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terça-feira, 10 de novembro de 2020

APÓS INCIDENTE "GRAVE" BRASIL SUSPENDE ENSAIOS CLINICOS COM A VACINA CHINESA CORONAVAC

 


A autoridade sanitĂĄria do Brasil anunciou hoje que suspendeu os ensaios clĂ­nicos da vacina Coronavac, do laboratĂłrio chinĂȘs Sinovac, contra o novo coronavĂ­rus, apĂłs um incidente "grave" com um voluntĂĄrio.

Em comunicado, a AgĂȘncia Nacional de VigilĂąncia SanitĂĄria (Anvisa) informou que decidiu interromper o ensaio clĂ­nico da vacina Coronavac "apĂłs a ocorrĂȘncia de um evento adverso grave", em 29 de outubro.

A Anvisa não deu mais informaçÔes sobre o incidente, referindo apenas que a categoria de "evento adverso" pode incluir a morte, efeitos secundårios potencialmente fatais, incapacidade ou invalidez persistente ou significativa, hospitalização ou outro "evento clinicamente significativo".

"Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntĂĄrio poderĂĄ ser vacinado", precisou a agĂȘncia, acrescentando que vai "avaliar os dados observados atĂ© o momento e julgar o risco/benefĂ­cio da continuidade" dos testes.

A suspensĂŁo dos ensaios clĂ­nicos da Coronavac, que envolve nove mil voluntĂĄrios, ocorreu um dia depois de o gigante farmacĂȘutico norte-americano Pfizer anunciar que a sua vacina contra a covid-19 alcançou 90% de eficĂĄcia nos testes.

As vacinas candidatas da Pfizer e Sinovac estĂŁo em ensaios da Fase 3, a Ășltima fase antes de receberem aprovação regulamentar.

Ambas estĂŁo a ser testadas no Brasil, o segundo paĂ­s mais afetado pela pandemia, com mais de 162.000 mortes.

A Coronavac, que estå igualmente a ser testada na China, Turquia, Bangladesh e Indonésia, tem sido objeto de uma batalha política no Brasil entre um dos seus maiores apoiantes, o governador de São Paulo, João Doria, e o seu principal adversårio político, o presidente Jair Bolsonaro, que em outubro proibiu a sua compra.

O chefe de estado referiu-se Ă  vacina da Sinovac como sendo proveniente "daquele outro paĂ­s" e, em vez disso, promoveu a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a empresa farmacĂȘutica britĂąnica AstraZeneca.

O Governo de SĂŁo Paulo aliou-se Ă  Sinovac para coordenar a Ășltima fase dos ensaios clĂ­nicos em territĂłrio brasileiro, e assinou um contrato que incluiu a aquisição e distribuição de 46 milhĂ”es de doses da vacina.

Bolsonaro, que se mostra cético em relação à gravidade da pandemia e se declara anticomunista, também determinou que a vacinação contra a covid-19, que jå causou quase 156 mil mortes e mais de 5,3 milhÔes de infetados no Brasil, não serå obrigatória.

Toda a situação gerou uma forte polĂ©mica no paĂ­s e transformou a distribuição da futura vacina numa batalha altamente politizada entre o chamado “Bolsonarismo” e a oposição, tanto conservadora quanto de esquerda.

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