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quarta-feira, 21 de julho de 2021

ERRO DE CONTROLADORA AÉREA COLOCOU AVIÕES EM ROTA DE COLISÃO EM PARIS


O incidente aconteceu no dia 20 de julho de 2020, no aeroporto Charles De Gaulle, revela hoje relatório da investigação. Os aviões estiveram a 90 metros de distância.

O incidente envolveu um Boeing 787 da United Airlines que chegava a Paris vindo de Newark, e um Airbus A320 da EasyJet que se preparava para descolar em direção a Málaga. O relatório da investigação feita pela Autoridade Francesa de Segurança Aerea, divulgado esta terça-feira pela CNN, revela que um dos aviões ia levantar voo da pista 09R e estava previsto que o outro aterrasse na 09L. Por engano a controladora aérea disse ao aparelho da United Airlines para aterrar na 09R.

A tripulação tentou confirmar a mudança de pista, mas não recebeu resposta. Ao mesmo tempo, a controladora dava autorização ao avião da Easyjet para descolar da mesma pista.

Segundo o relatório, a tripulação da EasyJet perguntou porque é que o United Airlines estava a aterrar na pista 09R e alertou para uma possível colisão. O Boeing 787 estava nesta altura a cerca de 100 metros do chão e a um quilómetro do final da pista.

Tanto a tripulação da EasyJet, como a controladora, apressaram-se a dizer aos pilotos para subirem e eles acabaram por abortar a aterragem. Quando os aviões se cruzaram, estavam a cerca de 90 metros um do outro.

Os investigadores descobriram que, nesse dia, a controladora não tinha linha de visão para as pistas 09 porque o equipamento voltado nessa direção estava a ser arranjado.

No momento do incidente, o aparelho tinha recebido luz verde dos técnicos e a controladora estava a mudar de lugar. Esta disse aos investigadores que estava também confusa por causa de um avião com dificuldades técnicas e que um pouco antes tinha pedido para aterrar na pista 09R por ser mais longa do que a 09L.

A Autoridade Francesa de Segurança Aérea considerou que houve ainda outros fatores que contribuíram para o que aconteceu, incluindo o facto de a controladora ter estado muito tempo parada por causa da redução do tráfego aéreo. Também a linguagem utilizada pela tripulação americana contribuiu para a confusão, porque não foi a mais clara possível.

sábado, 19 de junho de 2021

RYANAIR DESISTE DOS RECURSOS SOBRE DESPEDIMENTO DE TRIPULANTES DE LISBOA E PORTO


A Ryanair desistiu das ações e dos recursos interpostos às decisões dos tribunais do trabalho de Lisboa e da Maia, relativamente ao despedimento de tripulantes em Lisboa e Porto, anunciou este sábado o sindicato do pessoal de voo.

"Fomos notificados de que a Ryanair assumiu, perante os tribunais portugueses, que os despedimentos coletivos que promoveu, quer na base de Lisboa, quer na do Porto, eram ilegais, tendo desistido das ações em curso e dos recursos relativamente a esta matéria", anunciou o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), em comunicado.

Cabe, agora, aos tripulantes decidir "se pretendem ser reintegrados na empresa ou indemnizados", acrescentou o SNPVAC.

No entanto, "os processos irão prosseguir para julgamento para que os tribunais se pronunciem relativamente aos créditos laborais que foram igualmente peticionados" pelos tripulantes.

O sindicato congratulou a "resiliência" dos seus associados, "que muito tiveram de lutar para que fosse feita justiça", e aplaudiu a sua "capacidade de sacrifício ao longo dos últimos meses".

"Apesar de ter sido um processo moroso e difícil, a justiça acabou por ser feita e a verdade reposta. Ainda existe um longo caminho a percorrer na defesa dos direitos dos nossos associados, mas o SNPVAC não baixará os braços e fará tudo o que estiver ao seu alcance para a sua salvaguarda", conclui o sindicato.

Em janeiro, o Tribunal do Trabalho da Maia declarou ilícito o despedimento de nove tripulantes da Ryanair, no âmbito de uma providência cautelar, obrigando a companhia aérea irlandesa a reintegrá-los.

