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quinta-feira, 8 de julho de 2021

PSP DESTRUIU 240 MIL ARMAS DESDE 2013. SÓ HOJE FORAM 17 MIL


Armas destruídas foram utilizadas em crimes ou entregues voluntariamente pelos proprietários. A maioria das entregas voluntárias foram efetuadas por caçadores, mas também houve militares a desfazerem-se de armamento de guerra

A PSP destruiu, nesta quinta-feira, mais de 17 mil armas. Muitas foram declaradas como perdidas a favor do Estado depois de terem sido usadas em crimes, mas 4686 delas foram entregues voluntariamente pelos seus proprietários, no âmbito da lei que proíbe a detenção de caçadeiras, pistolas ou revólveres sem um fim específico. Com estas 17 mil armas destruídas sobe para quase 240 mil o número de armas retiradas das ruas, desde 2013. E munições foram já 19 toneladas.

Na montra montada à porta da sucata da Maia onde decorreu a operação viam-se shotguns, espingardas de canos serrados, pistolas e alguns revólveres. Havia também armas de airsoft a imitar armamento de guerra, bastões, soqueiras e até armadilhas para animais. Contudo, segundo o diretor do Departamento de Armas e Explosivos da PSP, superintendente Pedro Moura, a maioria das armas a destruir seriam caçadeiras. "O número de armas entregues tem rondado as 20 mil por ano e a maioria são armas de caça. São espingardas ou carabinas, porque também são essas armas que mais estão licenciadas em Portugal", referiu.

O oficial da PSP destacou ainda a entrega de "armas automáticas longas, sobretudo as que estão relacionadas com a atividade militar". "Temos registado a entrega por parte de militares, com uma idade mais avançada, de um número significativo de armas, muitas delas vindas do Ultramar. Pela sua perigosidade, a entrega destas armas aumenta o sentimento de segurança", alegou.

Presente na operação desta quinta-feira, o secretário de Estado da Administração Interna, Antero Luís, destacou "uma espécie de amnistia" que fomentou a entrega de armas e que, defendeu, "tem dado bons resultados". O governante referia-se ao período entre março deste ano e o dia 23 de junho, durante o qual toda e qualquer entrega de arma ilegal não teve repercussão criminal.

sábado, 3 de julho de 2021

MILITAR DA GNR DETIDO POR SUSPEITA DE ENVOLVIMENTO COM GRUPO DE CRIMINOSOS


A GNR deteve quatro homens, incluindo um militar do Comando Territorial de Bragança, por associação criminosa, recetação, coação agravada tentada, falsificação de documentos e burlas qualificadas. Foram recuperados artigos furtados no valor de mais de 250 mil euros.

A operação, realizada pela Unidade de Intervenção da GNR, decorreu entre as passadas quarta e sexta-feira, tendo sido realizadas buscas em diversos pontos do país.

Na sequência de uma investigação, os militares da Guarda apuraram que o grupo desenvolvia a sua ação em Portugal, França e Espanha.

Durante buscas domiciliárias em armazéns foram apreendidos artigos furtados, que estão avaliados em mais de 250 mil euros.

Entre o material apreendido estão 24 máquinas industriais, 28 ferramentas elétricas, cinco motos, nove telemóveis, três armas de fogo, munições de diversos calibres, uma arma elétrica, uma soqueira, uma arma de ar comprimido, sete chapas de VIN, três matrículas, 88 certificados de matrícula, 11 viaturas e 5970 euros em dinheiro.

Os quatro detidos estão a ser ouvidos, este sábado, no Tribunal Judicial de Mogadouro, para aplicação das medidas de coação.

Esta ação contou com o reforço do Comando Territorial de Bragança e com o apoio da Gendarmerie Nationale Française.

sábado, 1 de maio de 2021

ASAE APREENDE 295 QUILOS DE CARNE EM FISCALIZAÇÃO A TALHOS E PEIXARIAS


A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica apreendeu 295 quilogramas de carne no valor de 1200 euros e instaurou 30 contraordenações numa operação de fiscalização realizada nas últimas semanas em talhos e peixarias de todo o país.

Num comunicado divulgado este sábado, a ASAE adianta ter fiscalizado 197 estabelecimentos de comércio de carnes e pescado (frescos e congelados), designadamente talhos e peixarias, instalados em grandes superfícies retalhistas e em mercados municipais.

As principais infrações detetadas foram "a falta de requisitos, a inexistência de processo ou processos baseados nos princípios da Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP), a ausência de registos de informação relativa aos sistemas e procedimentos da rastreabilidade dos géneros alimentícios, a falta de controlo metrológico em pesos, a distribuição e o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene".

Como resultado, foram instaurados 30 processos contraordenacionais e apreendidos 295 quilogramas de produtos cárneos, no valor estimado de 1.200 euros, e ainda seis instrumentos de pesagem, no valor aproximado de 3.350 euros.

Segundo a ASAE, a operação de fiscalização decorreu durante as últimas semanas, de norte a sul do país, e foi "direcionada à verificação das regras estabelecidas para a atividade de comércio de carnes e pescado, com enfoque na Segurança Alimentar e na Informação ao Consumidor".

Durante a ação foram verificados "os requisitos da rotulagem, da rastreabilidade, do país de origem ou local de proveniência, das condições da temperatura de exposição dos produtos, a qualidade e frescura, o cumprimento dos tamanhos mínimos no caso do pescado e, especialmente, a fraude na troca da origem e espécies em causa".

O objetivo, salienta, é "garantir a proteção dos consumidores, a leal concorrência entre agentes económicos e a própria legalidade do exercício das atividades".

VÍDEO: EXPLOSÃO EM PARQUE INDUSTRIAL NA ALEMANHA CAUSA UM MORTO E 16 FERIDOS

Pelo menos uma pessoa morreu, 16 ficaram feridas e cinco estão desaparecidas depois de uma explosão que ocorreu esta terça-feira num parque ...