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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

MÁSCARAS PODEM SER DISPENSADAS NO VERÃO E VOLTAR NO OUTONO, MESMO COM VACINA


As máscaras podem vir a ser descartadas no verão, pelo menos em Inglaterra. Mas devem regressar no inverno, mesmo com uma população vacinada.

Os habitantes do Reino Unido podem não ter de usar máscaras durante os meses de verão. Uma proteção contra a covid-19 que deve voltar a ser necessário no outono e no inverno, defende Jenny Harries, médica da equipa de combate à pandemia do Reino Unido.

Os meses mais quentes do verão são "um período geralmente muito mais seguro, com menos necessidade de intervenções" na socialização, que pode dispensar o uso da máscara, argumentou Jenny Harries numa reunião em Downing Street, uma residência oficial do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

"É bem possível que durante os meses de verão, como anunciar no ano passado, quando vemos o número de novos casos a cair, não precisemos de usar máscaras o tempo todo", disse Jenny Harries, ressalvando que estas não podem ser descartadas a longo prazo.

"À medida que entramos no outono, quando chega o inverno e passamos mais tempo dentro de casa, podemos estar sujeitos ao perigo", acrescentou a médica.

Já no início desta semana, o principal conselheiro científico do governo britânico, Patrick Vallance, alertou que as máscaras podem ser necessárias em certas situações no próximo inverno, mesmo depois de todos os adultos do Reino Unido terem sido vacinados.

Durante o "briefing", Harries argumentou, ainda, que as crianças devem evitar abraçar os avós, mesmo que tenham tomado a vacina da covid-19, "até que haja certezas do impacto da vacinação".

domingo, 3 de janeiro de 2021

ERRO MÉDICO LEVA MULHER A FAZER QUIMIOTERAPIA SEM TER CANCRO


Após 18 meses de tratamento, Janice Johnston só piorava e nem sequer conseguia trabalhar. Recorreu a outro hospital e percebeu que não tinha cancro, mas sim outra doença que faz com que o corpo produza glóbulos vermelhos em excesso.

Janice Johnston fez quimioterapia durante 18 meses. "Um inferno", descreveu. Mas, afinal, não tinha cancro. A britânica, de 53 anos, vai agora ser indemnizada pelo hospital em mais de 84 mil euros.

Após ter sido diagnosticada, em 2017, com um cancro raro no sangue e submetida a mais de um ano de tratamento, Janice, mãe de quatro filhos, apenas piorava e decidiu pedir uma segunda opinião médica. Recorreu a outra unidade hospitalar e percebeu que não tinha cancro, mas sim uma doença que faz com que o corpo produza glóbulos vermelhos em excesso.

Segundo avança a BBC, o NHS Foundation Trust da East Kent Hospitals University assumiu a responsabilidade: os médicos prescreveram-lhe o tratamento sem ser efetuada uma biópsia à medula óssea.

"Quando me disseram que eu não tinha cancro, fiquei em choque", reconheceu Janice Johnston, acrescentando que será difícil esquecer o momento em que contou aos filhos que estava doente e não sabia se iria conseguir vê-los crescer. Já para não falar do medo constante com que vivia depois de lhe terem dito que, a qualquer momento, poderia sofrer um ataque cardíaco ou derrame fatais.

Além da perda de peso e da fraqueza generalizada, a quimioterapia fez com que a britânica perdesse os dentes. Janice tinha náuseas, suores noturnos e sentia-se tão fragilizada que decidiu apresentar a demissão da casa de saúde onde trabalhava como auxiliar.

"Eu não vivia, sobrevivia", descreveu, explicando que, apesar de ter dito aos médicos que a quimioterapia não estava a fazer efeito, só lhe aumentaram as dosagens.

Janice decidiu, por isso, recorrer ao Guy's Hospital, onde lhe fizeram exames e detetaram o diagnóstico errado. "Senti um segundo de alívio e, depois, muita raiva por me terem feito viver este inferno durante dois anos", concluiu.

JOVEM DE 21 ANOS É ATACADA A FACADAS PELO PRÓPRIO PAI

Um homem, de 42 anos, é suspeito de matar a facadas a própria filha nesta segunda-feira(12) em Rodeio, no Vale do Itajaí, em  Santa Catarina...