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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

NOVO CHIP APROXIMA ROBÔS DO SER HUMANO


Os investigadores de inteligência artificial do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT na sigla em inglês) estão a desenvolver "cérebros" personalizados para robôs, com o objetivo de acelerar o tempo de resposta das máquinas e aproximá-las do ser humano.

Os novos chips vão permitir ao robô desenvolver capacidades físicas e captar estímulos da mesma forma que o ser humano, algo que não é possível com os chips convencionais.

Com base na configuração de hardware do robô e as capacidades de deteção física, os chips irão permitir que a interação entre os robôs e os humanos seja mais natural. Além disso, Sabrina Neuman, investigadora principal do Laboratório de Informática e Inteligência Artificial do MIT, salienta que desta forma poderão também executar tarefas antes impossíveis, como, por exemplo, prestar cuidados médicos na linha da frente a pacientes contagiosos, de forma a reduzir o risco de infeção dos profissionais de saúde.

"Para que os robôs possam ser implantados no terreno e operar em segurança em ambientes dinâmicos em torno de seres humanos, precisam de ser capazes de pensar e reagir muito rapidamente, e neste momento os algoritmos atuais não podem ser executados no hardware atual da CPU com a rapidez suficiente", explica Brian Plancher, coautor da investigação, da Universidade de Harvard.

Assim, a "robomorphic computing" é a nova abordagem desenvolvida pela equipa de investigadores, que produziu um chip oito vezes mais rápido do que um CPU não personalizado, mas a uma velocidade de relógio lenta. "Fiquei entusiasmada com estes resultados", explica Neuman.

Robin Deits, engenheiro de robótica da Boston Dynamics, realça que o facto de os robôs pensarem mais rápido, faz com que possam vir a "desbloquear comportamentos excitantes que anteriormente seriam demasiado difíceis em termos computacionais".

Destaca ainda que o desempenho do software é fundamental na robótica, uma vez que "o mundo real nunca espera que o robô acabe de pensar".

A investigação será apresentada em abril, na Conferência Internacional sobre Apoio Arquitetónico para Linguagens de Programação e Sistemas Operativos.

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