Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta GUERRA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta GUERRA. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de abril de 2022

TESTE DE MÍSSIL BALÍSTICO VAI FAZER INIMIGOS DA RÚSSIA "PENSAREM DUAS VEZES"


O Exército russo anunciou, esta quarta-feira, que realizou, com sucesso, o primeiro teste de um disparo do míssil balístico intercontinental Sarmat, uma arma de nova geração e muito longo alcance que servirá, segundo o presidente Vladimir Putin, de alerta aos inimigos do país.

"Trata-se de uma arma única, que reforçará o potencial militar das nossas Forças Armadas, vai garantir a segurança da Rússia contra as ameaças externas e vai fazer aqueles que ameaçam o nosso país com uma retórica desenfreada e agressiva pensarem duas vezes", declarou Putin, após o anúncio televisivo do teste balístico. "Ressalto que na criação do Sarmat foram usados apenas conjuntos, componentes e peças de produção nacional", acrescentou.

Segundo Putin, o míssil balístico intercontinental pesado de quinta geração Sarmat é capaz de "derrotar todos os sistemas antiaéreos modernos".

Esta arma faz parte de uma série de outros mísseis apresentados em 2018 como "invisíveis" por Vladimir Putin. Entre eles estão os mísseis hipersónicos Kinjal e Avangard.

Vida vai "mudar para melhor"

Putin afirmou, esta quarta-feira, que a Rússia vai alcançar os seus objetivos militares na região de Donbass, no leste da Ucrânia, e isso vai permitir que as pessoas regressem às suas vidas normais.

Falando numa reunião no Kremlin destinada a promover a Rússia como uma terra de oportunidades, Putin disse que Moscovo foi forçada a iniciar uma "operação militar" na Ucrânia por causa da "tragédia" que está a ocorrer em Donbass. "Eu disse isso no início o objetivo desta operação é ajudar o nosso povo que vive em Donbass", afirmou. "Vamos agir de forma consistente e garantir que a vida se torne gradualmente normal, mude para melhor"; assegurou.

Revisão da Organização Mundial do Comércio para combater sanções "ilegais"

Putin ordenou uma revisão da posição de Moscovo dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC) para combater sanções "ilegais" impostas pela sua operação militar na Ucrânia. Segundo o líder russo, os governos ocidentais violaram as regras da OMC ao impor restrições de importação politicamente motivadas a produtos russos, como aço e outros metais.

A Rússia é um dos maiores exportadores mundiais de produtos brutos, como aço laminado. "As medidas hostis em relação aos produtores de metais da Rússia foram tomadas para atender a interesses políticos imediatos", disse Putin.

"Instruo o governo a realizar uma revisão abrangente da legitimidade das ações tomadas pelos nossos parceiros comerciais ocidentais e a preparar uma estratégia atualizada para as nossas ações dentro da Organização Mundial do Comércio", continuou.

O presidente russo instruiu ainda os ministros a encontrar formas de estimular a procura doméstica por aço russo para manter as fábricas a funcionar e preservar empregos.

sexta-feira, 4 de março de 2022

ZELENSKY ALVO DE TRÊS TENTATIVAS DE ASSASSINATO


Dois grupos de mercenários tinham instruções para eliminar o presidente e outros altos dirigentes ucranianos, mas espiões russos anti-guerra fizeram gorar os planos.

Volodymyr Zelensky foi alvo de três tentativas de assassinato na semana passada. Segundo o jornal britânico The Times, há dois grupos de mercenários no terreno com a missão de aniquilá-lo: o Wagner Group, organização paramilitar apoiada pelo Kremlin, e elementos das forças sanguinárias chechenas. As tentativas terão sido frustradas por elementos anti-guerra dos serviços de inteligência russa.

Citando uma fonte próxima do Wagner Group, o jornal adianta que os mercenários não só sofreram pesadas baixas como foram surpreendidos pela rapidez e precisão com que os homens de Zelensky anteciparam os seus movimentos. Uma das tentativas aconteceu no sábado, nos arredores de Kiev, e resultou na eliminação de um grupo de assassinos chechenos.

