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terça-feira, 30 de junho de 2020

AO FALAR DO AUMENTO DO COVID-19 EM LISBOA MEDINA DIZ QUE QUE SE DEVE A "MÁS CHEFIAS E POUCO EXÉRCITO"



O Presidente da Câmara municipal de Lisboa, Fernando Medina, disse esta terça-feira que "com maus chefes e pouco exército não é possível ganhar esta guerra".

"É uma nota directa a todos os responsáveis relativamente a esta matéria, que é preciso agir rápido. Ou há capacidade de conter isto rápido ou então têm de ser colocadas as pessoas certas nos sítios certos".

"Têm de ser reavaliadas nos sítios em que não funcionam naturalmente, Há sítios em que funcionam muito bem, noutros não estão a funcionar. Isto é válido ao nível local e regional. O ministério da Saúde tem de prestar uma atenção central a isto".

"Isto é um alerta claro: chefias, qualidade das chefias. Ou dão provas de conseguir ou não dão provas de conseguir agora é essencial que sejam mudadas agora, não é daqui a uma semana, 15 dias ou um mês. Daqui a um mês é tarde e vamos estar a correr atrás do prejuízo".

"Esta questão que já está endereçada em parte pela admissão de mais 100 novos operacionais na área da saúde pública, mas na minha opinião tem que aumentar mais 100, mais 200, mais 300. Vamos buscar ao exército onde for, vamos buscar a qualquer sítio. Este exército de operacionais de saúde pública tem de aparecer já nos próximos dias".

"Falhou também a ação no terreno naquilo que é o diagnóstico que é feito pelas autoridades de saúde. Quando se mandam fazer rastreios generalizados, mas depois os testes demoram muito tempo, ou os inquéritos demoram mais tempo ainda, e o problema das infecções já está noutro sítio que não aquele".

É essencial encurtar os tempos dos resultados dos testes e inquéritos.

" É absolutamente essencial que os testes sejam efectuados de forma extremamente rápida. Entre o teste e o resultado ou a pessoa é protegida ou então o resultado tem de sair em muito pouco tempo. É essencial também que o tempo do inquérito seja concretizado no espaço de 12 horas no máximo, que haja logo contacto com a pessoa que deu positivo e que haja uma determinação: saber quais foram as pessoas que tiveram em contacto".










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