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domingo, 25 de outubro de 2020

"É UMA FALTA DE RESPEITO" DIZ RUI MOREIRA SOBRE O GP DE PORTUGAL

 


O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, criticou, este sábado, nas redes sociais, a Direção-Geral da Saúde (DGS) pelo número de espetadores autorizados no Grande Prémio de Portugal da Fórmula 1 e os portugueses que foram assistir ao evento, sem cumprir a distância social recomendada e sem usar máscaras faciais de proteção contra a Covid-19.

De acordo com o autarca, estas atitudes mostram um desrespeito para com os profissionais de saúde e uma incoerência face às medidas aplicadas a outras atividades sociais e desportivas.

Perante isso, diz Rui Moreira, não se pode calar, se não seria cúmplice.

Esta imagem [fotografia que mostra espetadores do evento sem distância e sem máscara] é uma falta de respeito para todos os que estão a salvar vidas, nos hospitais e fora deles. Mas, o pior e o mais crítico é que muitas das pessoas que ali estão vão ser elas próprias a agravar a sobrecarga [do SNS]. A DGS, devia, por isso, ter cuidado. Não deixa mais de 1.500 pessoas estarem num estádio, ao ar livre, a ver futebol, não permite pequenos eventos organizados pelas autarquias, mas deixa que 27.500 pessoas estejam em cima uma das outras a ver a F1”, atira o presidente da Invicta.

“Estes paradoxos”, realça Rui Moreira no Facebook, “fazem com que os portugueses percam a confiança nas instituições. Numa altura em que essa confiança é crucial para que todos se sintam motivados e se empenhem”.

“Se a DGS já andava em crise de credibilidade – desde as máscaras, desde ‘o milagre português’, desde a questão do patriotismo estatístico, com a escalada sem controlo dos números e a falta de coordenação na saúde pública – agora, com esta decisão e esta evidência, só ajuda o país a suspeitar que estamos mal entregues e com pouca sorte”, sublinha o autarca.

Antes de terminar, Rui Moreira admite que “não é fácil decidir perante o desconhecido” e garante que não questiona “o empenho e as boas intenções”, mas não concorda com este tipo de opções e medidas.

“Resta-nos ter bom senso, cumpre-nos a todos, individual e coletivamente, agir com prudência. Entender as fragilidades, conviver com as dúvidas e angústias, mas não calar o que nos vai na consciência”, conclui.

Rui Moreira
há 14 horas

Não me posso calar, nem ser cúmplice

Porque
1. Há pessoas a morrer, muitas a sofrer.
2. Há milhares de profissionais na linha da frente, há meses sem descanso....

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A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, multidão e ar livre
A imagem pode conter: texto que diz "1,600 1,400 COVID-19 Em Portugal Internados (esquerda) UCI (direita) 1,200 Internados UCI by @INFO Covid-19 700 ForecastUCI 1,000 mU 800 600 600 500 400 400 200 300 200 06-Mar 13-Mar 20-Mar 27-Mar 03-Apr -Apr 1-May May 17 01 08 15 May 29- 100 24-Jul 31-Jul 14-ALg 21-ALB 2 Sep 07-Aug das- das. das- P0Z0 DO PO 18 C0 60 23 0-Oct 06-Nov RON-ET"

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

FOI APROVADA HOJE A RESOLUÇÃO PARA QUE GRÁVIDAS POSSAM SER ACOMPANHADAS


O parlamento aprovou esta sexta-feira quatro projetos de resolução apresentados pelo BE, PAN, Iniciativa Liberal e pela deputada não inscrita Cristina Rodrigues a recomendar ao Governo que as grávidas possam ter um acompanhante em todas as fases da gravidez.

O projeto do PAN, que pede que "seja efetivamente garantido que as grávidas tenham direito a acompanhante no Serviço Nacional de Saúde", foi aprovado com votos favoráveis da bancada proponente, PS, BE, PCP, PEV, Iniciativa Liberal (IL), Chega e das deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, e a abstenção de PSD e CDS-PP.

