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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

TAP VAI TRANSPORTAR PASSAGEIROS PARA O BRASIL NO PRÓXIMO DIA 26


Voo humanitário para trazer portugueses e residentes em Portugal realiza-se no dia seguinte, a partir de Guarulhos (S. Paulo).

Está autorizado um voo extraordinário entre Portugal e o Brasil para facilitar o repatriamento de passageiros retidos desde a suspensão do tráfego aéreo entre os dois países, no passado dia 29 de janeiro.

Já tinha sido anunciado o voo humanitário para trazer portugueses e residentes em Portugal, no próximo dia 27. Esta sexta-feira, a Embaixada do Brasil em Lisboa anunciou que o percurso entre Lisboa e Guarulhos (S. Paulo) também poderá levar passageiros, nomeadamente os 300 brasileiros retidos em Portugal.

"Os interessados devem tratar diretamente com a TAP da marcação ou aproveitamento de bilhetes aéreos", alertou o comunicado da Embaixada do Brasil.

A TAP tem disponível no seu site um formulário para os interessados nos voos extra, que deverá ser preenchido por quem pretende viajar. Neste voo, só poderão viajar para o Brasil cidadãos brasileiros ou residentes naquele país. Quem já tinha bilhete TAP, poderá remarcar para a data referida, quem não tem bilhete terá de adquirir.

Além disso, recordam as autoridades, "permanecem inalteradas as exigências de documentos para viagem, assim como a apresentação de teste negativo à covid-19".

Retidos no Brasil

Do lado dos passageiros portugueses retidos no Brasil, a informação continua sem chegar aos interessados até ao final desta sexta-feira.

"Ninguém foi contactado, os consulados continuam sem saber quem são os 70 passageiros que, alegadamente, já estariam selecionados para integrar o voo humanitário, e a TAP também não nos diz nada", lamentou Catarina Miranda.

"Entretanto, mudaram os critérios de acesso ao voo humanitário [no formulário que os consulados pediram para enviar preenchidos), sendo apenas os de saúde ou de extrema pobreza. Já não falam em reunião familiar, por isso não sei se me deixam voltar para junto do meu filho. Faz um mês que estou longe do meu filho", lamentou, desesperada, a portuguesa que tem servido de porta-voz ao grupo de cerca de 200 pessoas retidas no Brasil.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

TAP PRECISA DE INJEÇÃO DE CAPITAL DE 4 MIL MILHÕES DE EUROS

 


O plano de reestruturação da TAP tem de ser submetido a Bruxelas até dia 10 de dezembro. Sindicato que representa tripulantes, em entrevista à RTP, admite que a companhia aérea precisa de uma injeção de capital forte para que possa ser sustentável a médio prazo.

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo e da Aviação Civil (SNPVAC) admite que a TAP precisa de uma nova injeção de capital que pode ascender a quatro mil milhões de euros. Em entrevista à RTP3, nesta segunda-feira, 23 de novembro, Henrique Louro Martins, salientou que o processo de reestruturação "já começou" para os tripulantes de cabine da TAP "tanto em termos salariais como em termos de saídas dos trabalhadores", uma vez que várias de dezenas dos contratos a prazo que não foram renovados eram de tripulantes.

"Quando se fala com esta ligeireza de despedimentos numa empresa que contribui com 2% para o PIB nacional, enquanto se fala na diminuição salarial, há que encarar o problema de frente e perceber que não é com redução de salários que a TAP vinga no mercado do transporte aéreo. A TAP necessita de uma injeção de capital forte e profunda para que daqui a um ano, dois, daqui a mais 75 anos que esperemos que dure, consiga ser uma empresa fortemente consolidada em termos financeiros. É preciso apostar numa injeção de capital para a empresa", afirmou.

Esta injeção de capital seria para somar aos 1.200 milhões de euros que o grupo TAP está a receber desde o verão, no âmbito de uma Ajuda de Estado negociada entre o governo e Bruxelas. "Tenho medo de os dizer para não ser mal interpretado. Conseguimos falar aqui de quatro mil milhões de euros e não andaria longe do que estou a dizer", admitiu.

Questionado sobre para que seria canalizado esse dinheiro, Henrique Louro Martins sustentou que seria para que a transportadora possa ficar numa situação "em que possa ter um futuro, em que possa sustentar-se sozinha e seja uma empresa independente e que tenha um caminho na rota do sucesso".

Ao longo da entrevista, o responsável deixou claro que não conhece os planos que estão em cima da mesa para a empresa, no âmbito da reestruturação, mas assume que possa negociar uma redução salarial para os tripulantes "desde que esta seja uma posição transversal a toda a companhia. Toda a companhia tem de se unir. Os esforços têm de ser feitos por igual. Não pode uns filhos e outros enteados".

Henrique Louro Martins esclareceu que ia ter um encontro com o ministro Pedro Nuno Santos na próxima semana, dia 2 de dezembro. Notou ainda que a relação com o atual conselho de administração da TAP é melhor que com o anterior.

LINHA VERMELHA PODE SER ATINGIDA DAQUI A DOIS MESES

                           O índice de transmissão está a aumentar. Portugal pode chegar aos 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes e ...