seja 67 senadores, mas apenas cinco senadores republicanos afirmaram, até agora, estarem prontos a apoiar os 50 senadores democratas a favor da destituição.

Uma moção de censura, menos grave, requer o voto de pelo menos dez senadores republicanos para ter a possibilidade de ser adotada, o que alguns observadores consideraram ser viável.

Único Presidente norte-americano a ser duas vezes alvo de um processo de destituição, Trump será também o primeiro chefe de Estado visado por este processo depois do final do mandato.

Caso seja condenado, o Senado poderá impedi-lo de voltar a assumir a presidência no futuro, ditando o fim da carreira política.

COMO FOI O PRIMEIRO DIA DE FISCALIZAÇÃO NOS AEROPORTOS PORTUGUESES


PSP verifica justificações dos passageiros para entrarem ou saírem do país.

As novas medidas de contenção da pandemia de covid-19 entraram em vigor este domingo, impondo regras para quem pretende entrar ou sair de Portugal continental.

Ao abrigo do decreto publicado sexta-feira que regulamenta o estado de emergência, ficam limitadas as deslocações para fora do território continental por qualquer meio de transporte, com exceção das ligações aéreas para as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, assim como para casos relacionados com trabalho, regresso a casa, transporte de correio e de mercadorias e fins humanitários e de emergência.

No aeroporto de Lisboa, o controlo é feito por várias equipas da PSP em conjunto com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que monitorizam os casos que chegam ao aeroporto para saber se cada um dos passageiros tem uma justificação válida para sair ou entrar em território nacional.

No aeroporto Sá Carneiro, no Porto, as novas medidas de controlo de passageiros chegaram a provocar grandes filas ao longo da manhã.

A PSP ocupou alguns balcões de check-in para conferir as justificações de voo de todos o passageiros.

Nas chegadas, alguns passageiros não apresentaram o teste à covid-19 e, por isso, tiveram de o realizar no aeroporto e esperar pelo resultado.

Em comunicado, a ANA pede aos passageiros para verificarem sempre as exigências legais do país de origem e do país de destino.

EMIGRANTES DO LUXEMBURGO IMPEDIDOS DE ENTRAR NO AVIÃO POR APRESENTAREM TESTES EM PORTUGUÊS


Muitos emigrantes ficaram esta sexta-feira impedidos de regressar ao Luxemburgo por terem testes PCR em…português!

O insólito ocorreu num voo entre o Porto e o Luxemburgo da companhia aérea da Easyjet a recusar a entrada no avião para espanto de muitos.

A acrescer a ficarem literalmente em terra e de terem que comprar outro bilhete de avião soma-se mais um teste de despistagem que em média custa 100 euros.



XIAOMI APRESENTA CARREGADOR SEM FIOS REVOLUCIONÁRIO. "DE FICÇÃO CIENTÍFICA"


É uma "tecnologia de ficção científica", nas palavras da empresa de fabrico de telemóveis Xiaomi. Um carregador sem fios que localiza o telemóvel e carrega a bateria sem que o utilizador tenha de se preocupar com com fios, cabos e tomadas elétricas.

"A Mi Air Charge Techonlogy", tecnologia aérea de carregamento da Mi, a abreviatura pela qual é conhecida a empresa chinesa, não preciosa de suporte, de cabo, sequer da atenção do utilizador para carregar o telemóvel.

Pode estar a jogar, passear pela sala (ou pelo quarto), que nem as cadeiras, a cama ou o sofá conseguem interferir com o "feixe" de energia emitido pela central de carregamento.

O segredo desta tecnologia está no posicionamento e transmissão de energia, diz a Xiaomi, em nota enviada aos utilizadores de telefones daquela marca. A central de carregamento, equipada com 144 antenas, envia um raio de ondas milimétricas para o telefone, explica.

O recetor, o smartphone, está equipado com 14 antenas recetoras de sinal, de dois tipos diferente, um que emite sinais para a estação de carregamento e outro que recebe a energia, que chega aos 5 watts - atualmente, os smartphones mais potentes da marca usam carregadores tradicionais que podem debitar até 30 watts, permitindo o chamado carregamento rápido.

Um retificador, circuito que transforma corrente alternada (AC) em corrente contínua (DC), usa o conjunto de antenas do telefone para converter em energia as ondas milimétricas emitidas pela central de carregamento, carregando o aparelho.

No futuro, a Xiaomi espera ter esta tecnologia também disponível para outros aparelhos da marca, como auriculares sem fios ou relógios inteligentes.

A informação disponibilizada não especifica quando esta tecnologia poderá chegar ao público, a que preço ou em que aparelhos.

CABELEIREIRO DE BRAGA PROCESSA ESTADO. "QUE NOS TRATEM A TODOS POR IGUAL"


A gerente de um cabeleireiro de Braga decidiu processar o Estado, considerando que não há igualdade no âmbito das restrições impostas para controlar a pandemia. Vânia Oliveira sentiu "revolta" quando viu uma "figura pública a receber tratamentos de cabeleireiro".

Um cabeleireiro de Braga deu recentemente entrada de uma ação urgente contra o Estado, no âmbito das restrições impostas para controlar a pandemia de Covid-19. A gerente do espaço defende que deve haver "igualdade" e que, "se não é possível prestar serviços de cabeleireiro, então ninguém os pode prestar".