Oleksiy Danilov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, afirmou aos canais televisivos nacionais que a informação sobre o plano para matar Zelensky partiu de vários agentes do Serviço Federal de Segurança da Federação Russa (sucessor dos serviços secretos da antiga União Soviética, KGB) que "não querem fazer parte desta guerra sangrenta". "Graças a isso, o grupo de elite de Kadyrov (presidente da Chechénia) foi eliminado quando veio para cá para matar o nosso presidente", acrescentou.

Poucos dias após o início da invasão da Ucrânia pelo exército russo, já corriam notícias na Imprensa internacional de que Moscovo tinha dado ordens aos grupos de assassinos com vista a assegurar uma vitória clara. A operação tinha por base uma lista com os nomes de 24 figuras a eliminar em poucos dias, com Zelensky à cabeça.

No dia 28, o jornal "The Times" dava conta da presença de pelo menos 400 homens em Kiev com ordens para matar o presidente e os membros do Governo. Pertencem ao Wagner Group e viajaram para a capital a partir de África há cinco semanas. "Basta um deles ter sorte e todos vamos para casa com uma recompensa", disse a fonte próxima da organização.

O Warner Group está associado a uma série de conflitos, desde a guerra na Síria aos confrontos na região ucraniana de Donbass, nos anos de 2014 e 2015, tendo neste caso ajudado as forças separatistas à autoproclamação da independência de Donetsk e Lugansk, que Vladimir Putin reconheceu dias antes da mais recente invasão à Ucrânia.

Acusado de crimes de guerra, o grupo e vários dos seus membros, incluindo o fundador, Dmitry Uktin, seguem a ideologia neonazi. Uktin atribuiu-lhe o nome em referência a Richard Wagner, tido como o compositor preferido de Hitler. Outra fonte citada pelo jornal britânico, desta feita do meio diplomático, avançou que a força de elite russa Spetsnaz estaria mais bem preparada do que estes mercenários para levar a cabo a missão de assassinar os altos dirigentes ucranianos, só que seria mais difícil ocultar a ligação dos crimes ao Kremlin.

Os militares chechenos incluídos nestas tentativas de assassinato são conhecidos por serem uns impiedosos sanguinários e a sua presença na Ucrânia tem sido relatada nos últimos dias. Inclusivamente, fontes oficiais do país disseram que mataram Magomed Tushayev, o homem à frente desse exército, no sábado passado, num combate no norte de Kiev. Informação que o presidente da Chechénia negou.

No passado, Tushayev foi acusado de matar chechenos da comunidade LGBT.

terça-feira, 20 de abril de 2021

PRESIDENTE FILIPINO DIZ QUE NÃO HESITARÁ EM ENVIAR NAVIOS DE GUERRA AO MAR DA CHINA


O presidente filipino, Rodrigo Duterte, afirmou que não hesitará em mobilizar navios de guerra no Mar da China para a reivindicação de seu país sobre as potenciais reservas de petróleo na área em disputa, em particular com o gigante asiático.

"Não me importam muito os conflitos pela pesca. Não acredito que existam peixes suficientes para justificar uma disputa", afirmou Duterte.

"Mas quando começarmos a perfurar, quando começarmos a recuperar o que o Mar da China tem em suas entranhas, nosso petróleo, então neste momento vou mobilizar meus navios para respaldar a reivindicação", disse.

O presidente das Filipinas, no entanto, destacou a vontade de "continuar sendo amigo da China e compartilhar o que existe".

Duterte, que depois de chegar ao poder em 2016 se aproximou da China, é criticado por sua passividade ante a presença chinesa na região.

A tensão aumentou no mês passado, quando foram detectados centenas de navios chineses perto do disputado recife de Whitsun, que os filipinos chamam de recife Julián Felipe, na área das ilhas Spratly, cuja soberania é reivindicada por vários países, incluindo China e Filipinas.

Pequim, que reivindica a quase totalidade do Mar da China Meridional, rico em recursos naturais, se recusou durante semanas a retirar os navios que, segundo Manila, entraram ilegalmente em sua zona econômica exclusiva.

