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sexta-feira, 25 de junho de 2021

CIENTISTAS IDENTIFICARAM PLANETAS ONDE EXTRATERRESTRES PODEM OBSERVAR A TERRA


Um novo estudo realizado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos da América, identificou planetas e sistemas de estrelas onde extraterrestres podem observar a atividade humana.

As cientistas envolvidas no estudo elaboraram uma lista, através de uma técnica usada para procurar vida noutros planetas, identificando 1.715 sistemas de estrelas e centenas de potenciais planetas que são próximos e semelhantes à Terra, onde a vida alienígena poderia ter descoberto a Terra nos últimos cinco mil anos.

Segundo o estudo, 46 sistemas de estrelas estão próximos o suficiente para que os planetas alienígenas consigam intercetar um sinal claro da existência humana, nomeadamente as transmissões de rádio e de televisão, que começaram há cerca de 100 anos.

O estudo também estima que 29 planetas, que são potencialmente habitáveis, estão bem posicionados para evidenciar a presença dos humanos na Terra, conseguindo de facto captar e ouvir as transmissões de rádio e televisões vindas da Terra.

Na realização deste estudo, as cientistas Lisa Kaltenegger, professora de astronomia e diretora do Instituto Carl Sagan da Universidade Cornell em Nova Iorque, e Jackie Faherty, astrofísica do Museu Americano de História Natural, consultaram o catálogo da Agência Espacial Europeia, que mostra as posições e os movimentos das estrelas, para descobrir quais os sistemas de estrelas que estão mais bem posicionados para observar a Terra quando ela passa em frente ao sol.

As astrónomas observaram milhares de sistemas de estrelas e destacaram uma estrela anã vermelha, conhecida como Ross 128, pertencente à constelação de Virgem, assim como um planeta com quase duas vezes o tamanho da Terra, estando a cerca de 11 anos-luz de distância, uma posição suficientemente boa para receber transmissões da Terra.

As cientistas destacaram ainda uma outra estrela chamada Trappist-1, que está a 45 anos-luz de distância, um posicionamento que as astrónomas consideram também ser perto o suficiente para observar a Terra. Esta estrela tem pelo menos sete planetas e quatro deles estão na zona habitável para testemunhar a Terra, porém apenas o conseguirão fazer daqui a 1.642 anos.

As descobertas surgem no momento em que o governo dos Estados Unidos da América prepara-se para publicar um relatório sobre objetos voadores não identificados (OVNIs), realizado pela task-force dos Fenómenos Aéreos Não Identificados do Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA.

Este relatório será um marco importante na história, pois apesar de ter ou não conclusões objetivas, o relatório vai conter informações sobre OVNIs que serão tornadas públicas pelos serviços secretos dos Estados Unidos da América.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

VIDEO: BOLA DE FOGO FOI AVISTADA NO CÉU NO SUL DE PORTUGAL

 


Uma bola de fogo passou na madrugada de segunda-feira pelo céu no sul de Portugal, onde a luz, provocada por um meteorito, acabou por se extinguir, de acordo com informação da agência espanhola Efe.

A bola de fogo, que percorreu o sudoeste da Península Ibérica, foi observada por um projeto científico espanhol a uma velocidade de 227 mil quilómetros por hora.

O acontecimento foi detetado pelos sensores do projeto SMART, do Instituto de Astrofísica da Andaluzia (IAA-CSIC), dos observatórios astronómicos de Calar Alto (Almeria), Sevilha e La Hita (Toledo).

Segundo a análise do principal investigador do projeto SMART, José María Madiedo, do IAA-CSIC, a bola de fogo foi registada às 3.49 horas de segunda-feira.

O fenómeno ocorreu quando uma rocha de um asteroide entrou na atmosfera terrestre a uma velocidade de cerca de 227 mil quilómetros por hora e, devido à sua grande luminosidade, pôde ser vista numa grande parte do sul e centro de Espanha.

A colisão com a atmosfera a esta velocidade fez com que a rocha se tornasse incandescente, gerando assim uma bola de fogo que começou a uma altitude de cerca de 132 quilómetros a oeste da Andaluzia.

A partir daí, seguiu uma trajetória para oeste, extinguindo-se a uma altitude de cerca de 60 quilómetros acima do sul de Portugal.

Os detetores do projeto SMART operam no âmbito da Rede Meteorológica e de Observação da Terra do Sudoeste da Europa (SWEMN), que visa monitorizar continuamente o céu, com o intuito de registar e estudar o impacto na atmosfera terrestre de rochas de diferentes objetos do Sistema Solar.


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