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sexta-feira, 18 de junho de 2021

SUDÃO CORTA NET MÓVEL PARA ALUNOS NÃO COPIAREM NOS EXAMES


As autoridades sudanesas decidiram cortar a internet móvel durante três horas em todo o país, a partir de sábado, para evitar que os estudantes do ensino secundário, em exames de admissão à universidade, a utilizem nos exames.

"Comprometemo-nos a cortar a internet durante três horas diárias a partir de sábado, das 8 horas às 11 horas, até ao final dos exames em junho", disse aos jornalistas o chefe da Autoridade Sudanesa de Comunicações, Sadeq Yamal al Din.

O responsável acrescentou que a decisão foi tomada a pedido da Procuradoria-Geral da República, medida que já foi implementada em setembro do ano passado pelas mesmas razões.

De acordo com Al Din, os serviços de internet por cabo não serão afetados, pelo que o trabalho nos bancos, empresas e instituições governamentais em todo o país não será interrompido.

Perante as queixas relativas à medida, que representa uma "grande perda" para as empresas de telecomunicações e para diferentes setores económicos, a autoridade anunciou que irá "implementar um plano para compensar as empresas", sem especificar, no entanto, em que consistirá.

Tanto o Ministério Público sudanês como os ministérios da Educação e do Interior insistem em cortar a internet durante os 12 dias de exames do ensino secundário, que começam este sábado, e que serão realizados por cerca de 500 mil estudantes.

"O objetivo de cortar o serviço de internet dos 'smartphones' durante três horas é assegurar a confidencialidade dos testes", disse também o supervisor de exames do Ministério da Educação, Mahmud Ser al Jatm, em declarações aos jornalistas.

O Governo sudanês implementou esta medida pela primeira vez no ano passado, depois de receber queixas de que muitos estudantes usaram os seus 'smartphones' nos exames de bacharelato e trocaram perguntas e respostas através de redes sociais.

O corte da internet móvel afetará um total de 20 milhões de cidadãos que contrataram este serviço.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

MAIORIA DOS PROFESSORES USA EQUIPAMENTO PRÓPRIO PARA CONSEGUIR DAR AULAS ONLINE


Apenas 5% dos professores receberam equipamento necessário para dar aulas a partir de casa, segundo um questionário da Fenprof que revela que 95% dos docentes usa o seu próprio equipamento e passou a ter despesas acrescidas.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) concluiu que "valeram os professores para que os alunos voltassem às aulas", a partir do inquérito divulgado esta segunda-feira, ao qual responderam mais de quatro mil docentes.

Para a Fenprof, o ensino à distância - que foi retomado há uma semana - está a funcionar graças aos docentes, "uma vez que, dez meses depois das promessas do primeiro-ministro, as escolas continuam sem recursos para uma resposta que, sendo de emergência, é fundamental quando o ensino presencial, por razões excecionais, tem de ser suspenso".

Segundo o inquérito, 95% dos professores estão a trabalhar em casa com o seu equipamento e a maioria teve de comprar um computador, uma vez que em 81% das casas há, no mínimo, duas pessoas em teletrabalho simultâneo.

Também 95% dos docentes disseram ter despesas acrescidas, não incluindo a compra de computador, mas sim o uso da internet, telemóvel e outros recursos indispensáveis ao trabalho remoto.

"Os professores deverão ser ressarcidos das despesas que fizeram e continuam a fazer com o teletrabalho, incluindo a compra de computador e outras inerentes à atividade profissional conforme estabelece o Código de Trabalho nos seus artigos 166.º e 168.º", defende a federação sindical.

Apenas 4% dos docentes estão a trabalhar nas escolas e oito em cada dez professores decidiu fazer formação específica, recorrendo na maior parte das vezes a formações que encontrou online.

"Só 20% afirma ter frequentado formação da iniciativa da escola ou do Ministério da Educação, mas, em relação a esta última, não chegam a 0,2% os que afirmam ter havido", sublinha a Fenprof em comunicado.

Ainda sobre a falta de apoio a docentes com filhos menores de 12 anos, a federação recorda que este é um grupo profissional envelhecido e por isso 78% dos professores já não têm filhos desse grupo etário.

No entanto, entre os que têm filhos pequenos, nove em cada dez admite ter dificuldades na gestão entre as aulas e o acompanhamento dos filhos.

"Os professores que se encontram em teletrabalho e têm filhos menores de 12 anos deverão poder recorrer às creches e escolas de acolhimento, caso necessitem, e os que estão em atividade presencial deverão beneficiar dos apoios prestados aos demais trabalhadores", defende a Fenprof.

Outra das exigências reiteradas é a vacinação imediata dos docentes que se encontram em atividade presencial. Para os restantes professores, a Fenprof entende que devem ser vacinados contra a covid-19 antes do regresso às escolas, "de acordo com recomendações internacionais, designadamente da UNESCO e da Internacional de Educação".

Participaram no inquérito mais de quatro mil docentes desde professores da educação pré-escolar, passando pelo ensino básico até ao secundário.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

( DESTEMIDAS ) HOMOSSEXUALIDADE E ABORTO EM SÉRIE INFANTIL NA RTP2




Destemidas, a serie infantil  emitida pela RTP 2  ( ZIG ZAG ), que fala de aborto, homossexualidade, divórcio, feminismo e religião, está a deixar os pais à beira de um ataque de nervos.

Em um dos muitos comentários partilhados no Facebook pode ler-se que: " Neste programa é escandalosa a defesa e promoção do aborto, faz-se também o elogio a uma mulher com quatro filhos que sai de casa para ir viver com outra mulher, o ódio ao catolicismo percorre o video inteiro".
O episódio  a que se refere o leitor, conta a historia de uma feminista francesa defensora do aborto e galardoada em 2008 com a legião de honra, de nome, Thérèse Clerc.

Muitas queixas já chegaram ao provedor da estação publica, e também à Entidade Reguladora para a Comunicação Social, que afirmou:" as participações encontram-se em apreciação pelos serviços da entidade".













JOVEM QUE MATOU OITO PESSOAS EM TRÊS SPAS ASIÁTICOS CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA

Um homem acusado de matar oito pessoas, a maioria mulheres de ascendência asiática, em salões de massagens na área de Atlanta, nos EUA, decl...