A ação, que visa a proteção de direitos, liberdades e garantias, deu entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga depois de a gerente, Vânia Oliveira, ter visto, nas redes sociais, uma "figura pública a receber tratamentos de cabeleireiro". Em nota enviada às redações, a gerente confessa que já tinha falado com os advogados sobre o tema, mas foi quando viu as imagens que decidiu agir. Vânia sentiu "revolta" e decidiu, "sem medos, que tinha que fazer alguma coisa", não por si, mas pelas "trabalhadoras e por todos os que estão fechados e em dificuldades”.

Embora reconheça que “o cenário é assustador ao nível da saúde pública" e que deve haver "restrições", Vânia Oliveira pede que “haja igualdade, proporcionalidade. Se não é possível prestar serviços de cabeleireiro, então ninguém os pode prestar. Além disso, tem que haver igualdade no tratamento dos vários setores, até porque existem exceções na lei que estão com possibilidade de abertura, são focos grandes de contágio, mas não foram obrigados a encerrar”.

“Nós queremos discutir o que se passa no país. E isto não é só na nossa área. Podemos ir ao supermercado buscar comida e comprar bebidas, mas no take-away não podemos trazer uma garrafa de água. Se encomendarmos pela Uber, já podemos ter bebida. Isto não me faz sentido”, confessa a gerente.

"A saúde está preocupante. Fechamos? Sim. Mas então que nos tratem a todos por igual e os apoios aconteçam, sem entraves, porque a fome e as dificuldades estão a surgir”, remata.

De salientar que a apresentadora Cristiana Ferreira partilhou, no Instagram, imagens onde mostra que está a ser atendida por cabeleireiros, o que tem gerado polémica nas redes sociais.

BIDEN AVANÇA COM PROPOSTA PARA DUPLICAR O SALÁRIO MÍNIMO NOS ESTADOS UNIDOS

A proposta ambiciosa do novo presidente norte-americano Joe Biden de duplicar o salário mínimo para tirar milhões de norte-americanos da pobreza já está na mesa dos legisladores, segundo a agência France Presse (AFP).

Esta medida pode revelar-se uma revolução social para os mais pobres dos Estados Unidos, adianta a agência de notícias francesa. “Mesmo antes da pandemia, o salário mínimo federal de 7,25 dólares [cerca de seis euros] por hora era economicamente e moralmente indefensável”, afirmou o democrata do Estado da Virgínia Bobby Scott, na apresentação do projeto de lei.

Embora muito popular entre a população – mesmo nas fileiras dos apoiantes republicanos – e apoiada há mais de uma década pelos sindicatos, a iniciativa esbarrou na oposição dos republicanos pressionada por lobbies de empresas que recusam custos adicionais.

“Este não é um ideal radical”, defende Bernie Sanders, um antigo candidato presidencial progressista que qualificou os 7,25 dólares por hora de “salário de fome”. “No país mais rico do mundo, quando se trabalha 40 horas por semana, não se deve viver na pobreza“, defende o senador do Vermont, que vai apresentar a proposta e espera convencer os céticos.

A crise económica causada pela pandemia afeta principalmente as pequenas empresas, especialmente o setor da restauração, que não vê com bons olhos esta proposta incluída no gigantesco plano de resgate de 1.900 mil milhões de euros (cerca de 1,6 mil milhões de euros).

O vice-presidente da Federação Nacional de Restaurantes, Sean Kennedy, saudou a proposta, até porque entende a obrigação de pagar esse salário mínimo integralmente, independentemente das gorjetas impostas aos clientes. Isso permite que os patrões paguem aos empregados apenas dois ou três dólares quando essas famosas “gorjetas” preenchem a lacuna com os 7,25 dólares, refere a AFP.

Contudo, esta medida “terá custos insuperáveis” para muitos estabelecimentos que não terão outra escolha a não ser dispensar funcionários ou fechar definitivamente as portas, prevê Kennedy.

Para a nova secretária do Tesouro, Janet Yellen, “o aumento do salário mínimo vai tirar dezenas de milhões de americanos da pobreza, ao mesmo tempo que cria oportunidades para inúmeras pequenas empresas em todo o país”. Tudo depende de como será implementado, argumentou Janet Yellen, observando que um aumento gradual – 15 dólares até 2025 – daria “tempo suficiente para se adaptarem”.

Mas o Governo Biden destaca o círculo virtuoso: pagar aos que têm salários mais baixos geraria milhões de dólares em gastos adicionais do consumidor em bens e serviços prestados por pequenas empresas.

Em 2019, 1,6 milhões de trabalhadores foram pagos com um salário igual ou inferior ao mínimo federal, ou seja, 1,9% de todos os trabalhadores pagos à hora, de acordo com o Gabinete de Estatísticas.

Uma taxa horária de 15 dólares até 2025 aumentaria os salários de 27,3 milhões de pessoas e retiraria 1,3 milhões de famílias da pobreza, estimou o Gabinete de Orçamento do Congresso. Mas estima também estima que possa resultar na perda de 1,3 milhões de postos de trabalho.

Para Gregory Daco, economista-chefe da Oxford Economics, além do impacto potencial, a proposta ilustra a mudança social que Joe Biden queria. “Isto confirma o desejo de uma administração de se concentrar mais nas desigualdades sociais e raciais que levaram a altas tensões no ano passado“, defende Gregory Daco.

A proposta será difícil de aprovar, mesmo que os democratas dominem ambas as câmaras. Bernie Sanders já mencionou o uso de um dispositivo para aprovar a lei por maioria simples.

