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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

NOVO BANCO INAUGURA NO PORTO PRIMEIRO DE 16 NOVOS ESPAÇOS


Banco liderado por António Ramalho vai executar investimento superior a 100 milhÔes de euros nos próximos dois anos na remodelação da rede de balcÔes, dos quais 50 até julho.

Fica no PalĂĄcio dos Correios, no Porto, o primeiro dos novos espaços "BalcĂŁo Master" que o Novo Banco (NB) quer deter em cada capital de distrito, com um conceito moderno e sustentĂĄvel que "tem agradado a todos, clientes e funcionĂĄrios". AtĂ© julho, o NB terĂĄ remodelado um total de 50 balcĂ”es e, nos prĂłximos dois anos, o investimento na rede geral deverĂĄ ultrapassar os 100 milhĂ”es de euros.

O espaço do Porto substitui trĂȘs balcĂ”es encerrados na Baixa, atĂ© porque, segundo o CEO, AntĂłnio Ramalho, "a relação com o banco faz-se atravĂ©s de sete canais e o balcĂŁo jĂĄ nĂŁo Ă© o principal".

"Estamos a preparar o NB "sem rodinhas" [sem injeçÔes de capital do Fundo de Resolução, sendo este o Ășltimo ano de apoio possĂ­vel], foram apoios necessĂĄrios, primeiro nos anos de resiliĂȘncia, de 2014 a 2017, depois atĂ© agora, na reestruturação. Agora Ă© o renascimento, com uma grande aposta nos clientes e no novo modelo de distribuição", explicou o CEO do NB, ao JN.


Numa ĂĄrea de 700 metros quadrados, onde foram demarcadas cinco zonas de forma fluĂ­da, 16 funcionĂĄrios estĂŁo a postos para orientar o cliente, desde a entrada, ao local de atendimento em confortĂĄveis sofĂĄs, passando pelas salas de trabalho e zonas de espera, atĂ© ao pequeno anfiteatro que estarĂĄ aberto Ă  comunidade para apresentaçÔes, sessĂ”es culturais ou de formação, entre mĂșltiplas possibilidades de utilização.

O mobiliĂĄrio ergonĂłmico foi testado para receber confortavelmente o cliente comum, as luzes sĂŁo eficientes e partem de candeeiros de cortiça nacional para iluminar detalhes de cerĂąmica portuguesa nas cores do NB entalhados junto ao teto. Pormenores de verde, com plantas vivas, criam um ambiente descontraĂ­do que pouco lembra os bancos escuros e fechados de outrora. Aqui e acolĂĄ, vitrines apelam Ă  aquisição de peças de filigrana e os painĂ©is digitais apresentam facilidades para a aquisição de um moderno robot de cozinha em prestaçÔes.

"Quando foi lançada a prĂ©-venda do Samsung S20, nĂłs e a Worten fomos quem mais vendeu equipamentos. Um banco jĂĄ nĂŁo Ă© sĂł produto financeiro", confessou LuĂ­s Ribeiro. "Estamos a implementar um projeto de assinaturas digitais, que dispensam por completo a assinatura de papĂ©is, muito focados na sustentabilidade e na diminuição da pegada ecolĂłgica", assegurou o administrador responsĂĄvel pela ĂĄrea comercial e pela implementação do Master BalcĂŁo NB a nĂ­vel nacional.

A aposta no "novo modelo de distribuição" assente em varios canais e altamente digital Ă© fundamental, pelo que, "a seguir ao Porto, o modelo de espaço, em vez de balcĂŁo, serĂĄ replicado em Lisboa, Aveiro, Braga, Faro, SetĂșbal". Paralelamente, serĂŁo remodelados "50 balcĂ”es atĂ© julho", num investimento global que ultrapassa os 100 milhĂ”es de euros.

Assimetria pandémica

A reestruturação em curso abriu a porta Ă  reforma a funcionĂĄrios mais antigos,. "Em relação a 2014, temos menos 170 balcĂ”es, menos 25% a 30%", contabilizou AntĂłnio Ramalho. Mas o NB tambĂ©m tem estado a recrutar. "O nosso programa de estagiĂĄrios, em 2020, teve 20 pessoas, das quais 18 ficaram connosco", resumiu LuĂ­s Ribeiro.

A covid-19 teve impacto nos negĂłcios do banco, mas de forma assimĂ©trica, revelou o CEO: "A pandemia trouxe alteraçÔes de comportamento, e este novo espaço Ă© muito mais compatĂ­vel com as necessidades de distanciamento e atĂ© de teletrabalho, mas tambĂ©m alteraçÔes na nossa carteira de clientes. A restauração estĂĄ pior do que a agricultura e a hotelaria estĂĄ pior do que a indĂșstria, portanto, a nĂ­vel regional, Ă© onde temos maior base agrĂ­cola e industrial, mais exportaçÔes e maior clusterização que a economia tem reagido melhor". Para AntĂłnio Ramalho, as assimetrias regionais revelam que "as zonas onde tem corrido menos mal ficam no Norte, no Alentejo e no Algarve".

Com os investimentos previstos que encerram a reestruturação do Novo Banco, AntĂłnio Ramalho quer que espaços como o que inaugurou esta segunda-feira, no Porto, sejam a resposta para os desafios do futuro. Resumindo, "enquadrar a tradição dos grandes bancos com a inovação digital".

sĂĄbado, 28 de novembro de 2020

JOÃO LEÃO ADMITE RECORRER AO CONSTITUCIONAL E REVER ORÇAMENTO

 


O ministro das Finanças, JoĂŁo LeĂŁo, admitiu que o Governo poderĂĄ recorrer ao Tribunal Constitucional ou promover um Orçamento retificativo em resposta Ă  anulação das transferĂȘncias para o Novo Banco.

O ministro das Finanças, JoĂŁo LeĂŁo, referiu que o Governo estĂĄ a avaliar "diferentes alternativas para mostrar que Portugal cumpre" o contrato relativo ao Novo Banco. Destacando que a anulação da transferĂȘncia de 476 milhĂ”es euros "viola a lei de enquadramento orçamental e a Constituição", admitiu recurso ao Tribunal Constitucional. A solução tambĂ©m "poderĂĄ passar por rever o Orçamento e em que medida se pode enquadrar" esta realidade.

Numa entrevista à RTP1, sexta-feira à noite, acusou o PSD de ter aprovado quinta-feira "uma medida radical" apresentada pelo Bloco de Esquerda. E alertou que a decisão saída do Parlamento, de não acautelar a verba prevista para o Novo Banco no Orçamento para 2021, é como passar um cheque careca" e "é um sinal de que se estå em incumprimento".

Marcelo aguarda documento

"Portugal é uma pessoa de bem" e não deixarå de cumprir o contrato assinado com os acionistas do Novo Banco, sublinhou João Leão. E insistiu que a medida aprovada "viola a Constituição", porque o Estado "tem o dever de inscrever no Orçamento o valor dos compromissos que assumiu".

Marcelo Rebelo de Sousa aguarda pelo envio do Orçamento para se pronunciar e decidir se envia ou não o documento para trås.

FALTAM 80 MIL TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO

A construção civil continua a viver uma crise de mão de obra. O setor precisa de, pelo menos, 80 mil trabalhadores qualificados, alerta Alba...