O partido denuncia que "com o aparecimento da covid-19, têm sido muitas pessoas a narrar o facto de ser barrada a presença do acompanhante em vários hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), assim como a separação de mãe-bebé no momento do nascimento, em mulheres infetadas e não infetadas, assim como o desaconselhamento ou mesmo impedimento de amamentar e outras práticas em claro incumprimento com a lei vigente".

"Apesar de entendermos que cada instituição tem o direito a ajustar as suas práticas internas de acordo com a sua realidade e limitações, é necessário que, por parte do Governo, sejam feitos todos os esforços para que os direitos da mulher na gravidez e parto sejam respeitados em Portugal de forma generalizada, acolhendo as melhores práticas baseadas em evidência, apoiando a capacitação da mulher nesta fase da sua vida, humanizando a prática obstétrica nacional", defendem os deputados do Pessoas-Animais-Natureza.

O projeto de resolução do deputado único da IL, João Cotrim Figueiredo, mereceu os votos contra de PCP e PEV, a abstenção de PSD e CDS-PP, e os votos favoráveis dos restantes deputados.

A iniciativa recomenda a alteração da "orientação 018/20 emitida pela Direção-Geral da Saúde", para "garantir o efetivo direito da grávida à presença de acompanhante nos serviços de obstetrícia, durante as consultas, exames, parto e pós-parto".

O deputado único da IL considera que, "em Portugal, ainda há muito por fazer no que diz respeito aos direitos das grávidas e parturientes, existindo muitas mais denúncias por violência obstétrica do que seria de esperar e desejar num país dito desenvolvido" e assinala que "a supressão do direito da grávida ao acompanhante nas consultas, exames, parto e pós-parto é mais um exemplo desta violência e é inaceitável".

O projeto de resolução do BE mereceu voto contra de PSD, a abstenção de CDS, e votos favoráveis das restantes bancadas e deputados.

Os bloquistas recomendam ao executivo liderado por António Costa que, "em conjunto com a Direção-Geral da Saúde reveja as orientações e normas produzidas sobre o assunto, de forma a melhor harmonizar direitos da mulher grávida e saúde pública e garantindo o respeito pelos direitos legalmente consagrados".

E pedem que "intervenha junto das instituições do SNS, de forma a que as instituições adotem as medidas e assegurem as condições necessárias ao pleno cumprimento dos direitos da mulher grávida, em particular o direito a acompanhamento na assistência à gravidez e a todas as fases do parto".

A iniciativa da deputada não inscrita Cristina Rodrigues mereceu votos contra de PSD, CDS-PP, PCP e PEV, e votos favoráveis dos restantes.

A deputada propõe ao Governo que, "em harmonia com as recomendações da Organização Mundial da Saúde, proceda à revisão das orientações emitidas no contexto da covid-19 em matéria de gravidez e parto, garantindo a todas as mulheres grávidas o direito a um acompanhante durante todas as fases do trabalho de parto, mesmo que tenham testado positivo".

Cristina Rodrigues recomenda ainda ao Governo que "garanta que as unidades hospitalares asseguram as condições necessárias para permitir a presença de um acompanhante durante todas as fases do trabalho de parto".

Ainda que aprovados, os projetos de resolução não têm força de lei.

 

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

ESTA QUARTA-FEIRA FOI ASSIM NO AEROPORTO DE FARO

 


Quando os corredores aéreos foram abertos para a entrada de turistas , ninguém pensou que isto poderia acontecer, o deputado social-democrata Cristovão Norte, tirou uma foto esta quarta-feira 26 de Agosto, no Aeroporto de Faro onde se veem centenas de estrangeiros junto do controlo de fronteiras,  no Twitter onde publicou a foto e manifestou o sua revolta por ver esta situação escreveu: 

"O SEF a funcionar com dois colaboradores para esta torrente de gente! Quisemos tanto o corredor turístico aberto para isto?