FORÇAS ARMADAS ALEMÃS VÃO ENVIAR MÉDICOS E EQUIPAMENTO PARA PORTUGAL


O Ministério da Defesa alemão confirmou este domingo que a Alemanha vai enviar médicos e equipamento para Portugal, numa altura de saturação das unidades de cuidados intensivos devido ao número elevado de infeções pela SARS-CoV-2.

"Vamos apoiar Portugal com equipa médica e equipamentos", confirmou uma porta-voz da Defesa alemã à agência Reuters. Os pormenores desta operação deverão ser conhecidos no início da próxima semana.

Ainda esta semana, militares alemães estiveram nos hospitais de Lisboa e Vale do Tejo a avaliar as necessidades de materiais e de recursos humanos. A embaixada da Alemanha em Portugal confirmou depois à agência Lusa de que estava em curso um diálogo entre o governo português e o alemão.

A revista "Der Spiegel", citada pela "Reuters", avança que 27 profissionais (médicos e paramédicos) alemães deverão estar durante três semanas em Portugal, porém o Ministério de Defesa do país não quis comentar os números.

Também este domingo, o chanceler austríaco Sebastian Kurz confirmou que a Áustria vai receber doentes portugueses com covid-19 internados em cuidados intensivos. "A pandemia da covid-19 representa enormes desafios para todos os países europeus. É uma exigência de solidariedade europeia ajudar rapidamente e sem burocracia para salvar vidas", escreveu no Twitter.

DETIDO POR USAR BANDEIRA NACIONAL NAS LIMPEZAS


Agentes da PSP aperceberam-se de homem a faltar ao respeito a símbolo nacional em Lisboa. Pode vir a ser condenado até dois anos de prisão.

Um homem foi detido por agentes da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa pelo crime de ultraje a símbolo nacional. Ao que o JN apurou, estaria a usar uma bandeira nacional como pano de limpezas, algo que foi entendido pelos agentes como uma falta de respeito ao símbolo nacional. Há seis anos, um artista plástico chegou a ser levado a tribunal, acusado deste crime, mas acabou absolvido.

Tudo se terá passado ao início da tarde de anteontem. Polícias em ação de patrulhamento na zona de Benfica aperceberam-se de que, do outro lado da rua, estava um homem a usar uma bandeira nacional como pano de limpeza.


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sábado, 30 de janeiro de 2021

VÁRIOS DETIDOS DURANTE PROTESTO EM FRANÇA CONTRA A LEI DE SEGURANÇA GLOBAL


Pelo menos 20 pessoas foram detidas pela polícia na sequência de manifestações em diversas cidades francesas, em particular na capital Paris, contra uma lei de segurança que desde há meses origina diversos protestos, indicaram os "media" locais.

Na capital, cerca de duas mil pessoas concentraram-se na praça da República, e enquanto decorriam desfiles paralelos organizados pelo coletivo dos "coletes amarelos".

O Sindicato Nacional dos Jornalistas (SNJ) esteve na origem deste protesto, mas também surgiram bandeiras de sindicatos, associações feministas, do partido França Insubmissa e de organizações de extrema-esquerda.

Os incidentes ocorreram uma hora antes do início do recolher obrigatório a partir das 18 horas locais devido à pandemia e após a retirada dos organizadores. Algumas centenas de manifestantes permaneceram na praça e lançaram objetos em direção à polícia de intervenção.

As forças policiais que estavam presentes com forte contingente, cerca de 2.500 agentes vigiaram as marchas durante todo o dia, recorreram a canhões de água e algumas cargas para dispersar os participantes.

Os responsáveis policiais não forneceram informações sobre as detenções, mas segundo a cadeia BFMTV foram presas cerca de 20 pessoas antes da dispersão dos manifestantes que permaneciam na praça.

Registaram-se ainda incidentes e várias detenções em Nantes (oeste da França), numa concentração que decorreu à chuva e com a polícia de intervenção a efetuar diversas cargas e lançar gás lacrimogéneo.

Em França ocorreram hoje manifestações em dezenas de cidades por todo o país contra a Lei de Segurança Global que está a ser discutida no parlamento, após a sua aprovação em primeira leitura pela Assembleia Nacional em 24 de novembro passado.

Um dos aspetos mais polémicos do texto legislativo consiste no artigo 24.º, que prevê a proibição e punição (até um ano de prisão de 45.000 euros de multa) da difusão de imagens de agentes policiais que possam ser identificados, com o argumento de que poderão ficar em perigo.

Na sequência de uma reação nos 'media', associações de direitos humanos e a oposição de esquerda, o Governo francês admitiu reformular esta lei.

BOLSONARO DIZ QUE COMPRARÁ VACINA SPUTNIK SE ANVISA APROVAR USO NO PAÍS


Presidente afirmou que "tem um cheque assinado de $ 20 bilhões" para comprar o imunizante

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, neste sábado (30), se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar, o governo vai comprar a vacina Sputnik V, da Rússia. A informação foi dada em entrevista transmitida pela CNN Brasil. 

"Se a Anvisa aprovar, a gente vai comprar a Sputnik. Tem um 'cheque' meu, assinado em dezembro, de R$ 20 bilhões para comprar esse material", afirmou na manhã de hoje. O presidente deixou o Palácio do Alvorada, em Brasília, para fazer a revisão de sua moto.

Bolsonaro também afirmou que a imunização pelas vacinas tem pequena duração no organismo e, por isso, as pessoas precisam aprender a conviver com o coronavírus.

