tradutor com bandeiras. Google Translate

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

JERÓNIMO ATACA RUI RIO POR QUERER "PROIBIR" O CONGRESSO DO PCP

 


Presidente do PSD afirmou à TVI que, se fosse primeiro-ministro, impediria a reunião comunista, devido ao agravamento da pandemia de covid-19.

O secretário-geral do PCP criticou esta quinta-feira a "arrogância” do líder do PSD ao admitir que “obviamente” impediria a realização do congresso comunista, no último fim de semana de novembro, que disse ser um “caminho perigoso”.

Um dia depois de o presidente do PSD ter afirmado à TVI que, se fosse primeiro-ministro, impediria a reunião comunista, devido ao agravamento da pandemia de covid-19, Jerónimo de Sousa devolveu críticas e acusações e registou a “arrogância de Rui Rio em relação ao PCP, dizendo que proibia o congresso”.

"Foi pena não explicar como. Se era pôr a Constituição de quarentena, se era aceitar, passivamente, que a par do agravamento no plano social, laboral e económico se acrescentasse também esse princípio fundamental do exercício das liberdades. É um caminho perigoso”, afirmou Jerónimo de Sousa, em entrevista à agência Lusa, que será divulgada na íntegra no domingo.

Na entrevista, o líder dos comunistas deu uma explicação possível para estas críticas ao PCP, “tendo em conta a situação interna que [o PSD] está a viver”.

"Tenta atirar ao lado como manobra de distração, na medida que tem grandes responsabilidades em que um setor da extrema-direita, neste momento, esteja a ser o centro da direita”, afirmou, sem nunca se referir diretamente ao Chega.

Neste quadro, acrescentou, o CDS está a ter “um papel secundário, ou menos que isso” e também o PSD, “um partido com aquela dimensão, neste momento perdeu esse centro da direita, recorrendo a esse partido da extrema-direita”.

Este comentário surgiu depois de criticar algumas das medidas adotadas pelo Governo para conter o surto epidémico, que têm tido consequências sociais, laborais e económicas, e alertou que não devem pôr-se em causa direitos, liberdades e garantias, ou ainda direitos políticos, como os que permitem a realização do congresso.

Na entrevista à TVI, o líder do PSD foi questionado sobre a possibilidade de impedir o congresso do PCP, se fosse chefe do Governo, e remeteu a solução de um eventual conflito para o primeiro-ministro, António Costa, e para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Na resposta, Rio afirmou quer “obviamente” tentaria impedir o congresso, acrescentando que “o Governo está a dizer que as regras são iguais para todos, menos para o PCP”, o que “pode levar a uma coisa muito perigosa que é as pessoas perderem o respeito ao Governo”.

O regime do estado de emergência estipula que “as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia”.

Rui Rio fez ainda outra crítica aos comunistas, acusando o PCP de ser “prepotente, numa atitude de faço e faço mesmo”.

"Quem tem de arbitrar isto é o Governo e o Presidente da República”, concluiu.

Portugal contabiliza pelo menos 3.701 mortos associados à covid-19 em 243.009 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 23 de novembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado e municípios vizinhos. A medida abrange 191 concelhos.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

JOVEM RECUSA USAR MÁSCAR E AGRIDE POLÍCIA NO METRO DO PORTO

 


Um homem de 19 anos foi detido esta quarta-feira na estação do metro de Francos, no Porto, após agredir um agente da PSP que aconselhara a usar máscara no interior da composição, disse à Lusa fonte da Polícia.

A ocorrência, segundo a fonte, ocorreu cerca das 13:30, na composição que seguia na direção Fânzeres/Matosinhos.

O jovem, acrescentou a fonte, "seguia sem máscara no interior da composição, causando mal-estar às pessoas presentes, situação que motivou a intervenção dos dois agentes, ainda à civil".

"Primeiro aconselhado a colocar a máscara, que disse não ter, o detido recusou depois identificar-se, começando, então, a empurrar os agentes, tendo agredido um deles, que teve de ser assistido no Hospital Militar", relatou.

O indivíduo acabou detido e acusado de resistência e coação e ainda agressão a um agente da autoridade, disse ainda a fonte da PSP.

MORREM MAIS PORTUGUESES EM CASA POR CAUSA DA PANDEMIA QUE NO HOSPITAL

 


Os alarmes soaram assim que o INE começou a publicar os dados sobre mortalidade em Portugal. De 2 de março até 1 de novembro, morreram mais 8686 portugueses, quase seis mil fora do contexto hospitalar. Para o diretor do maior serviço hospitalar de medicina interna do país, Jorge Almeida, a principal causa de morte é as pessoas "não procurarem cuidados de saúde".

