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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

TRUMP x BIDEN CONFIRA AQUI AO VIVO O MAPA DAS ELEIÇÕES AMERICANAS

 


A apuração dos votos das eleições americanas, realizadas nesta terça-feira (3), demonstra que o resultado será apertado entre os dois candidatos, o presidente Donald Trump e o democrata Joe Biden.


ATÉ QUE TODOS SO VOTOS SEJAM CONTADOS VAI SER UMA "LUTA SEM TRÉGUAS" PROMETE BIDEN

 


O candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, prometeu esta quarta-feira que lutará "sem tréguas" até que todos os votos sejam contados, apesar da "vontade" de o seu rival, o Presidente cessante, o republicano Donald Trump, interromper a contabilização.

"Não vamos dar tréguas até que todos os votos estejam contados", afirmou, na rede social Twitter, o ex-vice-Presidente de Barack Obama.

Por seu lado, Jen O'Malley Dillon, diretora de campanha de Biden, sublinhou que os democratas estão a subir na contagem dos votos e que, em breve, poderão ser ultrapassados os 270 grandes eleitores necessários para que o antigo vice-presidente se torne o 46.º chefe de Estado norte-americano.

"É uma conclusão certa", acrescentou a diretora de campanha de Biden, numa conferência de imprensa.

O'Malley Dillon acrescentou que os democratas poderão, ao fim da tarde desta quarta-feira, declarar a vitória, uma vez que os dados internos apontam para a conquista do Wisconsin, Nevada, Michigan e Pensilvânia, estados em que ainda não há resultados da votação.

"Joe Biden está a caminho de vencer as eleições e será o próximo Presidente dos Estados Unidos. Acreditamos que temos pela frente um caminho claro para a vitória. Esta tarde [noite em Lisboa] esperamos que o ex-vice-Presidente tenha uma vantagem suficiente em alguns estados para superar os 270 delegados", referiu.

As declarações de Biden e de O'Malley Dillon surgiram pouco depois de Trump ter denunciado, também no Twitter, o aparecimento de boletins de voto "surpresa" em vários "estados chave" que, indicou, lhe estão a retirar a vantagem.

"Ontem [terça-feira] à noite, tinha uma boa vantagem em numerosos «estados chave». Depois, um por um, [a vantagem] começou magicamente a desaparecer com a contagem de boletins [de voto] surpresa", escreveu Trump.

Segundo a agência noticiosa France-Press (AFP), os boletins a que Trump alude são, na verdade, os chegados pelo correio e que começaram a ser contabilizados, num processo que pode demorar vários dias em alguns estados e a agência acrescenta que o candidato republicano não apresentou provas do que afirma.

Já esta quarta-feira de madrugada, Trump disse na televisão, apesar de os votos estarem ainda por contar, que já tinha sido reeleito, embora os votos ainda estivessem a ser escrutinados, e acusou os democratas, liderados pela candidatura de Joe Biden, de estarem a preparar "uma grande fraude contra a nação" por não ter ainda sido declarado vencedor.

O resultado das eleições presidenciais norte-americanas está dependente de cinco estados, que já alertaram que precisam de mais horas, e até de dias, para contar os votos por correspondência que chegaram em números históricos devido à crise pandémica.

Wisconsin, Michigan, Pensilvânia, Geórgia e Nevada são os cinco estados norte-americanos (entre um total de 50) que concentram agora todas as atenções, um dia depois das eleições presidenciais.

Devido ao seu peso no Colégio Eleitoral, estes cinco estados podem decidir quem será o vencedor da 59.ª eleição norte-americana, entre Trump e Biden.

O vencedor das presidenciais norte-americanas (que é escolhido por voto indireto) tem de assegurar, no mínimo, 270 dos 538 "grandes eleitores" (uma maioria simples) que compõem o Colégio Eleitoral.

Neste momento, Joe Biden conta com 224 "grandes eleitores" e Donald Trump soma 213.

TRUMP DIZ QUE A SUA VANTAGEM DESAPARECEU "POR MÁGICA"

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou, por meio do Twitter, a apuração de votos da eleição presidencial e afirmou que a sua vantagem desapareceu “por mágica” em Estados importantes.

“Ontem à noite eu estava liderando, muitas vezes com solidez, em muitos Estados importantes, em quase todas as instâncias democratas governadas e controladas. Então, 1 por 1, eles começaram a desaparecer magicamente enquanto as cédulas surpresa eram contadas. Muito estranho, e os ‘pesquisadores’ entenderam completamente e historicamente errado!”, disse.

A publicação do republicano foi sinalizada pelo Twitter como 1 post que pode ter informações incorretas. A mídia social tem advertido posts que podem resultar em disseminação de fake news relacionadas às eleições norte-americanas.


A eleição presidencial nos EUA é indireta. Os norte-americanos escolhem delegados em cada 1 dos 50 Estados que depois formam 1 Colégio Eleitoral para nomear o ocupante da Casa Branca. Por essa razão, nem sempre quem tem mais votos populares é eleito.

O Colégio Eleitoral tem 538 delegados e para ser escolhido presidente é necessário ter, pelo menos, 270 dos votos.

TRUMP DIZ QUE BOLETINS "SURPRESA" LHE ESTÃO A RETIRAR VANTAGEM

 


O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, denunciou esta quarta-feira, na rede social Twitter, o aparecimento de boletins de voto "surpresa" em vários "estados chave" que, indicou, lhe estão a retirar a vantagem.