"A vacina, dizem que tem validade de seis meses. Tem gente desesperada dentro de casa. Mais um indício fortíssimo que tem que aprender a conviver com o vírus. Quem tem imunidade baixa, tem que preservar. Também os mais idosos, com comorbidades. O resto tem que trabalhar, não tem como. Se coloca no lugar de uma pessoa de Ceilândia, Taguatinga (cidades próximas a Brasília), vai ver como estavam vivendo as pessoas lá. Não tem mais churrasquinho de gato, esses informais, chamados invisíveis, estavam abandonados à própria sorte", disse.

Pazuello faz 'trabalho excepcional'

Bolsonaro ainda disse em entrevista que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, faz um “trabalho excepcional” e é um “tremendo gestor”. "Trabalho excepcional o do Pazuello, tremendo de um gestor. Pode investigar o Pazuello, que não tem nenhuma omissão. Ele trabalha de domingo a domingo, vira a noite, eu duvido que outra pessoa desse a resposta que ele está dando", declarou.

O presidente também reforçou a defesa da atuação do governo federal da pandemia em Manaus. "(Sobre o) Amazonas, mandamos R$ 9 bilhões pra lá. Não é competência da gente levar oxigênio pra lá. A gente ficou sabendo numa sexta-feira do problema de gás, na segunda ele estava em Manaus, na quarta já chegou tudo. Usamos a Força Aérea, balsa, logo depois a gente começou a transportar também o pessoal de Manaus que não tinha leitos para outros hospitais da redondeza, em especial hospitais universitários. Ele (Pazuello) faz tudo o que é possível", explicou.

FAMÍLIA DESCOBRE APÓS FUNERAL QUE IDOSO DADO COMO MORTO ESTÁ VIVO


Um homem de 92 anos, natural de Milheirós de Poiares, Feira, foi dado como morto pelo Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV), mas passados 20 dias após o anúncio da morte e do funeral a família foi informada que o homem afinal está vivo.

Um homem dado como morto está vivo e internado há cerca de dois meses no Hospital de Oliveira de Azeméis, devido a problemas respiratórios. Durante a hospitalização ficou infetado com covid-19 e, no passado dia 10, a família foi informada que o idoso tinha falecido.

"Ligaram para a minha irmã a dizer que ele tinha falecido. Ainda tentei ver o corpo para o reconhecer, mas não deixaram" lembrou, ao JN, o filho, Aurelino Vieira.

Agora, 20 dias volvidos, o hospital admitiu o "lamentável erro" e informou a família de que o idoso, afinal, estava vivo. O corpo sepultado pertence a outra família que foi contactada pelo administrador do Centro Hospitalar, que explicou a ambas as famílias a situação ocorrida.

Caberá ao Ministério Público tratar do processo da retirada do corpo que foi enterrado em Milheirós. O funeral foi realizado no passado dia 12, pela família do homem que, afinal, está vivo. "Insisti para ver o corpo, porque alguma coisa me fazia suspeitar que podia não ser o meu pai, mas não deixaram e eu compreendi", referiu.

Na manhã deste sábado, passados 20 dias sobre a morte anunciada, a notícia chegou à família. "Vieram uns médicos do hospital falar comigo a dizer que houve um erro e que o meu pai estava vivo, para eu ir confirmar. Pediram desculpas pelo erro", lembrou o filho que, de imediato, se deslocou ao Hospital de Oliveira de Azeméis.

"O meu pai estava vivo e consciente. Estive a falar com ele e está lúcido", revelou.

Apesar de magoado, Aurelino Vieira mostra alguma compreensão com o sucedido. "Sei que nesta altura os médicos estão com muito trabalho, mas espero que este acontecimento sirva para haver mais cuidado no futuro", referiu.

DELEGADO DO INEM DIZ QUE SÓ EVITOU QUE SE DEITASSEM VACINAS AO LIXO


António Barbosa autorizou a vacinação de 11 funcionários de uma pastelaria.

O delegado do INEM no Porto assumiu este sábado que autorizou a vacinação de 11 funcionários de uma pastelaria próxima, mas recusou qualquer favorecimento, assegurando que se tratou apenas de evitar que as vacinas fossem para o lixo.

Falando hoje aos jornalistas no INEM-Porto, António Barbosa disse que a vacinação dessas pessoas obedeceu apenas a um critério de "disponibilidade e proximidade" e não outro.

Segundo a sua versão, havia mais 11 vacinas preparadas para o pessoal do INEM do que o que se veio a verificar ser necessário e a alternativa ao que determinou seria o desperdício.

"Atendendo o que está descrito na norma, a alternativa a vacinar cidadãos próximos seria descartar, literalmente deitar ao lixo", disse.

Uma resposta à pedidos de esclarecimento da Lusa referia, contudo, que "os prazos estipulados para administração das vacinas após descongelação e diluição, bem como a logística de todo este processo de vacinação, nomeadamente a exigência de condições de assepsia na sua preparação, não permitiriam a administração destas doses sobrantes a pessoas externas, e em ambientes externos ao INEM".

António Barbosa disse ter colocado o seu lugar à disposição da administração -- e não apresentado a sua demissão -- depois de ter sido noticiado que o instituto tinha vacinado contra a covid-19 funcionários de uma pastelaria no Porto, confirmou à Lusa fonte do instituto.

Segundo o Correio da Manhã, que avançou a notícia, "todo o 'staff' do estabelecimento, situado na porta ao lado do INEM, no Porto, recebeu já as duas doses da vacina".

