Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta INCÊNDIOS. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta INCÊNDIOS. Mostrar todas as mensagens

domingo, 7 de março de 2021

PORTUGAL VAI COMPRAR 14 MEIOS AÉREOS PRÓPRIOS ATÉ 2026


Portugal vai adquirir 14 meios aéreos próprios de combate aos incêndios rurais até 2026, anunciou, esta quinta-feira, o ministro da Administração Interna.

No final de um Conselho de Ministros dedicado às florestas, Eduardo Cabrita precisou que os meios aéreos próprios a adquirir são seis helicópteros ligeiros, seis helicópteros médios e dois aviões anfíbios pesados.

O ministro frisou que este plano de aquisição decorre até 2026 e tem como objetivo criar "um sistema mais eficaz de resposta aérea a incêndios rurais, articulando meios próprios do Estado com meios alocados".

Segundo Eduardo Cabrita, trata-se de um investimento de 156 milhões de euros que vão ser financiados com fundos europeus, designadamente pelo Plano de Recuperação e Resiliência e o mecanismo europeu de proteção civil.

"O que consta da resolução hoje aprovada são 14 meios aéreos que serão propriedade do Estado. O Ministério da Administração Interna que tem a relação com o mecanismo RescEU [proteção civil europeia] acionou já a cláusula de reserva de dois aviões Canadair, que são financiados, pelo menos, a 90% pelo mecanismo europeu de proteção civil e que, pelo menos até 2026, contaremos com eles", precisou o governante.

Além da aquisição dos 16 meios aéreos próprios do Estado, o conselho de ministros também aprovou o plano de aluguer dos meios aéreos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para o período de 2023 a 2026.

Segundo o ministro da Administração Interna, a resposta dos meios aéreos "tem sido muito eficaz" e a relação entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a Força Aérea, que assumiu em 2018 a gestão dos meios aéreos de combate a incêndios, tem sido "muito positiva".

"Temos resolvidos os problemas contratuais até 2023. Até 2023 temos um sistema que garante 60 meios aéreos nos próximos três anos ao serviço do sistema sem necessidade de qualquer contrato adicional", frisou, acrescentando que hoje foi decidido "trabalhar para o futuro", ou seja, "para lá de 2023, num balanço de meios próprios e meios que continuarão a ser locados".

Questionado sobre os helicópteros Kamov do Estado comprados em 2006 e que se encontram há alguns anos inoperacionais, Eduardo Cabrita afirmou que a Força Aérea "está a concluir as análises técnicas" para que sejam tomadas decisões sobre a sua utilidade operacional ou sobre outras decisões de Estado.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

INCÊNDIOS PODEM INTERROMPER FÉRIAS DE MARCELO REBELO DE SOUSA

                


De férias no Porto Santo, o Presidente da República disse esta quinta-feira que está a acompanhar a vaga de incêndios que assola  o território continental, e admite a possibilidade de interromper as férias se a situação piorar.


"É um período particularmente difícil. Estou a acompanhar e sempre, como acontece nestas situações, embora eu deva partir daqui depois de amanhã (sábado), espero não ter de partir amanhã (sexta-feira). Era bom sinal. Era sinal de que a noite permitiu um controlo nalgumas destas frentes".


"Estou solidário e acompanho o que eles estão a fazer".

"As condições já se sabia, eram muito difíceis no dia de hoje e nos próximos dias".



domingo, 26 de julho de 2020

MARCELO DIZ QUE "A PREVENÇÃO DOS INCÊNDIOS SOFREU COM A PANDEMIA"


Quanto à prevenção, ela sofreu, há que dizer, de facto, sofreu com a pandemia. Os meses que eram meses cruciais da transição da primavera para o verão foram meses acabados por não existir", disse Marcelo.

Devido ao confinamento e das pessoas não poderem sair entre Março e Junho ouve "uma limitação, que obriga agora que o combate seja um combate, esperemos que à altura do que tem sido, mas em condições difíceis".

"Até agora o que se pode dizer é que, na generalidade dos casos, houve capacidade de resposta, sobretudo nos grandes casos, nos grandes fogos", lamentou também o "azar" pela morte dos dois bombeiros, um de acidente de viação e o outro por ataque cardíaco. 





PILOTO ESPANHOL DE 14 ANOS MORRE APÓS SER ATROPELADO EM CORRIDA

Hugo Millán, de 14 anos, morreu este domingo após ter sido atropelado por um adversário na sequência de uma queda sofrida durante uma corrid...