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segunda-feira, 26 de julho de 2021

PORQUE NÃO HOUVE MORTES POR GRIPE EM PORTUGAL NO ÚLTIMO ANO?


Os especialistas alertam para o risco de doença mais grave no próximo inverno.

No último ano não houve mortes provocadas pela gripe em Portugal. Os especialistas admitem que as medidas de proteção contra a covid-19 como as máscaras ou o distanciamento social ajudaram a impedir contágios. Alertam que a imunidade da população estará mais baixa, o que aumenta o risco de doença mais grave no próximo inverno.

Na última época gripal, o vírus circulou de forma esporádica e nunca chegou a atingir-se atividade epidémica.

Segundo o Instituto Ricardo Jorge, nenhuma morte foi atribuída ao vírus da gripe entre outubro de 2020 e maio de 2021.

As medidas de proteção contra a covid-19 como a máscara, o distanciamento social e a higienização das mãos ajudaram a travar os contágios de gripe. Todavia, esse “travão” poderá ter reflexo na imunidade de grupo da população.

Os especialistas alertam para o risco de doença grave na próxima época gripal. A vacinação contra a gripe será uma arma de combate à doença no próximo inverno.

Os peritos apelam ainda à população que adira à vacinação e ao Governo que adquira doses suficientes.

A diminuição da atividade gripal não aconteceu apenas em Portugal. De acordo com o Centro Europeu de Controlo e Prevenção da Doença (ECDC), na Europa houve um descida de 99% de casos de gripe em relação ao ano anterior.

No "velho continente" foram detetados 934 casos da doença.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

MEDICAMENTO QUE REDUZ O APETITE MOSTRA-SE PROMISSOR NA LUTA CONTRA A OBESIDADE


Estudo conclui que participantes perderam, em média, 15 quilos.

Um ensaio internacional cujas conclusões foram divulgadas esta quarta-feira revela que existe um novo medicamento promissor no combate à obesidade. Os participantes do estudo conseguiram perder mais de um quinto do peso corporal.

Em causa está um fármaco chamado semaglutide, que já é familiar para algumas pessoas que o usam no tratamento para diabetes tipo 2. Este estudo procurou administrá-lo em doses mais altas, o que provocou uma redução drástica no apetite.

Conduzido em quase duas mil pessoas - que recebiam, em simultâneo, uma terapia comportamental intensiva sobre dieta e preparação física - o estudo revela que, durante 15 meses, os participantes obtiveram uma perda média de peso de 15 quilos.

Os cientistas acreditam que os resultados podem marcar uma "nova era" no tratamento da obesidade.

Jan, de Kent, foi uma das participantes do estudo. Perdeu 28 quilos, o equivalente a mais de um quinto do seu peso.

"O medicamento mudou a minha vida e alterou completamente a minha abordagem aos alimentos", disse.

No entanto, terminado o estudo, Jen está novamente a ganhar peso porque o apetite voltou a níveis normais.

"Foi fácil perder peso durante o teste, mas agora voltou a ser uma batalha constante com a comida", contou à BBC.

O medicamento envolvido no estudo, cujas conclusões foram agora publicadas no New England Journal of Medicine, atua sobre a hormona GLP1, uma hormona do tubo digestivo que tem influência no apetite.

Em declarações à BBC sobre os resultados do estudo, a professora Rachel Batterham, da University College London, afirmou que esta aplicação do fármaco representa uma mudança significativa.

"Passei os últimos 20 anos a realizar pesquisas sobre obesidade e até agora não tinhamos um tratamento eficaz para a obesidade além da cirurgia bariátrica (uma intervenção na qual o sistema digestivo é alterado com o objetivo de diminuir a quantidade de comida tolerada pelo estômago)", afirmou.

A perda de peso e a diminuição da população obesa reduziria o risco de doenças cardíacas ou crónicas, como a diabetes.

O medicamento é utilizado em tratamentos para a diabetes tipo 2 e necessita de prescrição médica. A professora Rachel Batterham alerta para o perigo de iniciar tratamentos de perda de peso sem acompanhamento clínico. Considera que, em primeira instância, o método deve ser apenas utilizado em clínicas especializadas em perda de peso, em vez de estar amplamente disponível ao público.

Importa referir também que o tratamento produziu efeitos secundários em alguns participantes, nomeadamente, náuseas, diarreia, vómitos e constipação. Prosseguem agora estudos mais alargados para verificar se a perda de peso pode ser mantida a longo prazo.

Tal como defende o nutricionista Duane Mellor ao jornal britânico, é aconselhável o acompanhamento médico para quem pretende perder peso, bem como, o reconhecimento da importância de mudar o estilo de vida.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

DOENÇA DESCONHECIDA FAZ PELO MENOS 15 MORTOS NA TANZÂNIA


Um dos sintomas é vomitar sangue.

Pelo menos 15 pessoas morreram e outras 50 foram hospitalizadas na Tanzânia depois de o que se acredita ser uma doença desconhecida fazer com que os pacientes vomitem sangue. Alguns deles, a maioria homens, morreram poucas horas depois de desenvolver sintomas.

Os casos foram todos registados na região de Mbeya, uma cidade no sul do país. Felista Kisandu, a delegada de saúde local, garantiu que uma série de peritos foram enviados para investigar a origem da doença. A ministra da Saúde da Tanzânia descartou a hipótese de um surto.

“Exames clínicos preliminares revelaram que os pacientes, maioritariamente do sexo masculino, sofreram úlceras no estômago e doença hepática. Aconselhamos que se evitem bebidas alcoólicas caseiras, cigarros e outras bebidas alcoólicas”, afirmou a delegada, citada pelo New York Post.

As autoridades estão agora a testar amostras de água e do sangue dos pacientes à procura de vestígios de contaminação por mercúrio.

Entretanto, a ministra da Saúde da Tanzânia ordenou a suspensão de Felista Kisandu por “criar pânico desnecessário”.

Fontes do Governo revelaram que estes sintomas não são inéditos, tendo sido já registados na região, em 2018, em doentes que se queixaram também de febre e náuseas.

TANZÂNIA DEIXOU DE ATUALIZAR NÚMEROS DA COVID-19

A doença desconhecida surge cerca de um mês depois do Presidente da Tanzânia, John Magufuli, ter dito que o país conseguiu travar a propagação da covid-19 com o “poder da oração”. Declarações feitas seis semanas depois das fontes oficiais do Governo terem parado de divulgar novos dados sobre a pandemia.

Há seis semanas que o número de casos de covid-19 no país africano se mantém nos 509. A oposição estima, no entanto, que o número real ande à volta de dezenas de milhares.

INTERVENÇÃO NA PONTE DO FREIXO DURANTE MÊS E MEIO PODE CONDICIONAR TRÂNSITO

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