A situação do Porto é conhecida após a Associação Nacional de Emergência e Proteção Civil (APROSOC) ter denunciado, a vacinação de profissionais não prioritários na sede do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O instituto respondeu então que recebeu 1.174 vacinas, mas como alguns profissionais essenciais não puderam ser vacinados por razões de saúde, sobraram 92 doses que foram dadas a outros funcionários, como forma de evitar desperdícios.

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) anunciou na sexta-feira que vai verificar o cumprimento das normas e orientações aplicáveis ao processo de administração da vacina contra a covid-19.

"Esta inspeção vai abranger, nesta fase, as cinco administrações regionais de saúde, IP, os hospitais, os centros hospitalares e as unidades locais de saúde do Serviço Nacional de Saúde, bem como algumas entidades que integram os serviços centrais do Ministério da Saúde", adianta a IGAS numa nota de imprensa publicada no seu portal eletrónico.

Segundo a IGAS, a inspeção assenta em três vertentes: critérios de seleção das pessoas a vacinar dentro dos grupos prioritários, procedimentos de gestão das doses excedentes e medidas preventivas do desperdício.

SETE DETIDOS NA FRANÇA APÓS ROUBO DE VINHOS DE QUASE UM MILHÃO DE DÓLARES


Sete pessoas, entre elas um chinês, foram detidas na França após um roubo de vinhos na região de Bordeaux em setembro, informou a polícia neste sábado (30).

Cerca de 1.600 garrafas de vinícolas de prestígio, como Château Latour, Haut-Briono e Petrus, no valor total de 800.000 euros (970.000 dólares) foram levadas do armazém de um comerciante.

Uma operação em vários pontos da região, da qual participaram cerca de 50 policiais, permitiu a prisão de sete pessoas (seis homens e uma mulher) na última terça-feira. A maioria tinha histórico de roubo ou tráfico de drogas. 

Alguns participaram do roubo, outros agiram como intermediários e o chinês ia comprar uma parte das garrafas para exportá-las. 

Cerca de 800 garrafas foram recuperadas e a polícia também apreendeu vários milhares de euros, armas e drogas. 

Os roubos de vinhos caros, destinados à exportação, aumentaram em Bordeaux, segundo a polícia. 

Em dezembro, uma quadrilha de tráfico de vinho foi desmontada na área, 25 pessoas foram presas e cinco milhões de euros foram confiscados.

PROFESSORA É PRESA POR MANDAR NUDEZ E FAZER SEXO COM ALUNO DE 15 ANOS NA INGLATERRA


Uma professora, de 35 anos, foi condenada a cinco anos de prisão por fazer sexo com um garoto de 15, seu aluno, no condado de Buckinghamshire, no sul da Inglaterra. As informações são do jornal The Sun.

Kandicer Barber é casada e mãe de três filhos, e teria começado a trocar mensagens com o garoto há pelo menos dois anos, nas quais mandava “nudez” e mensagens eróticas.

Em fevereiro de 2020, ela buscou o adolescente em sua casa e o levou até um matagal, onde fez sexo com ele dentro do carro. Depois do ato, ela teria ameaçado o garoto dizendo que o acusaria de estupro caso ele revelasse o caso para alguém.

Em março de 2020, ela foi presa após o vazamento de suas fotos nuas pela escola. Na época, o garoto negou que as fotos eram para ele e disse não ter qualquer relacionamento inadequado com a professora. Ela pagou fiança e respondeu em liberdade.

Mas agora ela foi condenada pelos crimes de incitação de criança em atividade sexual estando em posição de confiança e de comunicação de conteúdo sexual com uma criança.

Kandice nega ter feito sexo com o adolescente e diz que ele inventou a história para se mostrar para os colegas de escola. Mas ela confessou ter mandado nudez e mensagens eróticas para ele.

Um amigo do garoto disse que viu as fotos da professora nua no celular do colega, junto com uma mensagem da professora em que ela perguntava “você gosta mais de peito ou de bunda?”.

Ele também afirmou que o colega contou da relação sexual que teria tido com a professora. “Comi ela”, teria dito o adolescente.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

FRANÇA FECHA FRONTEIRAS A TODOS OS PAÍSES FORA DA UNIÃO EUROPEIA


A França vai fechar fronteiras a todos os países fora da União Europeia e encerrar os centros comerciais, mas o Governo escolhe não reconfinar, mantendo o recolher obrigatório de 18 horas às 6 horas, anunciou esta sexta-feira o primeiro-ministro.

"A questão do confinamento coloca-se de forma legítima, mas nós conhecemos o impacto pesado que isso tem nos franceses de todos os pontos de vista. Ainda temos uma oportunidade de o evitar", disse esta sexta-feira o primeiro-ministro Jean Castex em conferência de imprensa.

Estas decisões foram tomadas esta noite, após um Conselho de Defesa reunido no Palácio do Eliseu, em Paris, e reuniu o Presidente da República, membros do Governo e os principais conselheiros que ajudam o executivo a tomar decisões durante a pandemia.

A França escolhe assim impor outras medidas em vez de um novo confinamento generalizado. Uma das principais medidas é o encerramento das fronteiras a todos os voos vindos de países de fora da União Europeia a partir de domingo.

Outra medida adicional é o encerramento dos comércios não alimentares com mais de 20 mil metros quadrados, ou seja, a maioria dos centros comercias em todo o país. Estes espaços ficarão fechados até ordem em contrário, não havendo para já um horizonte para a reabertura.

