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quarta-feira, 21 de julho de 2021

CHINA DESVENDOU O COMBOIO MAIS RÁPIDO DO MUNDO


A China apresentou um novo comboio de levitação magnética capaz de atingir uma velocidade de 600km/h, o que, de acordo com a CNN, o torna o comboio mais rápido do mundo.

O comboio foi desenvolvido pela empresa estatal chinesa CRRC Corporation Limited e apresentado em Qindao (China). De recordar que já havia sido apresentado um protótipo deste mesmo comboio em 2019, sendo portanto um projeto a longo prazo do estado chinês que tem como objetivo ligar as principais cidades do país.

Uma vez desenvolvido o comboio, a China terá apenas de construir uma rede mais robusta de linhas preparadas para este meio de transporte por levitação magnética. De momento existe apenas uma linha deste tipo em todo o território.

VÍDEO: CHUVA ARTIFICIAL PARA COMBATER ONDA DE CALOR NO DUBAI

 


Recentemente, fortes chuvas atingiram diversas regiões dos Emirados Árabes Unidos (EAU), como Abu Dhabi, Dubai e Sharjah, em meio à onda de calor com temperaturas chegando aos 50 graus Celsius.

O Centro Nacional de Meteorologia dos EAU explicou à Gulf News que foram realizadas "operações de semeadura de nuvens" para aumentar a pluviosidade na região.

O organismo emitiu alertas meteorológicos para o Leste do país devido à possibilidade de formação de nuvens convectivas associadas com mais precipitações e ventos com velocidades de 40 quilômetros por hora, que provocam a deslocação de poeira e areia.

As nuvens convectivas são formadas devido às altas temperaturas da superfície terrestre, que fazem com que o ar quente e úmido seja elevado através do ar circundante mais frio da atmosfera.

Nos últimos anos, as autoridades dos EAU desenvolveram ativamente tecnologias para induzir chuvas em seu árido território.

Anteriormente, o país testou drones capazes de provocar chuva mediante a aplicação de descargas elétricas nas nuvens, sem a necessidade de utilizar compostos químicos.



domingo, 30 de maio de 2021

HOTEL DE 30 MILHÕES COM ROBÔS PARA SERVIÇO DE QUARTOS ABRIU NO PORTO ESTA SEXTA-FEIRA


O Porto ganhou um novo hotel esta sexta-feira com a inauguração do Yotel Porto, localizado na Rua de Gonçalo Cristóvão, perto da estação de Metro da Trindade. A unidade hoteleira de quatro estrelas conta com 150 quartos, um terraço, restaurante, espaços comuns para trabalhar e um ginásio.

O projeto representa um investimento de 30 milhões de euros por parte da United Investments Portugal (UIP) e aposta fortemente na componente tecnológica. A UIP, liderada por Carlos Leal, está integrada no Al-Bahar Investment Group e é proprietária do Pine Cliffs Resort, Sheraton Cascais Resort, Quinta Marques Gomes e Hyatt Regency Lisboa.

Assim, os hóspedes podem utilizar a aplicação (app) Yotel para fazer o check-in antecipadamente ou em quiosques self-service, bem como criar uma SmartKey nos smartphones. A app permite ainda alertar o pessoal do hotel se, por exemplo, é necessário limpeza adicional nos quartos e pode ser usada para controlar a iluminação e a televisão.

Alguns quartos selecionados contam com "uma SmartBed, uma cama completamente ajustável que permite poupar espaço", várias tomadas e pontos de carregamento de UBS, WiFi e Smart TVs de alta definição.


Mas um dos aspetos mais inovadores é o serviço de quartos efetuado por pequenos robôs que respondem a pedidos diversos, como a entrega de uma bebida ou toalhas extra.

"A abertura do primeiro Yotel na Península Ibérica após um período tão difícil para o setor é uma prova da dedicação da marca e o apoio e investimento contínuo da United Investments Portugal na indústria do turismo", refere o diretor-geral Nuno Godinho, citado em comunicado.