Há quem diga que a covid-19 tem uma marca muito forte associada à morte, à solidão da morte, de quem parte e de quem fica, por não haver a proximidade da despedida. Mas a pandemia está a deixar agora mais uma marca na morte, a do medo. "O medo de ir ao hospital para não serem infetados com a covid", dizem-nos. Mas esse medo já se está a traduzir em mais mortes em casa, ou fora do contexto hospitalar.

De acordo com os dados agora publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), nestes meses oito meses morreram 77.249 portugueses, mais 8686 óbitos do que no mesmo período homólogo, dos últimos cinco anos, e, destes, 31.124 morreram fora dos hospitais, mais 5817 do que o registado também no período entre 2015 e 2019. "Mais de dois terços do acréscimo de óbitos entre 2 de março e 1 de novembro, relativamente à média dos últimos cinco anos, ocorreu fora dos hospitais", conclui o INE.

Os dados do INE são recolhidos através das certidões de óbito não referindo causas ou locais, mas ao DN o médico Jorge Almeida, diretor do maior serviço de medicina interna do país, que integra o Hospital São João, no Porto, explica: "A maioria morreu em casa, porque só uma ínfima parte das mortes ocorrem na rua ou em instituições."

Um cenário que já nada tem a ver com o que se considera habitual. "A maioria das pessoas morre hoje nas enfermarias dos hospitais", sustenta Jorge Almeida, mas "quando passámos março e abril e começámos a ver camas vazias percebemos que os doentes não estavam a vir aos hospitais para se tratarem", argumenta.

Mais 5817 mortes fora do contexto hospitalar e mais 2868 nos hospitais; por covid até 15 de novembro, foram 3305.

Segundo os dados do INE, 46.125 morreram no contexto hospitalar e 31.124 fora, numa leitura comparativa com o aumento do número de mortes em relação aos cinco anos anteriores; só houve 2868 mortes a mais nos hospitais, enquanto houve mais 5817 em casa ou fora dos cuidados de saúde.

Há ainda a salientar que do total de mortes nestes oito meses, até ontem, domingo 15 de novembro, embora os dados do INE sejam só até ao dia 1, apenas 3381 é que têm como causa de morte covid-19, "uma ínfima parte da totalidade de mortes", comenta o médico do Hospital São João.

Diretor do serviço de medicina interna do Hospital São João confessa que a imagem impactante que a covid-19 está a deixar é a do aumento do número de doenças neoplásicas em estádio muito avançado sem hipótese de tratamento.

Quais as doenças que estão a matar mais os portugueses? Serão as doenças do coração? As neoplásicas? Os acidentes de viação? A resposta não é simples, mas há uma que é excluída de imediato pelo médico do Porto: "Há muito menos trauma provocado por acidentes de viação, e que em outros anos se reflete num número significativo de mortes."

Segundo o médico do Hospital São João, "desde março que houve uma redução no número de mortes por trauma, devido a acidentes de viação. Notou-se uma ligeira subida, mas nada comparado com o habitual, entre julho e agosto, nos meses em que desconfinámos e as pessoas voltaram à estrada para irem de férias. Agora voltou a diminuir". Aliás, "a maioria do trauma que tem chegado às nossas urgências tem a ver com quedas, sobretudo de idosos em casa e que depois acabam por ter complicações graves", pormenoriza.

Jorge Almeida não tem dúvidas de que a maior causa de morte durante este tempo de pandemia foi "as pessoas não terem procurado os cuidados de saúde", sublinhando: "Não porque não houvesse capacidade de resposta por parte das unidades de saúde, mas porque tinham medo da covid-19, de serem infetadas, e deixaram-se ficar em casa, deixaram agravar o seu estado de saúde ao não procurarem cuidados."

Questionada pelo DN, Direção-Geral da Saúde (DGS), à qual compete a codificação das causas de morte dos portugueses anualmente, recusou fazer avançar com qualquer tipo de informação, respondendo apenas haver "um grupo de técnicos a trabalhar nas causas de morte, mas a codificação das causas de morte não estará completa antes do final do ano".

