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quinta-feira, 10 de junho de 2021

LUIS FILIPE VIEIRA ACUSADO DE USAR DINHEIRO DO BENFICA NA ESFERA PRIVADA


O sócio do Benfica Jorge Mattamouros interpôs, esta quinta-feira, uma ação cível contra o presidente do clube por violação dos estatutos, alegando, entre outras coisas, que Luís Filipe Vieira usa dinheiro do clube para a sua empresa.

“O Benfica é um lesado de Luís Filipe Vieira” este é o mote do advogado Jorge Mattamouros, que vive nos Estados Unidos e tem dupla nacionalidade.

Na ação, entregue ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, este sócio alega que o Benfica está numa “crise institucional profunda”, devido à “decadência moral personificada em Luís Filipe Vieira” e à “instrumentalização do clube para um sem número de práticas ilícitas e eticamente censuráveis que servem os interesses pessoais do presidente, em detrimento dos interesses do clube”.

Sustentando-se nos estatutos do clube, Jorge Mattamouros pretende, com esta ação, que Vieira perca o mandato de presidente. Caso se demita, o jurista promete desistir do processo em tribunal.

A primeira alegação do queixoso diz respeito ao alegado uso de recursos do Benfica para benefícios da Promovalor, de Vieira.

“Luís Filipe Vieira confunde a cada passo negócios pessoais com os dinheiros do clube” e “usa a presidência do Benfica e os recursos do clube para seu benefício pessoal”, resume, alegando que “parte do dinheiro que saía das contas do Benfica” era depois “entregue em numerário a funcionários da Promovalor”.

Enumerando factos conhecidos na comissão de inquérito ao Novo Banco e uma investigação do Ministério Público, Jorge Mattamouros conclui que Vieira usou o seu estatuto de presidente do Benfica para na renegociação das dívidas ao Novo Banco. 

“Para o Novo Banco (como para qualquer outro credor), dinheiro do Benfica é igual ao dinheiro da Promovalor. Assim, a liquidação da dívida do Benfica junto do Novo Banco permitiu a Luís Filipe Vieira ter condições mais favoráveis na restruturação da sua dívida pessoal, em relação à qual não pagou um cêntimo nesse período, passando o ónus para os contribuintes.”

Outro exemplo daquilo que diz ser a violação dos estatutos é a OPA lançada ao Benfica, que afirma que foi usada para Vieira acertar contas com o sócio, José António Santos.

Este sócio alega que nem sequer o atual mandato de Vieira é legítimo, “pois tem origem num processo eleitoral repleto de irregularidades, que culminou com fraude no voto eletrónico, enquanto as urnas, por abrir, eram levadas para parte incerta pela calada da noite, por guarda-costas escolhidos a dedo por Luís Filipe Vieira”. Defende, então, que as eleições deviam ser anuladas.

Todas estas alegações, pode ler-se na ação cível, “representam o maior escândalo de abuso de poder no desporto português e de promiscuidade entre o futebol e os mercados financeiros, envergonhando os benfiquistas e causando revolta nos contribuintes”.

Jorge Mattamouros está convencido que estas acusações, que diz estarem fundamentadas em prova documental e testemunhal, vão chegar a julgamento.

Jorge Mattamouros é advogado e sócio do Benfica há 27 anos e é nessa qualidade que avançou com uma ação em tribunal contra Vieira. É cunhado de João Noronha Lopes, o candidato derrotado nas eleições em outubro, mas garante: não é nem vai ser candidato à presidência do clube.

domingo, 27 de dezembro de 2020

"CASO LUISÃO" DIVIDE BENFICA E VIEIRA PODE TER DE INTERVIR


A forma intempestiva como Luisão reagiu à derrota diante do FC Porto, por 0-2, na final da Supertaça Cândido de Oliveira, pode vir a provocar alterações na estrutura do futebol do Benfica num futuro próximo.

Assim que soou o apito final no Estádio Municipal de Aveiro, o diretor técnico (que se sentou no banco em substituição do diretor geral, Tiago Pinto, que foi diagnosticado com Covid-19) 'puxou as orelhas' a diversos intervenientes, entre eles Rui Costa.