"Estou confiante que este hotel, com a sua visão inovadora e infraestrutura tecnológica, será um grande sucesso", acrescenta.

A marca Yotel está presente em cidades como Amesterdão, Boston, Dubai, Edimburgo, Glasgow, Istambul, Londres, Miami, Nova Iorque, Singapura, São Francisco e Washington.




domingo, 9 de maio de 2021

RESTOS DO FOGUETÃO CHINÊS CAÍRAM NO OCEANO ÍNDICO


Um importante segmento do foguetão chinês desintegrou-se este domingo ao reentrar na atmosfera terrestre e caiu no oceano Índico, perto das Maldivas, anunciou a agência espacial da China.

"De acordo com o percurso e análise, pelas 10.24 (03:34 em Lisboa) de 9 de maio de 2021, o primeiro andar do foguetão Longa Marcha 5B reentrou na atmosfera", declarou o Gabinete de Engenharia Espacial Tripulada chinês, em comunicado.

As coordenadas fornecidas pelas autoridades chinesas apontam para um local próximo das ilhas Maldivas, no oceano Índico, a sul da Índia.

O tamanho do objeto, de cerca de 30 metros e entre 17 e 21 toneladas, e a velocidade a que viajava, perto de 28 mil quilómetros por hora, levaram à ativação das mais importantes agências de monitorização espacial do mundo, como o Pentágono ou o Serviço de Vigilância e Acompanhamento Espacial da UE (EUSST).

Na sexta-feira, Pequim tinha classificado como "extremamente fraco" o risco de danos na superfície terrestre devido à entrada descontrolada na atmosfera do foguetão.

Na semana passada, a China lançou, recorrendo ao foguetão Longa Marcha 5B, o módulo Tianhe, ou Harmonia Celestial, para a primeira estação espacial permanente, que visa hospedar astronautas a longo prazo.

"A probabilidade de causar danos às atividades aéreas ou no solo é extremamente fraca", disse à imprensa um porta-voz da diplomacia chinesa, Wang Wenbin.

"Devido à composição técnica deste foguete, a maioria dos componentes será incinerado e destruído ao entrar na atmosfera", acrescentou.

O lançamento da semana passada foi o primeiro de 11 missões necessárias para construir e abastecer a futura estação espacial chinesa e enviar uma tripulação de três pessoas até ao final do próximo ano.

Pelo menos 12 astronautas estão a treinar para viver na estação, incluindo veteranos de missões anteriores. A primeira missão tripulada, a Shenzhou-12, está prevista para junho.

Quando concluída, no final de 2022, a Estação Espacial Chinesa deverá pesar cerca de 66 toneladas, consideravelmente menor do que a Estação Espacial Internacional, que pesará cerca de 450 toneladas e para a qual o primeiro módulo foi lançado em 1998.

sábado, 8 de maio de 2021

FOGUETÃO CHINÊS EM QUEDA: SAIBA ONDE OS DESTROÇOS PODEM CAIR ESTA MADRUGADA

 


O mundo segue com atenção o caso do foguetão chinês Long March 5B, de 21 toneladas, que está a cair “de forma descontrolada” em direção à Terra, estando a entrada na atmosfera prevista para esta madrugada.

O foguetão chinês Long March 5B descolou no dia 29 de abril e colocou em órbita o módulo Tianhe da nova estação espacial chinesa. O lançamento de Tianhe foi a primeira das 11 missões necessárias para completar a estação. 

Sydney, Nova Iorque, África, América do Sul ou partes da Ásia foram alguns dos locais apontados como prováveis para o impacto de alguns dos destroços.

Embora muito afastadas entre si, os cientistas delimitaram estas localizações como sendo algumas das áreas do planeta susceptíveis de ser alvo dos destroços. No entanto, o cenário mais credível para o local do impacto deverá ser o mar, uma vez que cerca de 70% da faixa geográfica analisada é composta por água.