Jorge Almeida - que chefia um serviço com 261 camas, que agora com a covid-19 chega a ultrapassar as 300, já que tem 209 no polo do Porto, 32 no polo de Valongo, 11 na unidade de cuidados intensivos intermédios, nove na unidade de AVC e mais 50 a 60 para responder à pandemia - conta ao DN que a única diferença em relação aos outros anos foi mesmo "os doentes não virem ao hospital, quando vieram o estado era tão grave que já não era possível ajudá-los".

"Tivemos um aumento significativo de doenças neoplásicas que chegaram aos serviços num estado muito avançado, já com hipóteses diminutas de tratamento."

Explicando: "Quando as doenças crónicas chegam a nós completamente descompensadas, já não temos grande margem de atuação. Nos primeiros meses da pandemia chegámos a ter só 20% a 30% de ocupação de camas no serviço, ou seja, só 20% a 30% dos doentes não covid é que estavam a procurar os nossos cuidados, quando a taxa de ocupação normal é de 98% a 100%."

No seu serviço esta situação deixou uma imagem que diz ter sido "muito impactante" e que teve a ver com "o aumento significativo de doenças neoplásicas num estádio muito avançado e já com hipóteses diminutas de tratamento". O médico reconhece que é uma realidade local, pode não espelhar a realidade do resto do país, neste momento não há dados oficiais que comprovem ter havido um maior número de mortes por cancro, mas no seu serviço "foi uma imagem que nos marcou", desabafa. " Falharam os sinais de alerta para estas pessoas, quanto às outras causas de morte não nos espantou. Temos uma mortalidade no serviço da ordem dos 8,9% ou 10% que não aumentou nestes meses e que as causas de morte são muito semelhantes ao que registámos em anos anteriores ", afirma.

O médico reafirma que "os cuidados não foram negados, os serviços estavam abertos e tínhamos capacidade para os tratar nessa altura, mais do que agora, em que estamos com muito mais dificuldade nas respostas, mas não vieram, e isto é absurdo".

Jorge Almeida refere que o grande pico de mortalidade a que assistiu no seu serviço foi em junho e julho deste ano, que provavelmente coincidiu com os "momentos de calor inusitado, o que é normal, porque as pessoas com doenças crónicas tendem a piorar em duas circunstâncias de extremo calor e de frio, quer um quer outro são mecanismos diferentes, mas semelhantes ao mesmo tempo, porque obrigam o corpo a funcionar como uma atividade maior que já não tem".

No entanto, o diretor de serviço diz que numa situação destas não culpa o doente que não procurou os cuidados de saúde. "Nunca culpo o doente, a culpa do doente é a culpa de todos nós. Muitos dos doentes não poderiam ter chegado aos serviços sozinhos, teriam de ser trazidos por terceiros, e não foram."

Explica ainda que "há sempre uma causa de morte com maior prevalência e que está ligada às doenças respiratórias nas alturas sazonais, mas isso nem se está a observar muito neste ano, tivemos uma primavera suave, também não muito calor no verão, e o frio ainda não está a ser intenso. O que há também são as causas de morte por descompensação das doenças crónicas e cardiovasculares."

De acordo com os dados do INE, o maior acréscimo de óbitos durante estes oito meses ocorreu na região Norte, com exceção da última semana de junho, das primeiras de julho, das últimas de setembro e primeira de outubro, em que foi superior na Área Metropolitana de Lisboa. O médico do Hospital São João confirma que o "impacto maior de óbitos no seu hospital foi sentido até junho, depois a curva atenuou, agora voltou a aumentar".

Contudo, alerta para o facto de continuarmos todos muito focados na realidade da covid-19, que "se traduz numa ínfima parte da mortalidade dos portugueses", quando, "infelizmente, a morte é um condicionalismo do ato médico e da vida e, neste momento, já vamos quase com um total de 80 mil mortes, por covid são umas três mil. Isto significa que é preciso olhar para os outros portugueses".

A experiência acumulada no seu serviço em relação aos anos anteriores revela que a morte anda à volta dos 8% a 10% no seu serviço, sendo certo que "é um dos serviços com menor mortalidade, maioria acima dos 75 anos. Os dados do INE indicam que Portugal está a seguir a tendência europeia em relação à mortalidade, até nas faixas etárias em que mais de 70% dos óbitos foram de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos, mais mulheres do que homens, respetivamente 38.987 e 38.262, o que dá um aumento de 4953 de mortes no sexo feminino e de 3732 no sexo masculino.

