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domingo, 29 de novembro de 2020

"ALTERNATIVA POLÍTICA NÃO É POSSÍVEL SÓ COM O PCP, MAS TAMBÉM NÃO SERÁ POSSÍVEL SEM O PCP"


A alternativa política não é possível sem o PCP, afirmou este domingo Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, no encerramento do XXI congresso, no qual reclamou para a o partido "os avanços" positivos no Orçamento do Estado de 2021, que ajudou a viabilizar.

A alternativa política, de esquerda, precisa da "convergência de democratas e patriotas, da luta dos trabalhadores e do povo" e do "reforço do partido, afirmou Jerónimo de Sousa no discurso com que encerrou o congresso, no pavilhão Paz e Amizade, em Loures, Lisboa.

"Alternativa política que não é possível só com o PCP, mas também não será possível sem o PCP", disse Jerónimo, eleito pela quinta vez.

No discurso, de pouco mais de 15 minutos, o secretário-geral comunista reclamou ainda "os avanços" que disse terem sido conseguidos pelo partido e que levaram a bancada comunista a abster-se e a viabilizar o Orçamento.

E sem nunca o citar, criticou o Bloco de Esquerda por ter ficado de fora do entendimento para viabilizar o Orçamento do Estado, esta semana.

É certo que, admitiu, foi um "caminho de ficou curto porque o PS não se liberta das suas escolhas e opções", que o PCP associa às "políticas de direita".

"Mas enquanto alguns desistiam, se há avanços, medidas consagradas dirigidas aos trabalhadores, aos reformados, às pequenas empresas, à cultura, ao Serviço nacional de Saúde e aos seus profissionais, todas têm a marca, a contribuição, a proposta do PCP", afirmou.

Numa frase improvisada do seu discurso, Jerónimo de Sousa garantiu que "não estamos aqui a prazo datado, nem em período experimental, mas sim disponíveis para fazer o que temos de fazer, o que o congresso decidiu", disse, na única referência a questões internas do partido e do congresso.
 
À saída do XXI Congresso Nacional do PCP, o secretário-geral comunista reafirmou não estar "a prazo" no cargo. Questionado insistentemente sobre se irá cumprir integralmente os próximos quatro anos à frente dos comunistas, Jerónimo de Sousa assegurou estar "com força".

"Não estou a prazo", resumiu, antes de entrar para a viatura do PCP que o costuma transportar, com os seguranças a apressarem o abandono do recinto.

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