De acordo com o jornal A Bola, o administrador da SAD encarnada não gostou da atitude do brasileiro. Um sentimento que se alastrou, não só ao treinador, Jorge Jesus, como até a alguns dos jogadores do plantel.

Ao passo que alguns entendem que esta reação mais enérgica, vinda de um ex-atleta com larga experiência no mundo do futebol, poderia ser o que a equipa necessitava, outros defendem que terá sido exagerada face ao contexto.

Nesse sentido, acrescenta a mesma publicação, o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, pode mesmo ter de vir a ser chamado a intervir para serenar os ânimos e voltar a unir todas as partes envolvidas.

domingo, 15 de novembro de 2020

"SÓ SENTI PRESSÕES PARA O BENFICA NÃO TENHO CONHECIMENTO DE OUTRAS"

 


Augusto Baganha, ex-presidente do IPDJ, reitera a O JOGO que o Governo terá intercedido a favor das águias.

Augusto Baganha, ex-presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), concedeu uma curta entrevista a O JOGO, admitindo que terá sofrido "pressões" por parte do Governo para que o Benfica não fosse penalizado em algumas circunstâncias. O DIAP de Lisboa terá aberto um inquérito na sequência de uma denúncia que chegou à Procuradoria-Geral da República, no qual Baganha foi testemunha pelas notas que terá tirado durante reuniões com o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. "Há algum tempo referi isso e volto a confirmar essas pressões - sem querer dar casos concretos, pois a questão é do foro da Justiça. Não quero pronunciar-me, mas posso adiantar que houve pressões mais públicas e outras mais privadas", revela, deixando a garantia de que a tentativa de interceder no desporto só aconteceu para os encarnados: "Pressões só para o Benfica, nunca para outros clubes. Não tenho conhecimento de outras."

A interdição do Estádio da Luz, em julho de 2017, durante alguns dias, mas que o Benfica evitou com a correção do regulamento de segurança, é um dos momentos que terá motivado tais situações, processo explicado pelo antigo líder do IPDJ. "O Benfica tem o seu regulamento acordado, mas na altura, de certo modo, exerceu um contencioso com o regulamento, que não estava de acordo com a lei. Dissemos que não e chegámos a interditar o campo. Tanto era ilegal que o Benfica foi obrigado a corrigir", recorda, sem confirmar que essa interdição tenha motivado palavras de Tiago Brandão Rodrigues a favor das águias. "O Benfica está acima da lei. Nós não podemos tratar todos os clubes de igual modo. O Benfica tem mais adeptos do que a população de alguns países", terá dito, segundo publicou o "Correio da Manhã", descrevendo uma reunião no verão de 2017 entre o ministro, o secretário de Estado do Desporto e Juventude, João Paulo Rebelo, e o IPDJ. Baganha não quer entrar em considerações que estão entregues à Justiça.

Fonte próxima do ministério da Educação diz a O JOGO que as frases publicadas não têm fundo de verdade, rejeitando qualquer tipo de interferência a favor do Benfica. "Atendendo a que nada nem ninguém está acima da lei e que os clubes têm de cumprir com as determinações legais que lhes forem atribuídas, as referidas afirmações são desprovidas de sentido, pelo que a denúncia também não tem qualquer sentido ou fundamento. O ministro e o secretário de Estado colaborarão sempre com as autoridades e instâncias superiores, não havendo conhecimento de qualquer processo em curso. Aliás, é bem patente o que a tutela demonstrou com a sua ação, no sentido do sólido cumprimento da lei, nomeadamente a chamada lei da violência no desporto, que foi alterada, garantindo melhor eficácia, maior celeridade processual e maior responsabilização dos agentes no seu cumprimento", foi expresso em nota disponibilizada pela assessoria do ministro, reforçando-se que a criação da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto "demonstra total isenção na aplicação da lei".

O ministério lamenta os "anos de mediatismo" à volta do caso, desde que mudou a equipa do IPDJ, entrando Vítor Pataco para a sua liderança, em setembro de 2018. Baganha desmente que tenha havido acordo para a sua saída: "Há um despacho a exonerar-me a mim e à Lídia Praça, que é incoerente e pouco fundamentado. Houve um concurso público e queria levar o mandato até ao fim. Não coloquei o lugar à disposição. Não houve acordo."



sábado, 14 de novembro de 2020

"O BENFICA ESTÁ ACIMA DA LEI" TERÁ DITO O MINISTRO DA EDUCAÇÃO

 


A agenda do antigo presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Augusto Baganha, terá anotações de declarações que terão sido feitas pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e pelo secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, que indiciam eventuais pressões para beneficiar o Benfica.