De forma a fazer respeitar o recolher obrigatório, o primeiro-ministro disse que os controlos "vão ser reforçados", com mais polícia nas ruas e mais fiscalizações a restaurantes e festas clandestinas.

Desde o início da pandemia já morreram em França mais de 75 mil pessoas e já foram detetados mais de 3 milhões de casos positivos.

SEIS ANOS APÓS DETENÇÃO, SÓCRATES FICA A SABER SE VAI A JULGAMENTO


A decisão instrutória da Operação Marquês, cujo principal arguido é o ex-primeiro-ministro José Sócrates, está marcada para 19 de fevereiro, disse à Lusa fonte ligada ao processo.

Seis anos depois da detenção de Sócrates, por suspeitas de crimes económico-financeiros, a decisão de levar ou não os 28 arguidos a julgamento será conhecida a 19 de fevereiro.

A fase de instrução, pedida por 19 dos arguidos, começou em 28 de janeiro de 2019, sob a direção do juiz Ivo Rosa, do Tribunal Central de Instrução Criminal, que está em exclusividade no processo desde 03 de novembro de 2018.

Um ano e três meses depois, em março deste ano, teve início o debate instrutório, que terminou em 02 de julho, aguardando-se agora a decisão judicial sobre o julgamento.

O juiz irá ler uma súmula da decisão numa audiência pública, que decorrerá numa sala do tribunal criminal de Lisboa, no Campus de Justiça.

No último dia do debate instrutório, o juiz Ivo Rosa destacou a enorme volumetria e complexidade do processo: 146 volumes, 56.238 folhas, às quais se juntam 4.895 folhas entregues na fase de instrução, que teve mais de 39 horas de alegações.

Num processo com 28 arguidos (19 pessoas e nove empresas), foram realizados na fase de instrução 11 interrogatórios a arguidos e inquirição de 44 testemunhas, o que perfaz mais 133 horas.

Além da análise dos elementos de prova, ao tribunal foram colocadas 73 questões jurídicas, entre nulidades processuais, questões sobre inconstitucionalidade e de enquadramento jurídico-penal, a somar aos oito pareceres jurídicos, num total de 1074 folhas.

A acusação do Ministério Público, elaborada por sete procuradores, é composta por 11 volumes [5.036 folhas], 14.084 segmentos de factos e 189 crimes, dos quais 31 ilícitos penais atribuídos ao ex-primeiro-ministro.

José Sócrates, que esteve preso preventivamente, está acusado de corrupção passiva de titular de cargo político, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e fraude fiscal qualificada.

A acusação sustenta que Sócrates recebeu cerca de 34 milhões de euros, entre 2006 e 2015, a troco de favorecimentos a interesses do ex-banqueiro Ricardo Salgado no GES e na PT, bem como para garantir a concessão de financiamento da Caixa Geral de Depósitos ao empreendimento Vale do Lobo, no Algarve, e por favorecer negócios, nomeadamente fora do país, do Grupo Lena.

DIRETORA DA SEGURANÇA SOCIAL DE SETÚBAL DEMITE-SE APÓS VACINAÇÃO INDEVIDA


O Instituto da Segurança Social anunciou a demissão da diretora do Centro Distrital de Setúbal do Instituto da Segurança Social (ISS), Natividade Coelho, alegadamente vacinada contra a covid-19 à revelia das ordens estabelecidas para o processo de vacinação.

Em nota enviada à comunicação social, o Instituto da Segurança Social (ISS) informou que Natividade Coelho "apresentou esta sexta-feira o pedido de cessação de funções", o qual "foi aceite pelo Conselho Diretivo do Instituto da Segurança Social e produz efeitos na próxima segunda-feira."

"Conforme já publicamente divulgado, o Instituto da Segurança Social abriu esta quinta-feira um processo de averiguações urgente com vista ao apuramento dos factos que determinaram a vacinação de funcionários no Centro Distrital de Setúbal e eventuais responsabilidades, aguardando-se as respetivas conclusões", lê-se ainda na nota o ISS.

Notícia avançada pela SIC na quinta-feira dava conta que o centro distrital da Segurança Social de Setúbal vacinou 126 funcionários, incluindo diretores de unidade e de núcleos, entre os quais Natividade Coelho, que foram integrados numa lista onde só deveriam estar utentes e trabalhadores de lares e de cuidados continuados do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida.

INVESTIGADOR PEDE PARA SE REVER O PAPEL DAS SUPERFÍCIES NA TRANSMISSÃO DO VÍRUS


O investigador Henrique Barros considerou esta sexta-feira que se tem dado "demasiado ênfase" à transmissão da covid-19 pessoa a pessoa, esquecendo o papel das superfícies, defendendo a revisão desta posição porque pode estar aí "o insucesso" no combate à pandemia.

O presidente da direção do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto afirmou na audição por videoconferência na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19 que o instituto pretende continuar a trabalhar em três aspetos ligados ao risco.

"O primeiro, que se confunde muitas vezes com os fatores de risco, que é a compreensão dos mecanismos de transmissão de infeção e particularmente de doença", disse o epidemiologista, lamentando que se tenha trabalhado muito pouco sobre isto em Portugal, porque "é essencial perceber o que se está a passar".

"Sabemos que não há infeção sem pessoas que transmitam, acreditamos que se tem posto demasiado ênfase na transmissão de pessoa a pessoas por via aérea, esquecendo o papel das superfícies e é preciso rever esta posição porque parte do insucesso também pode estar por aí", salientou o também presidente do Conselho Nacional de Saúde.