A China afirmou que eram embarcações que se refugiaram do mau tempo.

Os navios da Marinha das Filipinas organizaram "patrulhas de soberania" na região.

A China afirma ter sido o primeiro país a descobrir e dar nome às ilhas do Mar da China.

A Corte Permanente de Arbitragem (CPA), tribunal com sede em Haia, decidiu em 2016 a favor das Filipinas, ao afirmar que a China não tem um direito histórico sobre este mar estratégico.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

SEIS COMBATENTES MORTOS NA SÍRIA POR MÍSSEIS LANÇADOS POR ISRAEL


Ao menos seis combatente pró-Irã morreram nesta sexta-feira em um ataque de mísseis lançados por Israel contra suas posições na província de Hama, oeste da Síria.

Os combatentes mortos na região de Masyaf são todos paramilitares estrangeiros que lutam ao lado das forças do presidente Bashar al-Assad, afirmou o diretor da ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdel Rahman.

Os mísseis atingiram posições de milícias apoiadas pelo Irã em Masyaf e um centro de pesquisas do regime sírio.

O exército israelense afirmou que não comenta notícias da mídia estrangeira.

De acordo com governo dos Estados Unidos, o centro atingido pelo ataque fabricaria gás sarin, uma afirmação desmentida pelas autoridades sírias, que repetem que o país não tem armas químicas.

A agência estatal síria informou que a defesa aérea síria intercetou mísseis lançados por Israel contra a província de Hama. 

"Nossa defesa aérea intercetou um ataque sobre a região de Maysaf", na província de Hama, fundamentalmente rural, afirmou a a agência.

A TV pública síria divulgou imagens em que aparecia, segundo ela, a força aérea respondendo ao ataque israelense.

No Líbano foram ouvidos aviões de guerra israelenses sobrevoando o país  vizinho à Síria - pouco antes dos bombardeios, constataram correspondentes da AFP.

Israel realizou centenas de bombardeios na Síria desde que começou a guerra civil, em 2011, contra forças iranianas, forças do movimento xiita Hezbollah e tropas do governo sírio.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

ESTAMOS EM RISCO DE UMA NOVA GUERRA MUNDIAL ALERTA O CHEFE DO EXÉRCITO BRITÂNICO

 


A actual incerteza mundial e a aguda crise económica por causa da pandemia do coronavírus podem provocar uma nova guerra mundial, alerta o chefe das forças armadas britânicas. Segundo o general Nick Carter, a escalada de tensões regionais é um terreno fértil para erros de cálculo que nos colocam mais perto de um conflito generalizado.

“Penso que vivemos num momento em que o mundo é um lugar cheio de incertezas e ansiedades e, claro, com a dinâmica da concorrência global que faz parte das nossas vidas, acho que o verdadeiro risco, com tantos conflitos regionais a acontecer neste momento, podemos assistir a uma escalada que resulte em erros de cálculo”, disse o chefe das Forças de Defesa em entrevista à Sky News.

Questionado sobre se acreditava mesmo que havia um verdadeiro perigo de uma nova guerra mundial, o general Carter respondeu: “O que estou a dizer é que o risco existe e temos de estar conscientes desses riscos”.

O chefe das Forças Armadas britânicas desde 2018 sublinhou que é sempre importante lembrar os riscos, “porque quando nos esquecemos do horror da guerra, o maior risco é que as pessoas pensem que a guerra é uma coisa razoável para fazer”.

“Temos de nos lembrar que a história pode não se repetir, mas tem um ritmo e olhando para trás, para o último século, antes das duas guerras, penso que é indiscutível que havia uma escalada que levou a erros de cálculo que redundaram, no fim, numa guerra de uma escala que esperamos nunca mais ver”, acrescentou o general.



RÚSSIA FAZ NOVA AMEAÇA NUCLEAR: KREMLIN ADMITE LANÇAR O MÍSSIL BALÍSTICO INTERCONTINENTAL "SATAN II"

leksey Zhuravlyov, deputado da Duma (câmara baixa do parlamento), fez uma nova ameaça nuclear contra o ocidente. Zhuravlyov foi entrevistado...