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domingo, 11 de outubro de 2020

"SIM. CLARO QUE CONFIO" DISSE MARCELO SOBRE O SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE

 


O presidente da RepĂșblica afirmou hoje confiar no Sistema Nacional de SaĂșde para enfrentar uma segunda vaga da pandemia de Covid 19, considerando que “temos hoje” uma “capacidade de estrutura, organização e experiencia que nĂŁo havia” hĂĄ sete meses.

No GerĂȘs, no Vidoeiro, concelho de Terras do Bouro, no distrito de Braga, para assinalar os 50 anos da criação do Parque Nacional Peneda-GerĂȘs, Marcelo Rebelo de Sousa afastou o cenĂĄrio de um novo confinamento por causa dos nĂșmeros de infetados pelo novo coronavĂ­rus, defendendo que nĂŁo se pode fazer o “exercĂ­cio fĂĄcil” de confinar com os mesmos nĂșmeros de março, porque as condiçÔes sĂŁo diferentes.

O chefe de Estado admitiu “atrasos” no tratamento de casos “nĂŁo covid-19” mas pĂŽs de parte a hipĂłtese de uma rutura.

“Sim. Claro que confio”, disse quando questionado sobre se confiava no Sistema Nacional de SaĂșde (SNS).

“Eu confio desde logo no Sistema Nacional de SaĂșde porque tem uma peça chave, que Ă© uma coluna vertebral, que se chama Serviço Nacional de SaĂșde, que Ă© publico. E esse SNS pode ter pressĂ”es. SĂŁo maiores em certos momentos, em certas unidades e em certas ĂĄreas porque os ‘doentes covid’ nĂŁo estĂŁo a surgir da mesma maneira em todo o territĂłrio”, explicou.

“HĂĄ condiçÔes para responder a isso, e o que estĂĄ previsto, no caso de ser necessĂĄrio, [Ă©] uma mobilização de unidades do Sistema Nacional de SaĂșde, que nĂŁo sĂŁo apenas o SNS clĂĄssico, quer para ‘doentes nĂŁo Covid’, quer para ‘doentes Covid’. Dou-lhe um exemplo: o Hospital de Forças Armadas”, continuou.

Confrontado com os nĂșmeros de infetados com o novo coronavĂ­rus, que se aproximam aos de março, altura em que foi declarado o estado de emergĂȘncia e o confinamento obrigatĂłrio, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que nĂŁo sĂŁo situaçÔes idĂȘnticas.

“Hoje a situação pode ser parecida e atĂ© em nĂșmeros pode ser superior Ă quela que existia, mas simplesmente temos hoje instrumentos de anĂĄlise muito mais finos, sabemos as idades em que tem incidĂȘncia (…), temos uma capacidade de estrutura e organização e experiĂȘncia que nĂŁo havia e, portanto, as decisĂ”es sĂŁo tomadas Ă  medida do que se sabe hoje, que nĂŁo se sabia hĂĄ sete meses”, referiu.

Para o chefe de Estado, “nĂŁo se pode fazer aquele exercĂ­cio fĂĄcil que Ă© aquilo que foi necessĂĄrio decretar como estado de emergĂȘncia ou confinamento, num determinado momento, [que se] aplica automaticamente e mecanicamente sete meses depois; nĂŁo Ă© assim que se raciocina”.

Quanto a atrasos e situaçÔes de quase rutura relatados em alguns centros de saĂșde, o Presidente da RepĂșblica admitiu que existem “atrasos”, mas isso nĂŁo “corresponde a uma visĂŁo” de conjunto.

“NĂŁo significa que haja em termos globais uma situação de rutura ou prĂ© rutura. HĂĄ atrasos relativamente aos ‘nĂŁo covid’, em consultas e tratamentos. HĂĄ. NĂłs sabemos todos que hĂĄ, nĂŁo vale apena escamotear. (…) HĂĄ uma capacidade de resposta do SNS ao desafio colocado pela covid e outros doentes ‘nĂŁo covid’. O que acontece Ă© que isso nĂŁo Ă© distribuĂ­do de forma igual por todo o territĂłrio continental, e hĂĄ pressĂ”es momentĂąneas maiores em certas ĂĄreas”, explanou.

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