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quinta-feira, 11 de março de 2021

ATIVIDADE VULCÂNICA EM PLANETA EXTRASSOLAR ESTÁ A FORMAR NOVA ATMOSFERA


Astrónomos detetaram indícios de atividade vulcânica num planeta extrassolar que estará na origem da formação de uma nova atmosfera, divulgou esta quinta-feira a Agência Espacial Europeia, que opera o telescópio Hubble, com que foram feitas as observações.

O planeta GJ 1132b, que tem densidade, tamanho e idade semelhantes à Terra, orbita muito próximo uma estrela anã vermelha e perdeu rapidamente a sua atmosfera primária, constituída por hélio e hidrogénio, quando era um planeta gasoso.

Em muito pouco tempo, o planeta tornou-se rochoso e está a formar uma nova atmosfera, que substitui a anterior, rica em hidrogénio, cianeto de hidrogénio, metano e amoníaco.

Os astrónomos teorizam que o hidrogénio da primeira atmosfera "foi absorvido pelo manto de magma derretido do planeta" e que agora está a ser lentamente libertado pela atividade vulcânica para formar uma nova atmosfera.

Para o astroquímico Paul Rimmer, da universidade britânica de Cambridge, que participou no estudo, "esta segunda atmosfera vem do interior do planeta", pelo que "é uma janela para a geologia de outro mundo".

A equipa científica atribui ao aquecimento das marés o facto de o manto do planeta se manter o quente suficiente para permanecer líquido durante muito tempo e alimentar a atividade vulcânica.

O aquecimento das marés, fenómeno que acontece em Io, uma das luas de Júpiter, ocorre por atrito, quando a energia da órbita e da rotação de um planeta ou lua é dissipada sob a forma de calor no interior do planeta ou lua.

No caso do planeta GJ 1132b, existe pelo menos um outro planeta no mesmo sistema estelar que exerce sobre ele uma atração gravitacional.

Os resultados do estudo serão publicados na revista da especialidade The Astronomical Journal.

domingo, 24 de janeiro de 2021

SPACE X LANÇA 143 SATÉLITES E CINZAS HUMANAS NUM FOGUETE


A SpaceX enviou, este domingo, um recorde de 143 satélites num único foguete, como parte do novo programa de carga partilhada entre empresas a um custo mais baixo, entre as quais a funerária Celestis, que mandou cápsulas de cinzas humanas.

A denominada missão Transporter-1, a partir de Cabo Canaveral, deu hoje início ao programa de redução de custos SmallSat Rideshare, segundo o qual um pequeno satélite de uma empresa pode viajar até ao espaço em outras naves espaciais em vez de comprar um foguete completo a um preço muito mais elevado.

O preço por enviar 200 quilos de carga para uma órbita heliossíncrona é de um milhão de dólares (cerca de 821 mil euros, à taxa de câmbio atual).

Depois da tentativa fracassada no sábado, devido a más condições meteorológicas, a SpaceX lançou hoje com êxito o foguete Falcon 9 com 133 satélites pequenos, entre eles um contentor cheio de restos humanos cremados da Celestis, e 10 mais do programa Starlink Internet da empresa.

O recorde anterior foi registado há quatro anos, com o foguete PSLV da Índia, com 104 satélites.

A missão Transporter-1 acontece a quatro dias depois do lançamento de mais 60 satélites da rede Starlink da SpaceX, com os quais a empresa pretende fornecer Internet de alta velocidade em qualquer parte do mundo.

O objetivo da SpaceX é colocar 1584 satélites na órbita terrestre a 549 quilómetros acima da Terra, uma distância menor que a habitual para estes dispositivos comerciais.

A SpaceX foi fundada em 2002 pelo empresário Elon Musk, presidente executivo da Tesla.

EXTRADITADO PARA CABO VERDE HOMEM QUE MATOU AGENTE DA PSP EM 2005 NA AMADORA

O cidadão cabo-verdiano cumpriu em Portugal 17 dos 23 anos de prisão a que tinha sido condenado pelo homicídio de Irineu Diniz. O homem que ...