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terça-feira, 2 de março de 2021

AMIGO DE JOÃO LOUREIRO NEGA LIGAÇÃO A JATO CARREGADO DE DROGA


Rowles Magalhães Silva garante que não acedeu à aeronave, nem mandatou casal mistério para pedir chaves do jato ao comandante. E alega que OMNI tem de dar justificações

O empresário brasileiro Rowles Magalhães Silva assegura que nunca teve acesso à chave do jato privado que transportava mais de 500 quilos de cocaína. E nega que tenha marcado presença na placa ou no hangar do Aeroporto de Jundiai, em São Paulo, Brasil, local onde o avião esteve estacionado durante uma semana, até a droga ter sido detetada. Num comunicado onde confirma a amizade com o ex-presidente do Boavista, João Loureiro, Rowles Magalhães Silva alega que terá de ser a OMNI, empresa que ainda detém a aeronave, a revelar a quem foram cedidas as chaves do jato, qual o seu destino e onde é que este ficaria estacionado quando chegasse a Portugal.

A reação surge após uma reportagem do programa da RTP "Sexta às 9" ter avançado que um casal dirigiu-se ao Aeroporto de Jundiai e pedido as chaves do avião ao comandante. Este recusou fazê-lo, mas após um telefonema para Lisboa recebeu ordens para satisfazer a vontade do casal mistério. Agora, em comunicado, o empresário brasileiro refuta totalmente que o referido casal estivesse ao seu serviço. "Em momento algum teve (Rowles Magalhães Silva) acesso à chave da aeronave, nem ao local onde o avião esteve estacionado, seja na plana seja no hangar", lê-se no comunicado. O também político salienta ainda que "desconhece se a chave chegou a ser dada a terceiros, sendo que se foi facultada, não foi por si, pois não tem poder sobre a aeronave, nem quanto às suas chaves e respetiva gestão".

Empresário defende que OMNI tem de dar explicações

No documento enviado às redações, o ex-agente de jogadores de futebol, evidencia que "não é proprietário" da OMNI, embora admita está "interessado na sua aquisição", tendo até "celebrado um contrato-promessa", através da Aristopreference, empresa comprada a João Loureiro. João Loureiro "de quem é, inclusivamente, amigo, além da relação profissional que os une". Neste contexto, Rowles Magalhães Silva assegura que "não tem qualquer poder decisório, muito menos no planeamento de voos", tarefa que, diz, cabe "ao operador da aeronave, segundo instrução do Comando da Aeronáutica".

Deste modo, o empresário brasileiro defende que "deverá ser a empresa OMNI a esclarecer o destino do avião a chegar a Portugal, pois, em bom rigor, observando as imagens vistas nos meios de comunicação social, implicaria algum trabalho, aparentemente demorado e técnico, para que o produto estupefaciente fosse retirado do mesmo". Razão pela qual, acrescenta, "deve a OMNI esclarecer o local onde o avião seria aparcado - sendo que a OMNI tem hangar próprio onde a manutenção é feita pela empresa Aeromec, que pertence ao Grupo OMNI".

Por fim, Rowles Magalhães Silva mostra-se disponível para, em Portugal, colaborar com o Departamento Central de Investigação e Ação Penal "no apuramento da verdade". Isto porque, justifica, "é um dos maiores interessados na sua descoberta, a fim de repor a veracidade dos factos e a sua reputação pessoal.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

PJ APREENDE 100 QUILOS DE COCAÍNA EM NAVIO CARGUEIRO AO LARGO DA COSTA


A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem e apreendeu 100 quilos de cocaína num navio cargueiro intercetado ao largo da costa portuguesa.

Em comunicado hoje divulgado, a PJ adianta que o suspeito, nacional de um país da América Latina, e a droga seguiam clandestinamente no interior da embarcação sem o conhecimento do capitão do navio.