Quanto à hora do impacto, o Serviço de Vigilância e Rastreio de Objetos no Espaço da União Europeia definiu que o impacto deverá acontecer por volta das 03:11 da madrugada do dia 9 de maio, hora de Portugal continental.  

Recorde-se que na quarta-feira os EUA revelaram estar a acompanhar a trajetória do foguetão e revelaram não ter qualquer plano para abater a aeronave. Já o Global Times, um tablóide chinês, qualificou as notícias de que o foguetão está "fora de controlo" e poderá causar danos como "propaganda ocidental". "Não vale a pena entrar em pânico", disse o jornal, citando fontes da indústria espacial chinesa.

A última vez que um objeto de grandes dimensões fez uma “reentrada descontrolada” na Terra foi em 1991, quando a aeronave russa Salyut 7, com 39 toneladas, caiu na Argentina.

O recorde da maior reentrada descontrolada pertence aos Estados Unidos, quando a estação Skylab, de 79 toneladas, despenhou-se, largando um rasto de detritos entre o oceano Índico e a Austrália.

terça-feira, 4 de maio de 2021

FOGUETÃO CHINÊS ESTÁ A CAIR DE FORMA "DESCONTROLADA" EM DIREÇÃO À TERRA


Um foguetão chinês de 21 toneladas está a cair em direção à Terra de forma descontrolada e os especialistas alertam que há a possibilidade de os destroços do objeto atingirem várias cidades. 

O foguetão chinês Long March 5B descolou no dia 29 de abril e colocou em órbita o módulo Tianhe da nova estação espacial chinesa. Apesar de o sucesso inicial ter sido alcançado, muitos especialistas afirmam que o que resta do foguetão deverá reentrar de forma descontrolada na Terra nos próximos dias. Caso venha a acontecer, este será um dos maiores casos de sempre de uma reentrada descontrolada de uma aeronave espacial na Terra.

A componente da aeronave, com mais de 30 metros de altura, pode atingir uma área que vai de Nova Iorque à Nova Zelândia. No entanto, os especialistas afirmam que o cenário mais provável é o de que o objeto venha a cair no oceano Pacífico.

O incidente está a gerar uma onda de críticas por parte de especialistas e apaixonados por exploração espacial, que sublinham que, pelos atuais padrões de qualidade, esta situação é “inaceitável”.

Eu acho que pelos padrões atuais é inaceitável deixá-lo reentrar de forma descontrolada”, afirmou Jonathan McDowell ao site Space News.

A última vez que um objeto de grandes dimensões fez uma “reentrada descontrolada” na Terra foi em 1991, quando a aeronave russa Salyut 7, com 39 toneladas, caiu na Argentina.

O recorde da maior reentrada descontrolada pertence aos Estados Unidos da América, quando a estação Skylab, de 79 toneladas, despenhou-se, largando um rasto de detritos entre o oceano Índico e a Austrália.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

VIDEOS: GOOGLE EARTH MOSTRA A EVOLUÇÃO DA TERRA NOS ÚLTIMOS 37 ANOS


O Google Earth, no ano em que comemora o seu 16.º aniversário, anunciou a maior atualização desde 2017. Agora, num recurso designado "Timelapse", é possível observar imagens que ilustram a mudança da Terra ao longo de várias décadas devido às alterações climáticas e ao comportamento humano.

A ferramenta, que resulta de uma colaboração entre a gigante de Mountain View, a Agência Espacial Europeia, a NASA, Comissão Europeia e o United States Geological Survey, contém 24 milhões de fotos de satélite captadas de 1984 a 2020 numa experiência interativa em 4D.

