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sĂĄbado, 26 de setembro de 2020

"EM PORTUGAL, QUEM TOMA AS DECISÕES SÃO AS AUTORIDADES PORTUGUESAS" FOI A RESPOSTA DO GOVERNO AOS EUA

 


O ministro dos NegĂłcios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, comentou a entrevista de George Glass, ao semanĂĄrio portuguĂȘs Expresso.

"O Governo portuguĂȘs regista as declaraçÔes (…). Mas o ponto fundamental Ă© este: em Portugal, quem toma as decisĂ”es sĂŁo as autoridades portuguesas, que tomam as decisĂ”es que interessam a Portugal, no quadro da Constituição e da lei portuguesa e das competĂȘncias que a lei atribui Ă s diferentes Ă s diferentes autoridades relevantes".

"As decisÔes tomadas em Portugal são tomadas de acordo com os valores democråticos e humanistas, os valores portugueses, de acordo com os interesses nacionais de Portugal, de acordo com o processo de concertação a nível da União Europeia (UE), quando esse processo é pertinente e com o sistema de alianças em que Portugal se integra, que é bem conhecido e estå muito estabilizado".

"Não vejo. A profunda amizade que liga os dois países, a forma como temos desenvolvido ao longo dos anos relaçÔes muito frutuosas, a forma como colaboramos intimamente, seja no plano bilateral seja em organizaçÔes multilaterais, tudo isto justifica que não me pronuncie sobre a oportunidade e a forma da entrevista do senhor embaixador".

"Decidimos em função das nossas próprias opçÔes. Somos nós que escolhemos e hå muito que escolhemos. Fazemos parte da UE, da NATO, do Ocidente, temos uma relação privilegiada com África, com a América Latina, com diferentes regiÔes da Ásia e tudo isso é do conhecimento dos nossos aliados. E sabem que somos aliados de todas as horas, não de ocasião. Somos aliados confiåveis e credíveis".

"JĂĄ respondi Ă  pergunta essencial. É claro, para todos nĂłs, qual Ă© o quadro de referĂȘncia em que nos movemos e que quem decide o que se faz somos nĂłs, em cada momento", referindo-se que Portugal considera bem-vindo todo o investimento estrangeiro.

"Todas as empresas norte-americanas sĂŁo bem-vindas a Portugal, elas sabem disso. Queremos mais empresas dos Estados Unidos em Portugal, queremos mais empresas europeias. Somos a favor do investimento estrangeiro que cumpra a lei europeia e portuguesa e que contribua para a economia portuguesa".

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