O SLB está acima da lei. Nós não podemos tratar todos os clubes de igual modo. O SLB tem mais adeptos do que a população de alguns países”. Esta será uma das anotações da agenda de Baganha, conforme transcreve o Correio da Manhã (CM), realçando que a declaração é imputada pelo ex-presidente do IPDJ ao ministro da Educação.

Tiago Brandão Rodrigues terá dito aquelas palavras em 2017, numa conversa com João Paulo Rebelo e Baganha num hotel em Caminha, no âmbito da Conferência de Ministros da Juventude e Desporto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como destaca o CM.

As declarações terão sido testemunhadas por dois responsáveis do IPDJ, “um director de serviços e um chefe de divisão”, vinca o mesmo jornal.

A alegada conversa terá surgido numa altura em que o Benfica corria o risco de ser sancionado com jogos à porta fechada devido ao incumprimento de regras de segurança no Estádio da Luz.

“Mas você pensa que alguma vez o SLB vai deixar de jogar no seu Estádio, mesmo com aquela notificação”, terá afirmado o secretário de Estado do Desporto na mesma conversa, conforme o que Baganha apontou na sua agenda.

O Ministério Público está já na posse da agenda do ex-presidente do IPDJ, ainda segundo o CM.

Baganha confirma “pressões”

“Confirmo as pressões que foram sobre mim exercidas e que constam do processo que está a decorrer”, refere Baganha ao jornal.

O gabinete do ministro da Educação assegura que “as referidas afirmações são desprovidas de sentido, pelo que a denúncia também não tem qualquer sentido ou fundamento“, conforme fonte oficial ouvida pelo CM, vincando ainda que “nada nem ninguém está acima da lei” e que “os clubes têm de cumprir com as determinações legais que lhes forem atribuídas”.

Notando não ter “conhecimento de qualquer processo em curso”, o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues afiança que o seu ministério e o secretário de Estado do Desporto “colaborarão sempre com as autoridades e instâncias superiores”.

Baganha saiu da presidência do IPDJ em 2018, um ano antes de terminar o seu mandato. Ele terá sido demitido pelo secretário de Estado do Desporto que alegou, contudo, que a saída foi decidida em concordância pelos dois.

Em Setembro de 2018, Baganha foi à Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no Parlamento, para explicar a sua saída do IPDJ, falando de “pressões” e de “ambientes estranhos”.

“O secretário de Estado enviou por SMS o telemóvel do advogado do Benfica para a minha colega do Conselho Directivo para que fosse resolvido o processo de interdição do Estádio da Luz em Julho de 2017 e fê-lo de uma forma… com impulsividade“, notou, na altura, Baganha.

O Ministério Público está, neste momento, a investigar o actual presidente do IPDJ, Vítor Pataco, suspeitando que favoreceu o Benfica no processo aberto contra o clube devido ao apoio às suas claques, No Name Boys e Diabos Vermelhos, que não estão legalizadas.


terça-feira, 3 de novembro de 2020

INVADE RELVADO DO ESTADIO DA LUZ COM CARRO

 


Esta terça-feira um carro invadiu o relvado do estádio da Luz, segundo informa a rádio Renascença. Ao que tudo indica, o condutor circulou durante alguns minutos no relvado e foi de imediato detido pela PSP.

O incidente aconteceu por volta das 16h30 e o condutor em questão terá aproveitado o facto de um dos portões exteriores do estádio estar aberto para, primeiro, aceder ao estádio, e, depois, ao relvado.

No ato da detenção do condutor pela PSP, o agente que imobilizou a viatura terá sofrido ferimentos ligeiros e, em seguida, foi transportado para o Hospital Santa Maria, em Lisboa.

INTERVENÇÃO NA PONTE DO FREIXO DURANTE MÊS E MEIO PODE CONDICIONAR TRÂNSITO

A Infraestruturas de Portugal está a proceder à colocação de barreiras de proteção nas laterais da Ponte do Freixo, podendo os trabalhos, co...