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sexta-feira, 11 de junho de 2021

AFINAL, VARIANTE DELTA É 60% MAIS TRANSMISSÍVEL


O Reino Unido registou 17 mortes e 8.125 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os dados oficiais desta sexta-feira, que também confirmaram que a variante Delta é 60% mais transmissível.

Um estudo publicado esta sexta-feira pela Direção Geral de Saúde de Inglaterra (Public Health England) indica que a estimativa é superior à anterior, referida pelo ministro da Saúde, Matt Hancock, no início da semana, de ser 40% mais contagiosa em comparação com a variante Alpha, ela própria mais transmissível do que as variantes iniciais do novo coronavírus.

De acordo com a PHE, foram identificados 42.323 casos desta variante identificada primeiro na Índia, contra 29.892 há uma semana, representando mais de 90% do total de infeções no país.

No entanto, o organismo considera "encorajador" observar que a progressão da variante não é acompanhada por um aumento das hospitalizações nas mesmas proporções.

Menos de mil pacientes com o novo coronavírus estão atualmente em hospitais britânicos e, das 42 mortes com infetados por esta variante, 23 não estavam vacinados.

"Os dados indicam que o programa de vacinação continua a mitigar o impacto desta variante" em populações onde é elevado o número de pessoas que receberam duas doses da vacina, sublinha o organismo público.

Estes diferentes fatores vão fundamentar a decisão do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, na próxima semana de avançar ou não para a quarta etapa do plano de desconfinamento a 21 de junho, quando deveriam ser levantadas todas as restrições em Inglaterra.

A subida do índice de transmissibilidade (Rt) entre 1,2 e 1,4 em Inglaterra reflete o impacto da variante Delta no país, que vinha a registar um declínio no número de casos desde janeiro.

Na quinta-feira tinham sido notificadas sete mortes e 7.393 casos.

Nos últimos sete dias, entre 5 e 11 de junho, a média diária foi de nove mortes e 6.556 casos, o que corresponde a uma subida de 10,9% no número de mortes e de 58,1% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.

Desde dezembro foram inoculadas 41.088.485 pessoas com uma primeira dose de uma vacina contra a covid-19, o que corresponde a 78% da população adulta. Um total de 29.165.140 pessoas, ou 55,4% da população adulta, já receberam também a segunda dose.

Desde o início da pandemia, foram notificados 127.884 óbitos de covid-19 num total de 4.550.944 infeções confirmadas no Reino Unido.

terça-feira, 1 de junho de 2021

AURRIGO, O PRIMEIRO AUTOCARRO AUTÓNOMO DO REINO UNIDO


O Aurrigo Driverless Shuttle, como o próprio nome indica é um veículo de transporte de passageiros sem condutor.

Em comunicado a empresa inglesa assume que este é o primeiro passo de um projeto que pretende testar em condições reais a funcionalidade de um transporte de passageiros, completamente autónomo, em estrada aberta.

Em teste estão três unidades, com capacidade para 10 pessoas. Esta configuração obedece no entanto ao atual e necessário contexto de distanciamento social devido à pandemia, pois o veículo poderá transportar até 30 pessoas.


O projeto junta a Aurrigo, a GCP (Parceria para a mobilidade da zona de Cambridge), a Smart Cambridge (empresa tecnológica) e a CCAV (Centro para os Veículos conectados e autónomos).

Os utilizadores poderão instalar uma aplicação no smartphone (há uma limitação de utilizadores para usarem a app) e, através da mesma poderão indicar que pretendem utilizar o serviço ao longo dos cerca de três quilómetros de rota (que dura 20 minutos) em redor do Campus Universitário de Cambridge.


Todo o sistema é completamente automatizado, digital, sem interação humana e o veículo sem condutor está em permanente monitorização por responsáveis do consórcio.

A tecnologia junta radares, lidar, sensores de aproximação, cartografia avançada e conta com informação em tempo real do estado do trânsito.

sábado, 29 de maio de 2021

BORIS JOHNSON CASOU EM SEGREDO ESTE SÁBADO, DIZ IMPRENSA BRITÂNICA


O primeiro-ministro britânico terá casado, este sábado, com a companheira, Carrie Symonds, numa cerimónia secreta na Catedral de Westminster.

A notícia, que não mereceu comentários por parte do gabinete do chefe do Governo britânico, foi avançada pelos jornais "The Sun" e "Mail on Sunday", citados pela agência Reuters. Segundo ambas as publicações, os 30 convidados limite máximo no âmbito das restrições da pandemia foram convidados em cima da hora para a cerimónia, da qual nem os principais membros do gabinete do primeiro-ministro terão tido conhecimento.