De acordo com o Google, para concluir este novo recurso, foram precisas, ao todo, mais de dois milhões de horas de processamento para conseguir encaixar 20 petabytes "num único mosaico de vídeo" de 4,4 terapixels, o equivalente a 530 mil vídeos em resolução 4K. "Até onde sabemos, o timelapse no Google Earth é o maior vídeo do planeta, do nosso planeta", revelou o Google.

É de recordar que, principalmente na última metade do século, o nosso planeta foi alvo de várias mudanças climáticas - mais do que em qualquer outro momento da história humana. Contudo, segundo a empresa, esta nova funcionalidade não permite ver apenas problemas, "mas também soluções, bem como fenómenos naturais incrivelmente belos que se desenvolvem ao longo de décadas".

Para explorar o Timelapse no Google Earth, apenas necessita de aceder ao site e utilizar a barra de pesquisa para escolher qual parte do planeta deseja ver. Além disso, a empresa oferece ainda outra funcionalidade - a plataforma de storytelling, Voyager, para viagens interativas guiadas. Também foram carregados mais de 800 vídeos Timelapse em 2D e 3D para uso público.

Em colaboração com os seus parceiros, a empresa pretende atualizar a nova funcionalidade do Google Earth anualmente durante os próximos 10 anos. A esperança é que o Timelapse inspire os cidadãos a agir: "Esperamos que esta perspetiva do planeta dê origem a debates, incentive à descoberta e mude pontos de vista sobre alguns dos nossos maiores problemas globais", pode ler-se no comunicado divulgado pela empresa.


domingo, 31 de janeiro de 2021

XIAOMI APRESENTA CARREGADOR SEM FIOS REVOLUCIONÁRIO. "DE FICÇÃO CIENTÍFICA"


É uma "tecnologia de ficção científica", nas palavras da empresa de fabrico de telemóveis Xiaomi. Um carregador sem fios que localiza o telemóvel e carrega a bateria sem que o utilizador tenha de se preocupar com com fios, cabos e tomadas elétricas.

"A Mi Air Charge Techonlogy", tecnologia aérea de carregamento da Mi, a abreviatura pela qual é conhecida a empresa chinesa, não preciosa de suporte, de cabo, sequer da atenção do utilizador para carregar o telemóvel.

Pode estar a jogar, passear pela sala (ou pelo quarto), que nem as cadeiras, a cama ou o sofá conseguem interferir com o "feixe" de energia emitido pela central de carregamento.

O segredo desta tecnologia está no posicionamento e transmissão de energia, diz a Xiaomi, em nota enviada aos utilizadores de telefones daquela marca. A central de carregamento, equipada com 144 antenas, envia um raio de ondas milimétricas para o telefone, explica.

O recetor, o smartphone, está equipado com 14 antenas recetoras de sinal, de dois tipos diferente, um que emite sinais para a estação de carregamento e outro que recebe a energia, que chega aos 5 watts - atualmente, os smartphones mais potentes da marca usam carregadores tradicionais que podem debitar até 30 watts, permitindo o chamado carregamento rápido.

Um retificador, circuito que transforma corrente alternada (AC) em corrente contínua (DC), usa o conjunto de antenas do telefone para converter em energia as ondas milimétricas emitidas pela central de carregamento, carregando o aparelho.

No futuro, a Xiaomi espera ter esta tecnologia também disponível para outros aparelhos da marca, como auriculares sem fios ou relógios inteligentes.

A informação disponibilizada não especifica quando esta tecnologia poderá chegar ao público, a que preço ou em que aparelhos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

VIDEO: "SOL ARTIFICIAL" SUL-COREANO GERA 7 VEZES MAIS ENERGIA QUE NÚCLEO SOLAR


Um 'sol artificial' desenvolvido na Coreia do Sul é o que parece estar mais próximo de equalizar a demanda por energia no planeta. No dia 24 de novembro, o chamado sol sul-coreano conseguiu atingir 100 milhões de graus Celsius durante 20 segundos.