De acordo com a sentença proferida em 25 de janeiro, a que a Lusa teve acesso, o tribunal julgou procedente a providência cautelar requerida por nove tripulantes afetos à base do Porto, no âmbito de um despedimento coletivo realizado em dezembro que abrangeu 23 trabalhadores, e declarou "a ilicitude do despedimento de que os requerentes foram alvos".

Menos de um mês depois, em 16 de fevereiro, o Tribunal do Trabalho de Lisboa teve decisão idêntica relativamente ao despedimento de seis tripulantes da base de Lisboa, que "foi considerado ilícito", de acordo com Ricardo Penarroias, da direção do SNPVAC.

"O processo iniciou-se em princípios de janeiro, em que se deram todos os passos jurídicos", tendo sido ainda criada uma comissão com a mediação da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), "que não chegou a uma conclusão, acabando a companhia por decidir, uma vez mais, avançar com o processo de despedimento", disse, na altura, o sindicalista à agência Lusa.

Ambas as decisões dos tribunais do trabalho eram, ainda, passíveis de recurso por parte da Ryanair, de acordo com o dirigente sindical, mas a companhia aérea acabou, agora, por desistir do recurso e restantes ações.

quarta-feira, 3 de março de 2021

DIOGO LACERDA MACHADO E ESMERALDA DOURADO VÃO DEIXAR A TAP


Diogo Lacerda Machado e Esmeralda Dourado apresentaram a demissão do Conselho de Administração da TAP com efeitos a partir do final de abril, avança o jornal online "Eco". Os responsáveis ainda devem assinar as contas de 2020, saindo depois.

O mandato do atual conselho de administração terminou em dezembro. Contudo, e dado que o plano de reestruturação está ainda a ser negociado em Bruxelas, a assembleia geral eletiva está atrasada, não havendo data ainda para a sua realização, o que precipitou o anúncio de saída destes dois gestores, com ou sem reunião de acionistas, diz o Eco.

Esta notícia surge depois de nos últimos dias a TAP ter revelado que ia aderir ao lay-off clássico. Numa comunicação interna, a companhia aérea explica aos funcionários que "do presente processo de "lay-off" não resultará redução de remuneração para os trabalhadores para além da que resultar das reduções determinadas pelo(s) Acordo(s) de Emergência celebrados com as organizações sindicais".

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

2021 O ANO EM QUE A TAP VAI VENDER 8 AVIÕES E POUPA EM MANUTENÇÃO

                                   


Operadora aérea nacional ficará com menos de uma centena de aparelhos.

É um ajuste na dimensão da frota da Transportadora Aérea Portuguesa no contexto da pandemia do coronavírus - e da crise económica a ela associada. Assim, a TAP vai vender oito aeronaves, numa operação que é para concretizar no primeiro trimestre de 2021. Não foi revelado quem será o comprador.

O acordo está já assinado, revela o jornal económico "Eco", devendo a frota da operadora baixar da fasquia dos 100 aviões para ficar com uma armada que será constituída por um número entre os 83 e os 89 aviões.

Esta redução, através da venda de equipamentos mais antigos, permitirá à TAP poupar na manutenção, assim como realizar algum encaixe financeiro.

A "TAP fechou o terceiro trimestre com 101 aviões, prevendo continuar a reduzir a frota", disse a empresa em comunicado recente remetido à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários em que apresentou as contas dos primeiros nove meses: prejuízos a rondar os 700 milhões de euros.

A empresa aérea nacional, que é detida a 72,5% pelo Estado, 22,5% pelo empresário Humberto Pedrosa e 5% pelo grupo de trabalhadores, registou este ano, no quadro da pandemia, uma quebra de 70% no número de passageiros transportados.

PILOTO ESPANHOL DE 14 ANOS MORRE APÓS SER ATROPELADO EM CORRIDA

Hugo Millán, de 14 anos, morreu este domingo após ter sido atropelado por um adversário na sequência de uma queda sofrida durante uma corrid...