A catedral católica foi repentinamente fechada às 13.30 horas. Meia hora depois, chegou de limusina a namorada de Boris Johnson, Carrie Symonds, com um longo vestido branco sem véu, escrevem os dois jornais britânicos. ​​​​​​​

Johnson, 56 anos, e Symonds, de 33, moram juntos em Downing Street desde que Johnson se tornou primeiro-ministro, em 2019. Em 2020, anunciaram que estavam noivos e que iam ser pais. O filho, Wilfred Lawrie Nicholas Johnson, viria a nascer em abril desse ano.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

MÁSCARAS PODEM SER DISPENSADAS NO VERÃO E VOLTAR NO OUTONO, MESMO COM VACINA


As máscaras podem vir a ser descartadas no verão, pelo menos em Inglaterra. Mas devem regressar no inverno, mesmo com uma população vacinada.

Os habitantes do Reino Unido podem não ter de usar máscaras durante os meses de verão. Uma proteção contra a covid-19 que deve voltar a ser necessário no outono e no inverno, defende Jenny Harries, médica da equipa de combate à pandemia do Reino Unido.

Os meses mais quentes do verão são "um período geralmente muito mais seguro, com menos necessidade de intervenções" na socialização, que pode dispensar o uso da máscara, argumentou Jenny Harries numa reunião em Downing Street, uma residência oficial do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

"É bem possível que durante os meses de verão, como anunciar no ano passado, quando vemos o número de novos casos a cair, não precisemos de usar máscaras o tempo todo", disse Jenny Harries, ressalvando que estas não podem ser descartadas a longo prazo.

"À medida que entramos no outono, quando chega o inverno e passamos mais tempo dentro de casa, podemos estar sujeitos ao perigo", acrescentou a médica.

Já no início desta semana, o principal conselheiro científico do governo britânico, Patrick Vallance, alertou que as máscaras podem ser necessárias em certas situações no próximo inverno, mesmo depois de todos os adultos do Reino Unido terem sido vacinados.

Durante o "briefing", Harries argumentou, ainda, que as crianças devem evitar abraçar os avós, mesmo que tenham tomado a vacina da covid-19, "até que haja certezas do impacto da vacinação".

domingo, 3 de janeiro de 2021

ERRO MÉDICO LEVA MULHER A FAZER QUIMIOTERAPIA SEM TER CANCRO


Após 18 meses de tratamento, Janice Johnston só piorava e nem sequer conseguia trabalhar. Recorreu a outro hospital e percebeu que não tinha cancro, mas sim outra doença que faz com que o corpo produza glóbulos vermelhos em excesso.

Janice Johnston fez quimioterapia durante 18 meses. "Um inferno", descreveu. Mas, afinal, não tinha cancro. A britânica, de 53 anos, vai agora ser indemnizada pelo hospital em mais de 84 mil euros.

Após ter sido diagnosticada, em 2017, com um cancro raro no sangue e submetida a mais de um ano de tratamento, Janice, mãe de quatro filhos, apenas piorava e decidiu pedir uma segunda opinião médica. Recorreu a outra unidade hospitalar e percebeu que não tinha cancro, mas sim uma doença que faz com que o corpo produza glóbulos vermelhos em excesso.

Segundo avança a BBC, o NHS Foundation Trust da East Kent Hospitals University assumiu a responsabilidade: os médicos prescreveram-lhe o tratamento sem ser efetuada uma biópsia à medula óssea.

"Quando me disseram que eu não tinha cancro, fiquei em choque", reconheceu Janice Johnston, acrescentando que será difícil esquecer o momento em que contou aos filhos que estava doente e não sabia se iria conseguir vê-los crescer. Já para não falar do medo constante com que vivia depois de lhe terem dito que, a qualquer momento, poderia sofrer um ataque cardíaco ou derrame fatais.

Além da perda de peso e da fraqueza generalizada, a quimioterapia fez com que a britânica perdesse os dentes. Janice tinha náuseas, suores noturnos e sentia-se tão fragilizada que decidiu apresentar a demissão da casa de saúde onde trabalhava como auxiliar.

"Eu não vivia, sobrevivia", descreveu, explicando que, apesar de ter dito aos médicos que a quimioterapia não estava a fazer efeito, só lhe aumentaram as dosagens.

Janice decidiu, por isso, recorrer ao Guy's Hospital, onde lhe fizeram exames e detetaram o diagnóstico errado. "Senti um segundo de alívio e, depois, muita raiva por me terem feito viver este inferno durante dois anos", concluiu.

PILOTO ESPANHOL DE 14 ANOS MORRE APÓS SER ATROPELADO EM CORRIDA

Hugo Millán, de 14 anos, morreu este domingo após ter sido atropelado por um adversário na sequência de uma queda sofrida durante uma corrid...