"Ontem [terça-feira] à noite, tinha uma boa vantagem em numerosos 'estados chave'. Depois, um por um, [a vantagem] começou magicamente a desaparecer com a contagem de boletins [de voto] surpresa", escreveu Trump.

Segundo a agência noticiosa France-Press (AFP), os boletins a que Trump alude são, na verdade, os chegados pelo correio e que começaram a ser contabilizados, num processo que pode demorar vários dias em alguns estados e a agência acrescenta que o candidato republicano não apresentou provas do que afirma.

Já esta quarta-feira de madrugada, Trump disse na televisão, apesar de os votos estarem ainda por contar, que já tinha sido reeleito, embora os votos ainda estivessem a ser escrutinados, e acusou os democratas, liderados pela candidatura de Joe Biden, de estarem a preparar "uma grande fraude contra a nação" por não ter ainda sido declarado vencedor.

O resultado das eleições presidenciais norte-americanas está dependente de cinco estados, que já alertaram que precisam de mais horas, e até de dias, para contar os votos por correspondência que chegaram em números históricos devido à crise pandémica.

Wisconsin, Michigan, Pensilvânia, Geórgia e Nevada são os cinco estados norte-americanos (entre um total de 50) que concentram agora todas as atenções, um dia depois das eleições presidenciais.

Devido ao seu peso no Colégio Eleitoral, estes cinco estados podem decidir quem será o vencedor da 59.ª eleição norte-americana, entre Trump e Biden.

O vencedor das presidenciais norte-americanas (que é escolhido por voto indireto) tem de assegurar, no mínimo, 270 dos 538 "grandes eleitores" (uma maioria simples) que compõem o Colégio Eleitoral.

Neste momento, Joe Biden conta com 224 "grandes eleitores" e Donald Trump soma 213.

"PRONTOS PARA RESISTIR" DIZEM ADVOGADOS DE BIDEN SOBRE A AMEAÇA DE TRUMP

 



Equipa de campanha de Joe Biden considera ameaça de Trump de levar o desfecho das presidenciais ao Supremo Tribunal dos EUA "escandalosa" e "sem precedentes", e promete uma resposta à mesma.

“Escandalosas”, “sem precedentes” e “incorretas”. Foi assim que a diretora de campanha de Joe Biden, Jen O'Malley Dillon, se referiu às declarações de Donald Trump na noite de terça-feira sobre uma eventual paragem na contabilização de votos.

As palavras exatas de Trump foram estas: “Eu previ isto: não iam ganhar e iam levar-nos para tribunal. Isto é uma fraude ao povo americano. Nós ganhámos esta eleição. Agora vamos assegurar a integridade do povo. E vamos para o Supremo, queremos que todos os votos parem. Não queremos que descubram votos. Para mim é uma fraude. Para mim, já ganhámos. Quero agradecer a todos”.

Palavras que, para a campanha de Biden, são um ultraje, “uma vez que violam os direitos democráticos dos cidadãos americanos”. “Nunca, na nossa história, um presidente dos EUA tentou roubar aos americanos a sua voz numa eleição nacional. Antes das eleições, Trump tentou de diversas maneiras impedir que os boletins de votos fossem contados. Agora, está a sugerir que nem após as eleições eles podem ser contados”, lê-se no comunicado citado por vários meios de comunicação internacionais, em que se garante que a contagem dos votos “não irá parar”. “As nossas leis assim o determinam.”

Jen O’Malley diz ainda fazer suas as palavras de Biden: “Não cabe a Trump, nem mesmo a Biden, decidir o resultado destas eleições. Cabe, sim, ao povo americano. O processo democrático deve e tem de continuar”.

A equipa de campanha de Biden mostrou-se também, em comunicado, pronta para responder à ameaça de Trump de levar o desfecho das presidenciais ao Supremo Tribunal dos EUA. “Temos equipas jurídicas a postos para resistir a essa tentativa”, refere a nota.

Ainda não é conhecido o vencedor das eleições presidenciais. Em alguns estados cruciais, a contagem de votos, milhões deles enviados pelo correio (assim ditou a pandemia de covid-19) ainda não terminou.


BIDEN VENCE NO ARIZONA

 


O candidato democrata à presidência dos EUA, Joe Biden, venceu no Arizona, obtendo os seus 11 votos do colégio eleitoral e virando um estado importante para as aspirações de reeleição de Donald Trump, segundo as contas da Associated Press.

A vitória de Biden no Arizona é um rude golpe para a campanha de Donald Trump, sendo tradicionalmente um estado conservador, onde os democratas apenas venceram por uma única vez nos últimos 72 anos.

A campanha de Biden apostou fortemente no Arizona, como parte do seu mapa de "campos de batalha", aproveitando mudanças demográficas, novos residentes e realinhamentos partidários entre os principais eleitores suburbanos.

O Arizona faz parte de um grupo de meia dúzia de estados que são essenciais a determinar quem será o próximo Presidente dos Estados Unidos.

PARLAMENTO CHUMBA ORÇAMENTO DO ESTADO

Cabe agora a Marcelo Rebelo de Sousa decidir sobre a dissolução do Parlamento e a marcação de eleições. A Assembleia da República chumbou es...