Para um médico, um doente é um doente, "não sou um herói, sou médico", dizendo esperar estar enganado, pois sabe que "vai ser difícil manter a resposta aos doentes não covid. O meu hospital preparou-se para isso, estamos a fazer tudo para o manter, tem sido pedido um esforço aos profissionais, mas na primeira fase não estávamos cansados, agora estamos. Mas vamos conseguir, claro que sim."

QUEM NÃO SEPARAR VAI SER MULTADO

 


Medida entra em vigor até 2023. Câmaras vão passar multa a quem não separar o lixo.

A separação do lixo será obrigatória até 31 de dezembro de 2023 em todas as casas. Já os setores da restauração e da indústria serão obrigados a fazer essa separação a partir de 2021.

As medidas fazem parte da proposta de alteração do quadro jurídico da gestão de resíduos.

Na proposta, o Governo quer também alargar a recolha seletiva.

De acordo com o Jornal de Notícias, o Estado vai apoiar financeiramente a implementação das redes de recolha de resíduos.

Os municípios ficarão encarregues de mexer nas tarifas de recolha do lixo, garantir que a separação é feita e passar multas a quem não cumprir as regras.

Atualmente, apenas 8% dos portugueses não fazem a separação do lixo em casa e, em média, 40% dos resíduos no saco do lixo são de restos de alimentos e refeições.

PORTUGUESES PRODUZIRAM MAIS LIXO EM 2019

A produção de resíduos urbanos em Portugal ascendeu a 5.281 toneladas em 2019, um crescimento de 1% em relação a 2018 e um aumento de seis quilos por habitante.

Relatório Anual de Resíduos Urbanos divulgado pela Agência Portuguesa do Ambiente está disponível online.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

COVID-19: GOVERNO QUER CRIAR TRÊS ESCALÕES DE CONSELHOS COM MEDIDAS DIFERENCIADAS

 


O Governo está a ponderar criar três escalões de concelhos e adotar medidas diferenciadas de contenção da covid-19 em cada um deles, revelou, nesta terça-feira, o deputado e dirigente do PEV José Luís Ferreira.

Após uma reunião com o Presidente da República, no Palácio de Belém, em Lisboa, o deputado do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) declarou aos jornalistas que a possibilidade de o Governo "escalonar os concelhos em função da gravidade", ao abrigo do estado de emergência, foi comunicada por Marcelo Rebelo de Sousa.

"Haveria um escalão mínimo para aqueles concelhos que estão entre os 240 e os 480 casos diários [por 100 mil habitantes], esse era o patamar mínimo, o que significa que as restrições aí vão ser mais leves. Há depois um escalão intermédio que envolve os concelhos entre os 480 casos e os 960; e um escalão máximo, onde as restrições vão ser mais intensas, nos casos onde os concelhos verificam um número superior a 960", adiantou.

Segundo o deputado do PEV, só nos concelhos deste último escalão "é que haveria os limites que agora estão a existir ao nível dos fins de semana".

"Ou seja, ao contrário do que se está a passar com este estado de emergência, aparentemente o Governo estará a ponderar dividir ou escalonar os concelhos em três em função da gravidade", reiterou.

José Luís Ferreira manifestou a oposição do seu partido à renovação do estado de emergência, rejeitando qualquer "restrição aos direitos, liberdades e garantias", e sustentou que é possível conter o aumento de casos de covid-19 com medidas que não exigem o recurso a este quadro legal.

Questionado sobre que medidas são essas, o deputado respondeu que "é preciso, por exemplo, criar as condições de segurança nos locais de trabalho, investir a sério nos transportes públicos" e "garantir que os alunos possam respeitar as regras de distanciamento físico".

"Para essas medidas não é necessário o estado de emergência", salientou.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está a ouvir, entre hoje e quarta-feira, os nove partidos com assento parlamentar sobre a pandemia de covid-19, o estado de emergência e o Orçamento do Estado para 2021.

ESTES SÃO OS CONCELHOS COM MAIS CASOS DE COVID-19 POR 100.000 HABITANTES

No panorama nacional, a situação mais complicada verifica-se na região Norte, que regista 1.304 casos por cada 100.000 habitantes.

Paços de Ferreira é o concelho mais afetado pela pandemia de covid-19, com uma incidência cumulativa a 14 dias de 3.698 casos por 100.000 habitantes. Lousada está também acima do patamar dos 3.000, com 3.362 casos também por 100.000 habitantes. 

Também os concelhos de Vizela, com 2.653 casos por 100 mil habitantes, Paredes com 2.132 registos e Penafiel com 2.055 casos, estão entre os mais fustigados pelo número de infeções.

