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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

FUNCIONÁRIOS DA SEGURANÇA SOCIAL GANHARAM UM MILHÃO DE EUROS EM BURLA COM IMIGRANTES


Cinco funcionĂĄrios da Segurança Social sĂŁo 23 dos arguidos que vĂŁo a julgamento, em Fevereiro de 2021, num processo de corrupção, em que sĂł um destes funcionĂĄrios, do Areeiro, em Lisboa, terĂĄ lucrado mais de 800 mil euros ao atribuir o nĂșmero de segurança social a cidadĂŁos oriundos sobretudo da Índia, PaquistĂŁo e Bangladesh.

De acordo com o PĂșblico, o MinistĂ©rio PĂșblico acusa os cinco funcionĂĄrios da Segurança Social obtiveram ganhos ilegais superiores a um milhĂŁo de euros, que defende que sejam declarados perdidos a favor do Estado.

Segundo o MP, o arguido que terĂĄ lucrado mais de 800 mil euros criou 4969 nĂșmeros de identificação da Segurança Social (NISS) para estrangeiros sem a devida documentação e a troco de dinheiro, entre 100 a 200 euros por cada nĂșmero. Nas buscas Ă  sua casa, em junho de 2017, a PolĂ­cia JudiciĂĄria encontrou 57.700 euros em dinheiro, escondidos (trĂȘs maços de notas), no teto da casa de banho, cerca de 11.140 euros no carro e 1200 euros numa carteira.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

PORTUGUESES CONTINUAM A TER MENOS FILHOS


Os portugueses continuam a ter menos filhos, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de EstatĂ­stica (INE), que regista que o nĂșmero mĂ©dio de filhos passou de 1,03 em 2013 para 0,86 em 2019.

O ano passado, 42,2 por cento das mulheres com idades entre os 18 e os 49 anos e 53,9% dos homens entre os 18 e os 54 anos nĂŁo tinham filhos, percentagens que subiram 7 e 12 pontos percentuais, respetivamente.

Das pessoas questionadas, 55,1% das mulheres e 47,3% dos homens disseram que nĂŁo queriam ter filhos ou nĂŁo queriam ter mais.

Além disso, 9,7% das pessoas (8,4% mulheres e 11% homens) declararam não ter nem querer ter filhos, citando como motivos a vontade própria e o facto de ter filhos não fazer parte do seu projeto de vida.

O nĂșmero mĂ©dio de filhos desejados tambĂ©m desceu de 2,31 em 2013 para 2,15 em 2019.

O primeiro filho foi tido mais tarde do que o desejado em 45,1% das mulheres e 58,5% dos homens, por motivos que incluem a falta de estabilidade financeira e laboral e condiçÔes de habitação.

Uma grande maioria (89,8% mulheres e 85,9% homens) defendeu que deve haver incentivos Ă  natalidade, indicando principalmente horĂĄrios de trabalho flexĂ­veis para pais e mĂŁes com filhos pequenos, mais acesso a creches, jardins de infĂąncia e atividades de tempos livres.

Quanto a medidas relativas ao rendimento familiar, a maioria das mulheres considerou mais importante aumentar subsĂ­dios para educação, saĂșde, habitação ou alimentação e a maior parte dos homens pediu redução de impostos ou aumento de deduçÔes fiscais para famĂ­lias com filhos.

No final da dĂ©cada de 1970, o nĂșmero mĂ©dio de filhos por mulher era 2,1 e a idade a que tinham o primeiro filho estava nos 24.

O nĂșmero mĂ©dio de filhos aumenta em relação com fatores como a idade, o facto de terem tido irmĂŁos, escolaridade (atĂ© ao 3.Âș ciclo do bĂĄsico), o facto de terem cĂŽnjuge ou companheira ou companheiro e, no caso dos homens, ter emprego.

Referindo-se às tarefas domésticas no inquérito à fecundidade, as mulheres são na maioria dos casos as responsåveis por atividades como lavar e cuidar da roupa (77,8%), limpar a casa (59,3%), cozinhar (65%), enquanto a tarefa dominante indicada pelos homens foi fazer pequenos arranjos e restauros em casa (78,3%).

No que toca ao cuidado dos filhos, os dados indicam que são as mulheres que desempenham maioritariamente tarefas como estar com os filhos (67,4%), ficar em casa quando estão doentes (63,7%), levå-los ao médico (55,6%), ajudar a fazer os trabalhos (46,5%).

terça-feira, 11 de agosto de 2020

APARTAMENTO PENHORADO POR DÍVIDA DE UM CÊNTIMO


Por causa de uma dĂ­vida, JoĂŁo Bartolomeu Faria, ficou na lista negra do  Banco de Portugal e ficou com o seu apartamento como garantia da dĂ­vida de penhora. Divida essa que tem o montante de um cĂȘntimo a uma operadora financeira pela utilização de um cartĂŁo de crĂ©dito em 2017.

"Isto Ă© inaceitĂĄvel. Nunca fiquei a dever nada a ninguĂ©m, nem mesmo ao Estado, nem a bancos nem a particulares, e recebo agora em casa a notificação de que, por uma dĂ­vida de um cĂȘntimo, que desconhecia, estou impedido de realizar quaisquer operaçÔes financeiras", disse JoĂŁo Faria.
 


POLÍCIA DO CAPITÓLIO DETEVE HOMEM COM ACREDITAÇÃO FALSA E FORTEMENTE ARMADO

A polĂ­cia do CapitĂłlio deteve na sexta-feira um homem que tentou entrar no perĂ­metro cercado do centro de Washington, nos Estados Unidos, co...