Poe esta razão, Henrique Barros considerou ser fundamental compreender também os contextos da infeção: "defendemos sempre muito a realização de estudos que nos permitissem dizer, informar qual era a natureza dos contextos e que proporção é atribuível a cada um desses contextos".

Chamou a atenção para um aspeto que "continua extraordinariamente evidente", que é "a natureza heterogénea" da infeção pelo SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.

O epidemiologista salientou que, "apesar de Portugal ser um país geograficamente pequeno, na sua extensão em termos de distâncias, tem sido particularmente evidente a heterogeneidade da infeção".

"Daí que falar da infeção em Portugal seja provavelmente um erro porque o tempo da infeção, o espaço da infeção, o momento da sua evolução dinâmica nas populações é completamente distinto nas várias regiões e importa não só identificar isso, compreender isso e agir em conformidade com isso", defendeu Henrique Barros.

Segundo o epidemiologista, esta heterogeneidade é marcada também na evolução ao longo do tempo, que "é especialmente relevante" para se conseguir perceber "algumas das perplexidades" com que os investigadores se deparam.

Para Henrique Barros, é importante serem capazes de entender "o que está verdadeiramente a agir, o que está verdadeiramente a acontecer, para que em determinados momentos a infeção tenha uma expressão tão marcada e noutros essa expressão seja tão diversa", no mesmo momento, em locais diferentes, e sob as mesmas medidas gerais aplicadas.

Salientou ainda a importância de investigar e estudar a evolução dos doentes com esta infeção e de "uma forma rápida sublinhar a importância daquilo que se chama a doença ​​​​​​​covid longa, ou seja, a persistência de sintomas depois da recuperação e a persistência particularmente sintomas muitos meses após aquilo que se podia considerar o desaparecimento da infeção".

VIDEO: TÉCNICA DE ENFERMAGEM É AFASTADA APÓS FINGIR VACINAR IDOSA CONTRA COVID


Uma técnica de enfermagem em Maceió (AL) foi afastada após ter simulado que aplicou a vacina contra a covid-19 em uma idosa de 97 anos na quinta-feira (28). A campanha de vacinação estava sendo realizada no estacionamento do Pátio Shopping da capital. As informações são do Uol.

No momento de aplicar a vacina, a cuidadora da idosa gravou um vídeo no qual é possível perceber que a técnica de enfermagem fura o braço da mulher com a agulha, mas o líquido da vacina não é injetado. Após ver as imagens, a família da idosa procurou os responsáveis pela campanha de vacinação, que constataram a fraude. Em seguida, outra profissional de saúde fez a aplicação da vacina corretamente.

Depois da repercussão do caso, a Prefeitura de Maceió afastou a técnica de enfermagem que cometeu a fraude e abriu um procedimento administrativo para investigar o caso. O MPE-AL (Ministério Público Estadual de Alagoas) informou que vai instaurar uma Notícia de Fato para apurar o ocorrido. O nome da técnica de enfermagem não foi divulgado.

Ao Uol, parentes da idosa contaram que ela estava ansiosa para receber a vacina, pois está há dez meses sem receber visitas dos filhos e netos. “Graça a Deus que a vacinação foi filmada porque, se não fosse o vídeo, iríamos acreditar que minha avó tinha sido imunizada. Apesar de 97 anos, ela é muito ativa e estava chateada de ficar em casa todos esses meses e sem receber visitas dos filhos e netos”, contou uma neta da idosa.

“Quando vimos o vídeo, verificou-se que não tinha sido aplicada a vacina e isso gerou uma indignação”, afirmou ao Uol. Ainda de acordo com os parentes, a aplicação da vacina foi gravada novamente para comprovar que a idosa recebeu o imunizante.

Mudança de protocolo

Em nota ao Uol, a Prefeitura de Maceió afirmou que o fato causou “indignação” e que se trata de um “caso isolado”. Conforme a prefeitura, além de ampliar a fiscalização da vacinação, a administração municipal fez uma mudança no protocolo. Agora, o profissional de saúde que for vacinar alguém terá que mostrar a seringa cheia antes da aplicação e vazia após o procedimento.

MILIONÁRIOS QUE RECEBERAM VACINA DESTINADA A INDÍGENAS PODEM ENFRENTAR PENA DE PRISÃO


A atriz e Ekaterina Baker e o diretor de casinos Rodney Baker, naturais do Canadá, podem vir a enfrentar pena de prisão depois de terem viajado secretamente para uma comunidade indígena de forma a receber a vacina contra a Covid-19 destinada à população local.

O casal de milionários fretou um avião privado para viajar até ao território remoto de Yukon, no Canadá, onde os dois se fizeram passar por empregados de um hotel local para ter direito à vacinação, conta o jornal The Guardian.

O casal foi multado em 2.300 dólares canadianos (cerca de 1.477 euros) por violar as restrições do estado de emergência impostas em Yukon, ao não respeitaram os 14 dias de quarentena impostos aos viajantes.

No entanto, a comunidade insurgiu-se contra a pena, insignificante face ao património do casal, mesmo depois de a polémica ter obrigado Rodney Baker a demitir-se este domingo.

As autoridades locais notificaram Ekaterina Baker e Rodney Baker para comparecerem em tribunal no dia 4 de maio. Se acusados, podem ser condenados a até seis meses de pena de prisão.

Também as regras do acesso à vacinação foram alteradas na região depois do caso: a partir de agora, é necessário apresentar prova de residência para receber a vacina.