A energia é quase sete vez maior que a liberada pelo núcleo solar, que chega a 15 milhões de graus Celsius. O desafio é manter esse potencial energético por um período mais longo para abastecer as redes de energia.

O KStar é um reator do estilo tokamak e não é o único em operação no mundo. Segundo o periódico especializado "Science Alert", a China recentemente ligou seu tokamak fundindo núcleos atômicos para criar enormes quantidades de energia. Esse tipo de reator opera de maneira diferente em relação ao de fissão nuclear, que divide os núcleos atômicos em vez de fundi-los.

A chamada KStar é fruto de um estudo desenvolvido em conjunto pelo Centro de Pesquisa do Instituto Nacional de Energia de Fusão em parceria com a Universidade Nacional e a Columbia University, dos Estados Unidos.

Como funciona?

A fusão nuclear, realizada pela KStar, é acionada com a combinação de dois núcleos atômicos em um núcleo maior, que libera uma enorme quantidade de energia. Outro desafio, além do tempo de funcionamento do sol artificial, é liberar mais energia do que ele consome para funcionar. Esse ponto ainda não foi alcançado.  

O reator nuclear utiliza isótopos de hidrogênio para criar um plasma em que íons e elétrons são separados, prontos para aquecimento. O experimento recria as reações de fusão que acontecem no sol.

O tempo de duração da reação, 20 segundos, parece pouco, mas foi comemorado pelos cientistas. O avanço se deve graças a uma atualização dos modos de Barreira de Transporte Interno (ITB, na sigla em inglês), que ajudam a controlar, confinar e estabilizar as reações de fusão nuclear dentro da KStar.

Os avanços divulgados no último mês são mais um passo no sentido da autossuficiência energética, um sonho que tem sido buscado por cientistas desde o início do século 20, mas que apresenta desafios para que seja concretizado.

Além das questões científicas que envolvem o desenvolvimento de uma tecnologia que acabe com a necessidade de qualquer outra fonte de energia, os desafios econômicos e políticos também são consideráveis para quando o sol artificial atingir pleno funcionamento, já que os custos de geração em larga escala e a distribuição desse potencial energético ainda são uma incógnita.

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

WHATSAPP DEIXA DE FUNCIONAR EM MILHÕES DE TELEMÓVEIS EM JANEIRO


Dispositivos mais antigos vão deixar de suportar a app de mensagens que pertence ao Facebook.

A aplicação de mensagens WhatsApp vai deixar de suportar sistemas operativos específicos e, consequentemente, vai deixar de funcionar em certos telemóveis a partir de janeiro de 2021.

Assim, à medida que a aplicação for eliminada dos dispositivos mais antigos, esta já não poderá ser instalada novamente. No entanto, ainda que para alguns não seja solução, se houver a possibilidade de atualização de software, o problema pode estar resolvido.

No caso da Apple, qualquer iPhone que opere com um sistema operativo anterior ao iOS 9, deixará de suportar o WhatsApp. Em termos de equipamento, em princípio, apenas o iPhone 4 (de 2010) e os anteriores a este não suportarão um novo sistema operativo, querendo isto dizer que todos os posteriores poderão continuar a utilizar a aplicação normalmente (se tiverem o iOS 9 terão apenas de atualizar para uma versão mais recente).

Quanto ao Android, a versão limite é a 4.0.3, lançada em 2012 e, quem possuir qualquer uma anterior a esta será afetado de forma semelhante.

Ainda que os efeitos se comecem a sentir já esta semana, este é um processo que vai acontecer de forma gradual em que, a partir do início de janeiro, quaisquer problemas de segurança ou outros que sejam gerados, não vão ser corrigidos, até deixarem efetivamente de funcionar.

ISABEL DOS SANTOS AFASTADA DA GALP POR UM TRIBUNAL ARBITRAL DA HOLANDA

Ações que saem da mão de Isabel dos Santos têm um valor que ronda os 700 milhões de dólares. De acordo com um comunicado da Sonangol, o trib...