  • Alijó 480
  • Almada 487
  • Amarante 1.036 (4x)
  • Amares 736 (3x)
  • Arouca 748 (3x)
  • Arronches 567
  • Baião 571
  • Barcelos 799 (3x)
  • Belmonte 1.766 (+5x)
  • Braga 824 (3x)
  • Bragança 509
  • Caminha 970 (4x)
  • Cascais 549
  • Castelo de Paiva 783 (3x)
  • Castro Daire 586
  • Celorico da Beira 606
  • Celorico de basto 620
  • Chaves 496
  • Cinfães 1.299 (+5x)
  • Coruche 801 (3x)
  • Espinho 884 (3x)
  • Esposende 597
  • Estremoz 589 
  • Felgueiras 1.719 (+5x)
  • Figueira da Foz 509
  • Figueira de castelo Rodrigo 895 (3x)
  • Freixo de Espada à Cinta 1.546 (+5x)
  • Fundão 691
  • Gondomar 919 (3x)
  • Guarda 1.055 (4x)
  • Guimarães 1.886 (+5x)
  • Idanha-a-Nova 1.057 (4x)
  • Lisboa 576
  • Loures 513
  • Lousada 3.362 (+5x)
  • Mafra 492
  • Maia 922 (3x)
  • Mangualde 486
  • Manteigas 2.627 (+5x)
  • Marco de Canaveses 1.379 (+5x)
  • Matosinhos 1.170  (4x)
  • Mealhada 638
  • Mêda 501
  • Mogadouro 822 (3x)
  • Monforte 672
  • Mora 507
  • Murça 1.190 (4x)
  • Odivelas 539
  • Oliveira de Azeméis 1.192 (4x)
  • Ovar 881 (3x)
  • Paços de Ferreira 3.698 (+5x)
  • Paredes 2.132  (+5x)
  • Paredes de Coura 609
  • Penafiel 2.055 (+5x)
  • Peso da Régua 514
  • Ponte de Lima 542
  • Porto 1.149 (4x)
  • Póvoa de Lanhoso 674
  • Póvoa de Varzim 930  (3x)
  • Proença-a-Nova 685
  • Redondo 803 (3x)
  • Sabrosa 591
  • Santa Maria da Feira 918 (3x)
  • Santa Marta de Penaguião 636
  • Santarém 531
  • Santo Tirso 1.782 (+5x)
  • São João da Madeira 1.025 (4x)
  • Seia 688
  • Setúbal 592
  • Sever do Vouga 1.218 (+5x)
  • Sines 569
  • Torre de Moncorvo 507
  • Trancoso 1.217  (+5x)
  • Trofa 1.197   (4x)
  • Vale de Cambra 671
  • Valença 790  (3x)
  • Valongo 1.019  (4x)
  • Vila do Conde 865 (3x)
  • Vila Franca de Xira 518
  • Vila nova de Cerveira 629
  • Vila Nova de Famalicão 1.349 (+5x)
  • Vila Nova de Foz Côa 523
  • Vila Nova de Gaia 878  (3x)
  • Vila Pouca de Aguiar 552
  • Vila Real 598
  • Vila Viçosa 901 (3x)
  • Vizela 2.653 (+5x)



VIDEO: BOLA DE FOGO FOI AVISTADA NO CÉU NO SUL DE PORTUGAL

 


Uma bola de fogo passou na madrugada de segunda-feira pelo céu no sul de Portugal, onde a luz, provocada por um meteorito, acabou por se extinguir, de acordo com informação da agência espanhola Efe.

A bola de fogo, que percorreu o sudoeste da Península Ibérica, foi observada por um projeto científico espanhol a uma velocidade de 227 mil quilómetros por hora.

O acontecimento foi detetado pelos sensores do projeto SMART, do Instituto de Astrofísica da Andaluzia (IAA-CSIC), dos observatórios astronómicos de Calar Alto (Almeria), Sevilha e La Hita (Toledo).

Segundo a análise do principal investigador do projeto SMART, José María Madiedo, do IAA-CSIC, a bola de fogo foi registada às 3.49 horas de segunda-feira.

O fenómeno ocorreu quando uma rocha de um asteroide entrou na atmosfera terrestre a uma velocidade de cerca de 227 mil quilómetros por hora e, devido à sua grande luminosidade, pôde ser vista numa grande parte do sul e centro de Espanha.

A colisão com a atmosfera a esta velocidade fez com que a rocha se tornasse incandescente, gerando assim uma bola de fogo que começou a uma altitude de cerca de 132 quilómetros a oeste da Andaluzia.

