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domingo, 3 de janeiro de 2021

SINDICATO DENUNCIA "GRAVES IRREGULARIDADES" COM CADÁVERES DE VÍTIMAS DE COVID-19

 


Os corpos de doentes que morreram de covid-19 estĂŁo a permanecer vĂĄrias horas nas enfermarias do Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Lisboa Central, um atentado Ă  dignidade de doentes e familiares, denuncia um sindicato, que pede respostas ao Governo.

"Graves irregularidades na manipulação de cadĂĄveres de doentes COVID-19 falecidos no Centro Hospitalar UniversitĂĄrio de Lisboa Central (CHULC) atentam contra a dignidade dos doentes com infeção por SARS-CoV-2 e seus familiares. AlĂ©m das deficientes condiçÔes de trabalho jĂĄ amplamente denunciadas, tambĂ©m esta situação mostra a falta de competĂȘncia do Conselho de Administração (CA) do CHULC em assegurar resposta Ă  pandemia em todas as suas vertentes", denuncia o Sindicato dos MĂ©dicos da Zona Sul (SMZS), em comunicado hoje divulgado.

O sindicato acusa o CA do centro hospitalar de nĂŁo ter preparado devidamente a segunda vaga da pandemia, o que culminou no "tratamento desumano dos seus utentes, alĂ©m do desprezo pelas condiçÔes de trabalho de mĂ©dicos e profissionais de saĂșde", uma situação que o sindicato entende merecer "a maior atenção e uma pronta resposta por parte do MinistĂ©rio da SaĂșde, que tem ignorado a situação".

De acordo com a estrutura sindical, "tem sido frequente o atraso na recolha do corpo, muito além do toleråvel" e "não raramente, os cadåveres permanecem largas horas na enfermaria onde faleceram, muitas vezes ao lado de doentes internados", acrescentando ter conhecimento de que esta não é uma situação recente, a qual é do conhecimento do CA, e agravada pela "a suspensão da recolha de cadåveres durante o período noturno".

"Esta situação constitui uma violação inaceitĂĄvel das boas prĂĄticas em caso de falecimento. Dela resulta uma compreensĂ­vel perturbação significativa para os doentes que permanecem internados com um cadĂĄver no quarto e uma gravĂ­ssima ausĂȘncia total de dignidade na manipulação dos corpos dos doentes falecidos, mostrando uma atitude desumana para com doentes e os seus familiares", criticou o sindicato.

Acrescenta ainda que Ă  sobrecarga que se começa a sentir nos hospitais devido ao perĂ­odo de festividades junta-se a falta de camas para internamento provocada pelo atraso na libertação das camas ocupadas por cadĂĄveres, permanecendo os utentes nas urgĂȘncias por um "tempo excessivo".

"O SMZS tem vindo a denunciar um conjunto de mĂĄs prĂĄticas por parte do CA do CHULC, que tem mantido a assistĂȘncia covid-19 e nĂŁo-covid-19 dependente do recurso a trabalho extraordinĂĄrio dos mĂ©dicos, sem garantir o respeito pelo descanso compensatĂłrio e a contratação dos recursos humanos adequados Ă  situação", refere ainda o comunicado.

Portugal contabiliza pelo menos 7.118 mortos associados Ă  covid-19 em 427.254 casos confirmados de infeção, segundo o Ășltimo boletim da Direção-Geral da SaĂșde (DGS).

O estado de emergĂȘncia decretado em 09 de novembro para combater a pandemia foi renovado atĂ© 07 de janeiro, com recolher obrigatĂłrio nos concelhos de risco de contĂĄgio mais elevado.

O Governo decidiu manter as medidas previstas para o Natal, mas agravou as do perĂ­odo do Ano Novo, com recolher obrigatĂłrio a partir das 23:00 de 31 de dezembro, e a partir das 13:00 nos dias 01, 02 e 03 de janeiro.

É tambĂ©m proibido circular entre concelhos entre as 00:00 de 31 de dezembro e as 05:00 de 04 de janeiro.

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