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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

FUTURO ESTÁDIO DE ESPINHO RECEBE "VISTO" DO TRIBUNAL DE CONTAS


O Tribunal de Contas emitiu o "visto" que irå, agora, permitir a construção do futuro Estådio Municipal de Espinho. O presidente da Cùmara diz que obra serå uma realidade depois dos vårios "obståculos" para impedir a sua construção.

De acordo com a autarquia, a comunicação oficial do Tribunal de Contas chegou Ă  CĂąmara Municipal "no Ășltimo dia do ano", culminando com "um longo processo burocrĂĄtico para validar o concurso pĂșblico para a construção do estĂĄdio".

O Executivo liderado por Pinto Moreira considera que, depois desde necessĂĄria anuĂȘncia do Tribunal de Contas, "estĂŁo assim reunidas as condiçÔes para a obra avançar para o terreno".

O Presidente da CĂąmara Municipal afirma que esta Ă© "uma excelente notĂ­cia para o inĂ­cio do novo ano porque se trata do cumprimento de um compromisso polĂ­tico assumido e que corresponde a um desĂ­gnio da cidade que passarĂĄ a ter o seu estĂĄdio de futebol".

Respondendo Ă s crĂ­ticas do atraso significativo do inĂ­cio das obras, Pinto Moreira justifica que, "apesar de todos os contratempos, de todos os obstĂĄculos colocados para impedir e prejudicar a construção do estĂĄdio municipal, a CĂąmara Municipal nunca desistiu de cumprir esta promessa eleitoral".

"O processo nunca esteve parado, ao contrĂĄrio de muitas vozes que se levantaram ao longo deste tempo, apenas com o objetivo de descredibilizar o nosso trabalho e as expectativas de todos quantos acreditaram ser possĂ­vel construir um estĂĄdio moderno, funcional e adaptado aos novos tempos para as competiçÔes oficiais de futebol", justificou.

Para além do atraso, as críticas fizeram-se também ouvir em relação à alegada alteração do projeto inicial e aos custos estimados para com o mesmo.

A obra chegou a ser anunciada com uma estimativa de 2,5 milhÔes de euros, mais IVA, tendo sido adjudicada por 4,47 milhÔes de euros.

Nas contas da concelhia do PS a obra ficarĂĄ por um total de seis milhĂ”es, "mais do que duplicando o custo de um equipamento que passa a ter apenas uma bancada coberta e menos valĂȘncias".

O EstĂĄdio permitirĂĄ combater uma das principais lacunas do Sporting Clube de Espinho, que estĂĄ sem estĂĄdio prĂłprio desde 2018.

Usou, a título de empréstimo, o campo do clube vizinho de Fiães, na Feira, jogando, atualmente, no campo da Associação Desportiva Ovarense.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

HOTEL NAVE NO PORTO "É PARA DEMOLIR"


Consócio do grupo diz ao JN que pretende construir de raiz "um belo hotel de quatro estrelas". Sindicato protesta contra encerramento e "despedimento coletivo forçado" de 17 trabalhadores.

O Sindicato dos Trabalhadores da IndĂșstria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte denuncia a irredutibibilidade negocial, nĂŁo aceita a desculpa da crise sanitĂĄria e verifica o "oportunismo econĂłmico" dos proprietĂĄrios da unidade hoteleira instalada hĂĄ mais de 60 anos na Avenida FernĂŁo de MagalhĂŁes, no Porto. PrĂ©dio de seis andares "Ă© para demolir". "Vamos fazer um hotel novo", diz ao JN um dos consĂłcios do grupo.

A administração do Hotel Nave jĂĄ tinha anunciado, em novembro, o despedimento coletivo e o encerramento do hotel detido pela STP - SociedadeTurĂ­stica Portuguesa. Contactado pelo JN, um dos consĂłcios do grupo, dono do VIP Hotels, avança: "O prĂ©dio Ă© para demolir. É antigo e atĂ© tem uma viga jĂĄ abalada. Vamos fazer um belo hotel de quatro estrelas, mas nĂŁo posso dizer mais nada, nem quando podemos começar as obras, porque o projeto ainda nĂŁo estĂĄ aprovado e porque sabemos como Ă© a burocracia", disse Ashraf Ali.

"Facto consumado"

As negociaçÔes com o Sindicato dos Trabalhadores da IndĂșstria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte concluĂ­ram-se sem qualquer recuo por parte da empresa. Os sindicalistas contestam o "facto consumado". "A empresa recusou todas as propostas sindicais e decidiu encerrar Ă  força a fase de informação e negociação e proceder ao encerramento definitivo", lĂȘ-se em comunicado publicado ontem pelo sindicato.

"AlĂ©m disso, para pressionar os trabalhadores a aceitarem o despedimento como facto consumado e nĂŁo o impugnarem em tribunal, a empresa nĂŁo pagou o subsĂ­dio de natal nos prazos legais, o que representa uma violĂȘncia e uma ilegalidade sobre os trabalhadores", acrescenta o sindicato, que diz ter comunicado a situação Ă  Autoridade para as CondiçÔes de Trabalho.

O "lay off" foi justificado com a quebra de receitas motivada pela crise sanitåria e com o mau estado das instalaçÔes. O grupo alegou que a reabilitação do edifício é incomportåvel no atual contexto. O sindicato afirma que a empresa tem lucros acumulados e património para enfrentar esta situação, sublinhando que a verdadeira intenção da administração é "ver-se livre dos trabalhadores para fazer as obras e não pagar salårios enquanto estas decorrem ou para vender o hotel sem trabalhadores".

Inaugurado em finais dos anos 1950, o Hotel Nave tem sete pisos, um deles inferior, e 81 quartos. Nas traseiras do edifício do hotel, a empresa possui também um terreno e um bloco de 22 apartamentos, encerrados desde 2007.

QUATRO JOGADORES E PRESIDENTE DO PALMAS MORREM EM ACIDENTE AÉREO

      Piloto tambĂ©m nĂŁo sobreviveu apĂłs queda e explosĂŁo da aeronave A queda de um aviĂŁo de pequeno porte, logo apĂłs a decolagem, na manhĂŁ d...