As autoridades do Canadá enviaram uma equipa de vacinação para a comunidade de Beaver Creek, no território de Yukon, devido ao acesso limitado a cuidados de saúde e predominância de população idosa, a maioria indígenas da chamada "White River First Nation" (Primeira Nação do Rio Branco).

PARLAMENTO APROVA LEGALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA


O parlamento aprovou esta sexta-feira, em votação final global, a despenalização da morte medicamente assistida.

A lei, resultado dos projetos aprovados, na generalidade, em fevereiro de 2020, foi aprovada com 136 votos das bancadas do PS (com exceção de oito deputados), BE, Verdes, PAN, do deputado da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, das deputadas não-inscritas Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues, e de 14 deputados do PSD. O PS e PSD deram liberdade de voto aos seus deputados.

Votaram contra 78 deputados do PSD, CDS, Chega, PCP e PS (oito deputados). Abstiveram-se quatro deputados, dois do CDS e dois do PSD.

Face às regras sanitárias devido da epidemia de covid-19, e para evitar que estivessem muitos deputados no hemiciclo ao mesmo tempo, a votação decorreu em três tempos, por grupos de deputados.

Depois de aprovada, a lei segue, dentro de dias, para decisão do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que pode vetar, enviar para o Tribunal Constitucional ou promulgar.

Se o presidente promulgar a lei, Portugal será o quarto país na Europa, e o sétimo no Mundo, a despenalizar a eutanásia.

A votação final global do diploma resulta de projetos do BE, PS, PAN, PEV e IL aprovados, na generalidade, em fevereiro de 2020, foi agendada para a reunião plenária desta sexta-feira, depois de ter terminado a discussão e votação na especialidade, em comissão, já no mês de janeiro.

A lei prevê, nomeadamente, que só podem pedir a morte medicamente assistida, através de um médico, pessoas maiores de 18 anos, sem problemas ou doenças mentais, em situação de sofrimento e com doença incurável.

VIDEO: BIDEN RI APÓS SER PERGUNTADO SOBRE QUANDO PRETENDE CONVERSAR COM BOLSONARO


O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deu risada após ser questionado pela jornalista Raquel Krähenbühl, correspondente da GloboNews, sobre quando pretende conversar com o presidente Jair Bolsonaro.

“Senhor presidente, quando o senhor vai falar com o presidente brasileiro? Quando vai falar com Bolsonaro?”, perguntou Raquel, sem obter resposta.

Bolsonaro, grande apoiador do ex-presidente Donald Trump, foi um dos últimos chefes de estado a reconhecer a vitória do democrata e só enviou uma carta no dia da posse de Biden, no dia 20 de janeiro. Já o presidente dos Estados Unidos criticou a política ambiental do governo brasileiro.

INCÊNDIO EM APARTAMENTO CAUSA FERIMENTOS EM OITO MORADORES


Um incêndio num apartamento no Bairro da Boavista, em Lisboa, provocou ferimentos por inalação de fumos em oito moradores, esta noite de quinta-feira.

O prédio foi evacuado enquanto os bombeiros combateram o incêndio, dado como extinto meia hora depois do alerta. Cinco cães foram resgatados nas operações de combate às chamas.

Os feridos, sete adultos e um jovem com 15 anos, foram assistidos no local e cinco foram transportados para o Hospital São Francisco Xavier. Os restantes recusaram transporte para o hospital.

O incêndio deflagrou às 20.15 horas no terceiro andar do lote B da Rua das Acácias, naquele bairro lisboeta. Ao local acorreram os bombeiros Sapadores de Lisboa, INEM e PSP com 27 operacionais e 12 viaturas. O incêndio foi dado como extinto cerca de meia hora depois do alerta.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

BARALHO PERDE REIS, RAINHAS E VALETES PARA ACABAR COM SEXISMO, VEJA COMO VAI SER


Indignada porque o rei valia mais do que a rainha e porque todas as figuras eram brancas, Indy Mellinck, estudante de Psicologia Forense dos Países Baixos, decidiu acabar com essa desigualdade de género e raça. Estes são os novos baralhos.

A ideia partiu de uma estudante dos Países Baixos e já pode ser encontrada à venda com o nome GSB Cards. Tudo começou no verão, quando Indy Mellinck, a jogar cartas com os primos, ficou surpreendida por saber que o rei valia mais do que a rainha e que todos – reais, rainhas, valetes – eram todos brancos. Por isso, decidiu ela própria reparar essa desigualdade de género e de raça, substituindo as figuras por ouro, prata e bronze, mantendo inalterado o restante baralho.

GSB Cards é o acrónimo de Gold, Silver Bronze, o que em português significa Ouro, Prata e Bronze e os baralhos, que podem ser personalizados, já estão disponíveis online, que podem ser comprados à unidade por 9,95€ ou em pack de dois (19€).


“Este jogo de cartas foi desenhado com uma paixão pela luta pela igualdade de género e raça. O nosso objetivo é que todos se sintam confortáveis ​​jogando cartas ”, conclui Indy Mellinck, citada na imprensa francesa.

Até ao momento, foram vendidas mas de “1.500 unidades em França, Bélgica, Alemanha e até nos Estados Unidos. As lojas de jogos têm mostrado interesse em vender o jogo”, lê-se no site. Mellinck concluiu o mestrado em Psicologia Forense e dá aulas na Universidade Erasmus, em Roterdão.

LINHA VERMELHA PODE SER ATINGIDA DAQUI A DOIS MESES

                           O índice de transmissão está a aumentar. Portugal pode chegar aos 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes e ...