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domingo, 10 de janeiro de 2021

PACTO DE CONFIANÇA NO NATAL NÃO FUNCIONOU E NÃO HÁ ALTERNATIVA AO CONFINAMENTO GERAL


O Presidente da República admitiu este sábado que o pacto de confiança com os portugueses "não funcionou", dado o agravamento da pandemia de covid-19 depois do Natal.

No debate frente a Ana Gomes para as Eleições Presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa foi mais assertivo em relação ao agravamento das medidas.

Não há alternativa ao confinamento geral", afirmou o Presidente recandidato, no dia em que o Governo avançou que o país vai entrar num novo confinamento na próxima semana.

Sobre as medidas pouco restritivas no Natal, Marcelo sublinhou que ouviu todos partidos sobre esse assunto e todos concordaram com o alívio, "alguns ainda" de forma mais "permissiva".

A decisão teve o efeito que teve. O pacto de confiança com os portugueses não funcionou, assumo a responsabilidade", admitiu.

Já sobre a possibilidade das escolas não fecharem portas num novo confinamento, o Presidente sublinhou que é o "grupo de menor risco", mas que ainda não está decidido que continuem abertas.

A situação nos lares de idosos foi também a debate, à qual Marcelo Rebelo de Sousa referiu que "a coordenação entre a saúde e a segurança social não correu bem" e sugeriu que tem havido "uma elevação das expectativas em relação à vacinação".

Na resposta à pandemia já disse que assumo a responsabilidade do que correu mal", reiterou Marcelo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

"SE FOR PRECISO REPENSAR O NATAL EM FAMÍLIA REPENSA-SE" , DIZ MARCELO

 



Em uma visita ao Hospital de Braga esta sexta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa alertou que "Temos de ter todos a consciência de que é uma situação muito grave".

Na Unidade, onde inaugurou 17 salas, o Presidente da República apontou que "estamos já num período só comparável em gravidade na pandemia àquele que foi vivido no início da primavera", significando isso que se trata de um "período muito grave". 

"Já se sabia que o número de casos iria subir para valores superiores a mil", nomeadamente pela "abertura da vida económica e social e pela abertura das escolas", destacou, acrescentando o chefe de Estado que "temos de ter todos a consciência de que é uma situação muito grave".

"Desejamos que não dure muito tempo e que não suba muito o número de casos, que a pressão sobre os internados e os Cuidados Intensivos não seja muito elevada, mas temos a noção, olhando para outros países à nossa volta, que isto pode ser não um dia, não uma semana, mas semanas e meses", advogou.

Isto implica, na ótica do Presidente da República, "tomar medidas" e "terminando a situação de contingência, no dia 15, já foi anunciado que o Governo vai reapreciar a situação e as medidas a atuar" para depois desta data, "em função dos números dos próximos dias e previsão das duas semanas seguintes". "É preciso que as pessoas percebam que isto é uma tarefa de todos".

Assim, "cada qual, por si, tem de fazer um esforço". "Se esse esforço é, e eu fi-lo há muitos meses, usar máscara num acesso a determinado tipo de estabelecimentos" ou "pôr máscara na circulação na via pública", as pessoas têm de se defender. "Ou se defendem ou então não estão a contribuir para a sua saúde e a dos outros". 

Marcelo Rebelo de Sousa prosseguiu, avançando que "é preciso que se faça um esforço na convivência entre pessoas. E que as pessoas pensem o que isso significa: É preciso repensar o Natal em família, repensa-se o Natal em família".

"Não pode ser um Natal com 100 pessoas, com 60 pessoas, com 50 pessoas, divide-se o Natal pelas várias componentes da família", conclui, frisando também que "é preciso repensar programas que se tem com amigos ou convivência social".

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