"Suspeita-se que o arguido se preparava para lançar a droga ao mar em ponto predeterminado da rota do navio no interior de sacos à prova de água equipados com aparelhos de geolocalização e com boias de flutuação", indica a PJ.

A droga, acrescenta, seria posteriormente recolhida por cúmplices da mesma organização criminosa.

A ação de combate ao tráfico de droga por via marítima contou com a colaboração da Marinha e da Força Aérea, e com a cooperação e apoio da Drug Enforcement Administration (DEA), entidade norte-americana, e do Maritime Analisys and Operations Centre-Narcotics (MAOC-N).

sábado, 30 de janeiro de 2021

SETE DETIDOS NA FRANÇA APÓS ROUBO DE VINHOS DE QUASE UM MILHÃO DE DÓLARES


Sete pessoas, entre elas um chinês, foram detidas na França após um roubo de vinhos na região de Bordeaux em setembro, informou a polícia neste sábado (30).

Cerca de 1.600 garrafas de vinícolas de prestígio, como Château Latour, Haut-Briono e Petrus, no valor total de 800.000 euros (970.000 dólares) foram levadas do armazém de um comerciante.

Uma operação em vários pontos da região, da qual participaram cerca de 50 policiais, permitiu a prisão de sete pessoas (seis homens e uma mulher) na última terça-feira. A maioria tinha histórico de roubo ou tráfico de drogas. 

Alguns participaram do roubo, outros agiram como intermediários e o chinês ia comprar uma parte das garrafas para exportá-las. 

Cerca de 800 garrafas foram recuperadas e a polícia também apreendeu vários milhares de euros, armas e drogas. 

Os roubos de vinhos caros, destinados à exportação, aumentaram em Bordeaux, segundo a polícia. 

Em dezembro, uma quadrilha de tráfico de vinho foi desmontada na área, 25 pessoas foram presas e cinco milhões de euros foram confiscados.

domingo, 29 de novembro de 2020

VIDEO: TRAFICANTE DESCULPA-SE COM A FOME DOS FILHOS ENQUANTO É PERSEGUIDO PELA POLICIA EM ALTO MAR

 


A Polícia espanhola deteve cinco homens e apreendeu dois mil quilos de haxixe após uma perseguição em alto mar que durou mais de cinco horas. Durante a operação, a tripulação tentou desfazer-se da carga, atirando-a pela borda fora.

Durante a perseguição, é possível ver que um dos traficantes pede desculpa à polícia.

                                        Veja o Vídeo:

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

FAZIAM O TRANSPORTE DA DROGA DO BRASIL PARA PORTUGAL EM AVIÕES PRIVADOS

                            


Dois portugueses e três estrangeiros detidos pela PJ.

A Polícia Judiciária deteve cinco homens por suspeitas de integrarem uma organização criminosa transnacional dedicada ao tráfico de droga que recorria a voos privados e apreendeu cocaína suficiente para 1,7 milhões de doses.

Em comunicado, a PJ explica que na operação "White-wing", desencadeada nos últimos dias através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, forem detidos dois portugueses e três estrangeiros, com idades entre os 26 e os 44 anos, e apreendida quantidade de cocaína que daria para 1.750.000 doses.

Foi igualmente apreendida "uma aeronave, um jato bimotor, que foi utilizada no transporte da droga a partir da América Latina, tratando-se da primeira operação policial que, no nosso país, levou à apreensão de uma aeronave deste tipo", acrescenta a PJ.

Presentes às autoridades judiciárias competentes, a três dos arguidos foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, ficando os restantes dois, sujeitos a apresentações periódicas.

A operação ocorreu na sequência de uma investigação à introdução de cocaína no continente europeu, através de território nacional, com recurso a voos privados.

JOVEM DE 21 ANOS É ATACADA A FACADAS PELO PRÓPRIO PAI

Um homem, de 42 anos, é suspeito de matar a facadas a própria filha nesta segunda-feira(12) em Rodeio, no Vale do Itajaí, em  Santa Catarina...