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segunda-feira, 21 de março de 2022

RÚSSIA REJEITA ENCONTRO COM ZELENSKY E INTENSIFICA BOMBARDEAMENTOS


Ao 26.º dia de guerra, o Kremlin defendeu que as negociações com a Ucrânia ainda não justificam um encontro entre os líderes dos dois países. A capital ucraniana acordou com bombardeamentos, mortes e destruição. Em Kherson, as tropas russas dispersaram um protesto disparando sobre os manifestantes e a estratégica cidade de Odessa registou os primeiros bombardeamentos a atingir edifícios residenciais.

- Um centro comercial situado numa área residencial de Kiev foi bombardeado pelas forças russas, esta madrugada, matando pelo menos oito pessoas. O ataque provocou uma cratera de vários metros de largura no parque de estacionamento junto ao edifício. A Rússia confirmou o bombardeamento, afirmando que o centro comercial era utilizado pelos ucranianos para o armazenamento de armas.

- O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vai visitar a Polónia na viagem que vai fazer à Europa a partir de quarta-feira, para discutir com os aliados europeus a invasão russa da Ucrânia, anunciou a Casa Branca.

- O chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu esta segunda-feira à União Europeia que interrompa "todo o comércio" com a Rússia e que rejeite os recursos energéticos do país. "Nenhum euro para os ocupantes, fechem todas as portas, não enviem produtos, rejeitem os recursos energéticos", pediu. "Sem comércio, sem as suas empresas e os seus bancos, a Rússia não terá dinheiro para esta guerra", acrescentou.

- Apesar da disponibilidade demonstrada por Zelensky, o Kremlin afirmou que os avanços nas negociações entre a Rússia e a Ucrânia ainda não são suficientes para um encontro entre os líderes dos dois países.

- O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou um novo recolher obrigatório na capital ucraniana a partir da noite desta segunda-feira até à manhã de quarta-feira. O último recolher foi decretado na semana passada e durou 35 horas.

- A Amnistia Internacional comprovou pelo menos 11 ataques potencialmente criminosos e violadores de direitos humanos na Ucrânia, como bombardeamentos de escolas e hospitais e o uso de munições proibidas.

- As tropas russas acabaram, esta segunda-feira, com um protesto na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, disparando sobre os manifestantes. Há relatos de feridos.

As forças navais russas no Mar Negro bombardearam prédios residenciais em Odessa. É o primeiro ataque do género à cidade portuária, considerada um importante alvo estratégico para o Kremlin.

- Portugal aceitou, até esta segunda-feira, 16.806 pedidos de proteção temporária a pessoas chegadas da Ucrânia em consequência da situação de guerra, segundo a última atualização feita pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

- As escolas portuguesas já receberam a inscrição de 500 alunos ucranianos refugiados da guerra, revelou o ministro da Educação.

- Negociações não oficiais entre os dois lados da barricada, com a mediação de civis, conduziram a uma inusitada troca: seis corpos russos foram trocados por dois ucranianos vivos.

- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, defendeu que o seu país não poderá aceitar o ultimato feito pela Rússia para entregar a cidade estratégica de Mariupol, porque o povo ucraniano rejeita a presença das forças russas.

1 comentário:

- R y k @ r d o - disse...

Belas informações que muito gostei de ler. Maldita Guerra. Maldito seja Putin
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Cumprimentos cordiais e poéticos
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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