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sĂĄbado, 14 de novembro de 2020

VIDEO: "SITUAÇÃO É MUITO GRAVE E TEMOS MESMO DE FICAR EM CASA" APELA E ADMITE COSTA

 


Este fim de semana vai ser muito diferente, vamos ter de ficar em casa Ă  tarde e Ă  noite. Vai ser muito duro para todos, que gostariam de fazer livremente aquilo que lhes apetecesse", declara AntĂłnio Costa numa mensagem vĂ­deo, na qual procura explicar a razĂŁo de o Governo ter tomado medidas de recolher obrigatĂłrio nos concelhos mais atingidos pela covid-19.

AntĂłnio Costa reconhece que este e o prĂłximo fim de semana vĂŁo ser "muito duros para muitas atividades econĂłmicas, para a restauração, para o comĂ©rcio, que vĂŁo ter prejuĂ­zos grandes".

"Mas hĂĄ trĂȘs razĂ”es fundamentais para termos de fazer este esforço suplementar. A primeira Ă© que a situação da pandemia Ă© mesmo muito grave. Se nos recordarmos de qual era a situação na primeira vaga da pandemia, o mĂĄximo de casos foi de 1516, mas ainda ontem [sexta-feira] tivemos 6653 novos casos, quatro vezes mais do que na primeira fase, o que significa que temos mesmo de travar a continuação do crescimento desta pandemia", frisou o primeiro-ministro.

A segunda razĂŁo que justifica as medidas agora adotadas, segundo AntĂłnio Costa, Ă© que o Governo quer evitar um confinamento como o da primeira vaga da pandemia, em março e abril passados, quando "foi necessĂĄrio fechar a generalidade das atividades econĂłmicas e fechar as escolas", com a generalidade das pessoas "fechadas em casa".

"Conseguimos travar a pandemia, mas todos tambĂ©m nos lembramos do enorme custo que isso teve dos pontos de vista da saĂșde mental, afetivo, social e econĂłmico. Foram milhares de empregos destruĂ­dos e uma imensa perda de rendimentos por parte das famĂ­lias e muitas atividades ficaram mesmo fechadas para sempre. Ora temos de evitar isto", advertiu.

Por isso, de acordo com o primeiro-ministro, o Governo optou agora "pelo mal menor".

"E o mal menor Ă© concentrar este esforço nestes fins de semana para tentar preservar a continuidade da vida normal durante a semana, sem voltar a interromper o ano letivo e sem voltar a interromper a generalidade das atividades econĂłmicas", justificou.

AntĂłnio Costa invocou ainda "uma terceira razĂŁo fundamental" para o Governo ter tomado as medidas restritivas Ă  circulação e Ă  generalidade da atividade comercial.

"É que temos de dar todo o nosso apoio aos profissionais de saĂșde, mĂ©dicos, enfermeiros, assistentes operacionais, tĂ©cnicos de diagnĂłstico, aqueles que estĂŁo neste momento nos hospitais ou os centros de saĂșde a fazer um esforço imenso para tratar os doentes, para acompanhar aqueles quer estĂŁo em casa confinados em vigilĂąncia, para fazer os inquĂ©ritos epidemiolĂłgicos para travar as cadeias de transmissĂŁo. É um trabalho imenso que estĂŁo a fazer e nĂłs podemos ajudĂĄ-los, evitando que haja mais pessoas doentes que eles tenham de tratar", acrescentou.




domingo, 8 de novembro de 2020

SE NÃO CUMPRIR O RECOLHER OBRIGATÓRIO "SERÃO CONDUZIDOS A CASA" PELA POLICIA

 



"Esta medida prevĂȘ simplesmente que as forças da autoridade possam conduzir as pessoas ao domicĂ­lio", afirmou AntĂłnio Costa, quando questionado sobre a moldura penal aplicĂĄvel no caso de incumprimento das restriçÔes Ă  circulação nos 121 concelhos de maior risco de contĂĄgio de covid-19.

O Governo aprovou no sĂĄbado, em Conselho de Ministros, o recolher obrigatĂłrio aos dias de semana, entre as 23:00 e as 05:00, e aos fins de semana, entre as 13:00 de sĂĄbado e as 05:00 de domingo e as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira, no Ăąmbito do estado de emergĂȘncia, que vigorarĂĄ entre segunda-feira e dia 23.

"A questĂŁo nĂŁo Ă© uma questĂŁo penal, a questĂŁo nĂŁo Ă© uma questĂŁo de polĂ­cia, Ă© uma questĂŁo de responsabilidade individual. Essa obrigação existe, essa obrigação tem de ser cumprida", acrescentou o chefe do Governo, na conferĂȘncia de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros extraordinĂĄrio realizado no sĂĄbado, para concretizar as medidas que vĂŁo enquadrar o estado de emergĂȘncia decretado na sexta-feira pelo Presidente da RepĂșblica.

As medidas foram decididas no dia em que Portugal voltou a atingir um novo mĂĄximo de casos diĂĄrios de covid-19 ao contabilizar mais 6.640 infeçÔes nas Ășltimas 24 horas, e registou 56 Ăłbitos no mesmo perĂ­odo, segundo a Direção-Geral da SaĂșde.

O estado de emergĂȘncia, que nunca tinha sido aplicado em Portugal em democracia, esteve em vigor entre 19 de março e 02 de maio, com duas renovaçÔes consecutivas, por um total de 45 dias.

pandemia de covid-19 jĂĄ provocou mais de 1,2 milhĂ”es de mortos em mais de 49,3 milhĂ”es de casos de infeção em todo o mundo.

Em Portugal, morreram 2.848 pessoas dos 173.540 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da SaĂșde.

A doença Ă© transmitida por um novo coronavĂ­rus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

FUNCIONÁRIO DE ISABEL II ADMITE ROUBO DE OBJETOS DO PALÁCIO DE BUCKINGHAM NO VALOR DE MAIS DE 100 MIL EUROS

Um funcionĂĄrio da  rainha Isabel II  estĂĄ em maus lençóis. ApĂłs ter sido acusado de roubo,  Adamo Canto  declarou-se culpado e admitiu ter r...