No Facebook, o deputado escreveu mais lamentando que os serviços não se tenham preparado convenientemente, "dando uma péssima imagem, com regras básicas de saúde pública violadas".

"Estamos a receber turistas do Reino Unido, como desejávamos, tão importantes para salvar empresas e emprego. O que fazemos? Não nos preparamos"! 

"O SEF não reforçou equipas para a chegada de estrangeiros fora do espaço Schengen, tem dois inspetores para responder a esta torrente de pessoas, e os equipamentos rápidos não estão a funcionar, por razões técnicas segundo me dizem. Resultado? Mau serviço, péssima imagem,regras básicas de saúde pública violadas, ainda mais num tempo em que a segurança é o pilar inultrapassável para o turismo e a deslocação de pessoas", e disse mais que é com casos como este que "damos dispensáveis tiros nos pés".

"O Governo já não é capaz de pensar, planear e prevenir, tem que pelo menos reagir e pôr cobro a esta situação, já"

                             Post do Twitter do deputado👇👇

O SEF a funcionar com 2 colaboradores para esta torrente de gente! Quisemos tanto o corredor turístico aberto para isto?
Imagem






domingo, 23 de agosto de 2020

"NALGUMA COISA TEMOS DE SER MAIORES" DIZ RUI RIO SOBRE ALEMANHA TESTAR A COVID-19 EM CONCERTOS

 


A Alemanha anunciou no sábado, que vai testar em concertos simulados com  2 mil pessoas, o líder do PSD não perdeu tempo para falar da realidade portuguesa, onde a Festa do Avante, que se vai realizar entre os dias 4 e 6 de Setembro, não passou despercebida.

"Nós cá em Portugal estamos muito à frente. Vamos testar com 33.000 na Quinta da Atalaia", escreveu Rui Rio no Twitter.

"O PIB deles é 16 vezes maior do que o nosso e nós testamos com 16 vezes mais público"

Para terminar Rui Rio disse que "Nalguma coisa temos de ser maiores".





Nós cá em Portugal estamos muito à frente. Vamos testar com 33.000 na Quinta da Atalaia. O PIB deles é 16 vezes maior do que o nosso e nós testamos com 16 vezes mais público. Nalguma coisa temos de ser maiores.
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Público
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Covid-19: Alemanha organiza concertos com duas mil pessoas para testar risco de contaminação publico.pt/1928996

O LÍDER DA JP DIZ QUE O CHEFE DE ESTADO "PERDERÁ TODA A AUTORIDADE MORAL E POLÍTICA, SE FIZER AQUILO QUE PEDE A OUTROS PARA NÃO FAZER"


Francisco Mota, presidente da Juventude Popular, desafiou Marcelo Rebelo de Sousa a não marcar presença na Final da Liga dos Campeões.

Francisco Mota acredita que "um Presidente da República tem que ser o exemplo para os portugueses, se os estádios de futebol não tiveram, se os portugueses não puderam aceder aos recintos desportivos durante este período, o Presidente da República não pode ser um privilegiado e fazer aquilo que não permitiu que o seu povo fizesse".

O líder da JP defende que "não podem existir portugueses de primeira e portugueses de segunda, muito menos com sinais contraditórios daqueles que devem ser o exemplo para todos os portugueses. Espera-se dos políticos, neste difícil momento, uma ação de total rigor e exemplo para a sociedade".

Para Francisco Mota, Marcelo "perderá toda a autoridade moral e política, se fizer aquilo que pede a outros para não fazer".

"Espero que o bom senso inspire o Presidente de República, e que veja a ausência do estádio como um (prémio) de solidariedade para com todos os profissionais de saúde, em especial aqueles que são perseguidos pelo governo socialista". 



BIDEN PEDE "TEMPO" PARA APAGAR RASTO POLÍTICO DE TRUMP

Durante a visita à Europa, as diferenças entre os dois Presidentes norte-americanos têm sido notórias. Joe Biden diz que os Estados Unidos d...