A partir daí, seguiu uma trajetória para oeste, extinguindo-se a uma altitude de cerca de 60 quilómetros acima do sul de Portugal.

Os detetores do projeto SMART operam no âmbito da Rede Meteorológica e de Observação da Terra do Sudoeste da Europa (SWEMN), que visa monitorizar continuamente o céu, com o intuito de registar e estudar o impacto na atmosfera terrestre de rochas de diferentes objetos do Sistema Solar.


AVÓ DE 51 ANOS DÁ À LUZ NETA NOS ESTADOS UNIDOS

 


Uma barriga de aluguer nos EUA pode custar mais de 84 mil euros.

A norte-americana Julie Loving, de 51 anos, deu à luz a neta a 2 de novembro, depois de propor ser barriga de aluguer da filha, que não conseguia engravidar.

"Foi um processo surreal, definitivamente", confessou Breanna Lockwood à ABC News. A recém-nascida Briar Juliette Lockwood é a primeira filha da mulher de 29 anos e do marido, Aaron Lockwood.

A avó Julie Loving deu à luz a 2 de novembro, num hospital de Illinois, através de cesariana. Apesar do parto induzido 10 dias antes do plano, devido a problemas com o cordão umbilical, Briar nasceu saudável.

De acordo com a emissora norte-americana, a criança surgiu após quatro anos de tentativas do casal Lockwood. Primeiro tentaram naturalmente. Um ano depois, recorreram a um especialista de fertilidade. Após dois anos de diferentes tratamentos, cirurgias e vários abortos, o médico de Breanna e Aaron aconselhou-os a recorrer a uma barriga de aluguer.

O médico sugeriu que encontrassem uma barriga de aluguer entre a família ou amigos, uma vez que o custo através de uma agência pode chegar aos 100 mil dólares (cerca de 84 mil euros), nos Estados Unidos.

Foi aí que Julie Loving decidiu ajudar o casal e propôs ser ela própria a barriga de aluguer da filha. Foram precisos vários testes e consultas com diferentes especialistas, mas nove meses depois, Brian nasceu saudável.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

FOI DETIDO O SUSPEITO DE MATAR O PAI E A IRMÃ GRÁVIDA NA AMADORA

 


Xavier Damião, de 28 anos, o suspeito de ter matado o pai, de 61 anos, e a irmã grávida, de 37 anos, foi detido ao início da madrugada desta segunda-feira, após estar em fuga desde sábado. Terá utilizado três armas brancas diferentes para matar os familiares, segundo informação esta segunda-feira avançada pelas autoridades.

Após ter atingido mortalmente os familiares com golpes de arma branca, na residência que todos partilhavam, o alegado agressor colocou-se em fuga no carro que pertencia à irmã, rumando a Lisboa. Acabou por ser abordado esta madrugada de segunda-feira, quando circulava na via pública, sem máscara, na Amadora, acompanhado por uma pessoa que não está envolvida nos factos, de acordo com a PJ.

A detenção foi feita pela PSP cerca das 00h30, durante uma operação de fiscalização naquela localidade devido às medidas de recolher obrigatório impostas pelo Governo.

CARTA DE CONDUÇÃO E DOCUMENTOS DOS AUTOMÓVEIS VÃO PASSAR A FORMATO DIGITAL

 


As alterações ao Código da Estrada.

A carta de condução e os documentos dos automóveis vão passar a formato digital, numa das novidades previstas nas alterações ao Código da Estrada.

Para além da carta de condução, também o Documento Único Automóvel (DUA), o seguro e a ficha de inspeção passarão a estar em formato digital numa aplicação no telemóvel.

De acordo com o Jornal de Notícias, quando forem parados pelas autoridades, os condutores terão de mostrar os documentos nessa aplicação. Se os agentes não tiverem meios eletrónicos para fazer a leitura, o condutor terá cinco dias para apresentar os documentos em papel na esquadra.

O aumento das multas está também entre as novidades das alterações ao Código da Estrada. No caso do uso do telemóvel ao volante, a coima pode ir dos 250 aos 1.250 euros e pode custar três pontos na carta de condução.

Os documentos expirados continuam válidos até 31 de março.


VIDEO: MÃE QUER DOAR FILHA POR NÃO TER DINHEIRO PARA COMIDA

  Mãe de 17 anos quer doar a filha de 7 meses por não ter dinheiro para comprar comida para ela "Não aguento mais ver minha filha passa...